Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • Polêmicas sobre as dissidências cubanas
Red Protagónica Observatorio Crítico Esta marcha foi durante os desfiles oficiais do 1º de maio de 2010. Não há como afirmar que se trata de gusanos do Alpha66 o de opositores da direita digital como Yoani Sánchez. É oposição de esquerda, contra a burocracia e o stalinismo dos veteranos do 26 de julho que se uniram ao PCC ex-apoiador de Fulgencio Batista (apoio crítico....) e tentando brecar, de baixo para cima, a escalada chinese de linha Deng promovida por Raúl Castro. É dura a tarefa.
02 de fevereiro de 2012, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha
Dilma Rousseff e Raúl Castro foram guerrilheiros no período da bipolaridade. O atual presidente de Cuba é de uma geração anterior, pioneira e heróica para a época, inspirando a presidente do Brasil e seus correligionários. A revolução cubana marcou a mudança de um período, estraçalhou com os Acordos de Yalta e a política de detenção e fronteiras ideológicas estabelecidas pelas duas superpotências, EUA e URSS. Hoje Cuba permanece com o regime de partido único e estrutura de Estado com dominação burocrática, economia planificada (ou tentando ser) e política de direitos sociais e distributivos. A ilha é uma fonte permanente de polêmicas e não vou refugar destas.
Arivaldo Maia José María Marín estava cotado para substituir Ricardo Teixeira, abrindo uma cunha entre este e Andrés Sánchez, possibilitando que a velha guarda da cartolagem se veja representada diante de um trator empresarial e produtor de polêmicas como Andrés. Será que depois do episódio da medalha no bolso o velho arenista segue sendo uma alternativa para o reinado Teixeira?
02 de fevereiro de 2012 – Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes e Bruno Lima Rocha
Até pouco tempo, a cartolagem brasileira era marcada pela malandragem que nossos jogadores apresentam dentro de campo: drible de corpo e gingas suficientes para se manterem no poder e, “ninguém” sabe como, para conseguir sair com mais dinheiro do que entrou, mesmo se tratando de trabalho “para o bem dos clubes” e do futebol. Cara de pau, cinismo, vínculos nada justificáveis, mas um tom meio cafona e cantinflesco, o cartola era a alma gêmea do banqueiro do bicho e do coronel da política, isto quando a pessoa física não se mesclava entre estes três personagens, criando a síntese do “atraso”, fazendo com que os poucos críticos de nosso futebol afirmassem ser necessário um choque de capitalismo! Idos tempos...
Será que era só malandragem? No dia 25, final da Copa São Paulo sub-18 e todas as câmeras flagram o vice-presidente da CBF para a Região Sudeste colocando uma medalha no bolso. Começou “bem” o ano para o futebol brasileiro. Como se fala na gíria dos boleiros: jogador não deve atuar fora de suas características...
Democracy Now! em Português • a coluna semanal de Amy Goodman traduzida para o português • As satisfações atrasadas de Obama às vítimas da fraude hipotecária
newsone Em tese, Obama vai pra cima de Wall Street ao criar unidade de investigação de abusos financeiros capitaneada pelo rebelde procurador Schneiderman. Na prática, o ato pode ser apenas uma jogada política para trazer de volta a simpatia de setores progressistas estadunidenses, já que tanto o financiamento bilionário de sua campanha quanto o apoio popular do eleitorado são fundamentais para a reeleição.
01 de fevereiro de 2012, de Nova York, Amy Goodman, com tradução de Rafael Cavalcanti
No discurso anual do Presidente ao Congresso dos Estados Unidos, muitos tiveram a impressão de escutar ecos do antigo Barack Obama, aquele aspirante à presidência de 2007 e 2008. Uma das promessas mais populares em suas falas era o combate aos bancos considerados “grandes demais para quebrar”, que financiaram sua campanha e para os quais muitos dos seus principais assessores trabalharam: “O resto de nós jamais voltará a resgatá-los”, prometeu na época.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • PARA UMA TEORIA LIBERTÁRIA DO PODER (V) - LÓPEZ E A DISTINÇÃO ENTRE PODER E DOMÍNIO – parte 1
achiame.com O livro de Fábio López López, economista de formação e autor com trajetória militante e preocupação teórica intensa, pode ser considerado o novo clássico do anarquismo brasileiro. Elaborado na segunda metade da década de ’90 e publicado em 2001, marca o avanço teórico e político da ideologia no Brasil a partir de sua militância. Leitura indispensável.
Felipe Corrêa
“Para uma Teoria Libertária do Poder” é uma série de resenhas elaboradas sobre artigos ou livros de autores do campo libertário que discutem o poder. Seu objetivo é apresentar uma leitura contemporânea de autores que vêm tratando o tema em questão e trazer elementos para a elaboração de uma teoria libertária do poder, que poderá contribuir na elaboração de um método de análise da realidade e de estratégias de bases libertárias, a serem utilizadas por indivíduos e organizações.
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Neste quinto artigo da série, utilizarei para discussão o livro, de Fábio López López, Poder e Domínio: uma visão anarquista[*], publicado em 2001, como resultado de reflexões militantes ligadas ao contexto de desenvolvimento do anarquismo de matriz especifista que, naquele momento, desenvolvia-se no Rio de Janeiro, assim como no resto do país. É relevante mencionar que o livro, como colocado pelo próprio autor, é feito por um militante voltado para a militância e, portanto, não tem a intenção de ser um trabalho acadêmico. O que não impede ele de trazer diversos elementos conceituais e argumentações relevantes, que podem contribuir significativamente para o objetivo desta série. Como nos outros artigos, seguem apresentadas, também esquematicamente, as principais contribuições do autor.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • Mercado de saúde e poupança interna
saudecomdilma Os cartões de assistência dos planos de saúde suplementar atravessam a idéia e a realidade dos brasileiros quando pensam em qualidade de vida e segurança diante de imprevistos. Ao mesmo tempo, encurtam a poupança interna e sobretaxam a população que já paga pelo SUS.
26 de janeiro de 2012, de São Sebastião do Rio de Janeiro, Bruno Lima Rocha
A pesquisa do IBGE referente ao cálculo com despesas de saúde por pessoa no Brasil (no ano de 2009) comprova o conceito de marketização num setor que em tese, deveria ser provido pelo ente estatal. Marketização implica na ampliação e transformação em serviços e espaços de públicos para privados. Assim, transforma-se um direito – algo da esfera da justiça e do contrato social – em uma mercadoria. No caso, o direito à saúde no Brasil é inversamente proporcional a duas capacidades fundamentais numa democracia: a pressão da cidadania organizada e o crescimento sustentado na poupança interna.
observatoriodaimprensa.com.br Pressões só aumentarão em 2012 por conta da realização da Copa...
24 de janeiro de 2012, de São Leopoldo, Anderson Santos (editor) e Bruno Lima Rocha
Não faltaram polêmicas nestas poucas semanas que a Além das Quatro Linhas esteve de “folga”. A FIFA continua pressionando o Brasil, a crise do Flamengo só aumenta, as trocas de clubes continuaram a todo vapor e o futebol feminino perdeu ainda mais espaço no país. Mas também teve o anúncio oficial da aposentadoria do, agora, ex-goleiro Marcos.
Para esta primeira coluna do ano, comentemos esses mais diversos assuntos, como um aperitivo do que virá nas outras semanas de 2012!
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • O que legitima as agências de risco?
arrozcatum.... O que legitima essas agências causadoras de crises e especialistas em chantagearem as democracias políticas?
21 de janeiro de 2012, de São Sebastião do Rio de Janeiro, Bruno Lima Rocha
As chamadas agências de “análise” de risco produziriam indicadores críveis para investidores interessados em adquirir ações ou dívidas na forma de títulos ou produtos financeiros exóticos gerados por agentes econômicos privados. Isto nas origens, porque a relevância destas empresas de bens simbólicos cresceu. Afirmo que estas agências, a partir das três maiores, Standard & Poor’s (S&P), Moody’s e Fitch Rating hoje são peça fundamental da engrenagem capitalista em sua etapa financeira, reforçando um mecanismo de legitimação que reforça e blinda o papel nefasto que a especulação financeira tem.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • A fina equação do crescimento no longo prazo
culturamix Um exemplo de política pública destinada ao crescimento econômico seria termos laboratórios de química funcionando - e bem – por cada escola pública brasileira. Em vinte anos teríamos a base humana para um avanço científico sem precedentes.
12 de janeiro de 2012, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha
Aqui encerro a trilogia (publicada no Noblat) a respeito do crescimento econômico brasileiro na última década, tecendo uma crítica por esquerda através de preceitos da economia política. Terminei o último artigo afirmando o óbvio: o abismo social ainda supera a capacidade de gerar riqueza e distribuí-la, dentro de uma sociedade capitalista. Teríamos dois desafios quase consensuais no país. Um deles é a erradicação da extrema pobreza. Outro é a garantia da mobilidade social e o ingresso de milhões no sistema de amparo legal e produção econômica.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • O Brasil e o desenvolvimentismo capenga
brazilplanet O país vem regulando os preços internos através de sua moeda forte e na aquisição sem precedente de bens de consumo importados. Embora satisfaça e melhore o nível de vida da população, endivida a massa assalariada e tira o foco no desenvolvimento científico brasileiro.
10 de janeiro de 2011, Bruno Lima Rocha
No último artigo do ano, dei início a uma análise transversal do momento econômico vivido pelo Brasil, desenvolvendo o argumento através das bases da economia política crítica. Seguindo no mesmo tema, antes de nada é preciso constatar. Não dá para negar que hoje vivemos bem se comparando dez anos atrás e também que a primeira década do século XXI foi muito melhor para os latino-americanos e os brasileiros do que a seqüência de duas décadas perdidas.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • O real custo Brasil na sexta economia do mundo
Humor La Carte Em momentos de “aleluias” pelo crescimento da economia brasileira, é importante recordar que o Brasil está sob uma guilhotina chamada forma de financiamento. No país tupiniquim, os bancos praticam os juros mais elevados do mundo e o Estado financia a expansão do setor privado. A maioria da população ainda paga a conta dos privilégios de uma elite.
30 de dezembro de 2011, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha
Dessa vez é para valer. O Brasil foi considerado a sexta economia do mundo, atrás apenas de EUA, China, Japão, França e Alemanha.
A julgar pelo fato de que as duas últimas potências são o esteio da combalida zona euro; do Japão permanecer estagnado desde meados da década de e os Estados Unidos serem hoje o mais desigual e menos produtivo dos países desenvolvidos, temos esperanças de crescimento e projeção ainda maiores.
A partir deste fato inegável, cabe uma reflexão crítica, para além da crítica por direita ou do ufanismo oficial.
O jornalismo econômico como porta-voz do capital financeiro
21 de setembro, a oito mãos de São Leopoldo a Maceió, Bruno Lima Rocha, Ana Maria Rosa, Alexon Gabriel e Rafael Cavalcanti
Este trabalho desenvolve a análise da relação entre a suposta crise da Zona do Euro e a cobertura midiática que a precede e acompanha. Verifica que o jornalismo econômico participa dos interesses não apenas das empresas de mídia, mas também dos agentes econômicos mundiais que participam dessa e de outras construções premeditadas. Dessa forma, argumenta-se que a ausência da ética iluminista e republicana do jornalismo é a balizadora ao revés dessas ações, já que a profissão de trabalhar com a informação é facilitadora das relações assimétricas, prejudicando assim os direitos da cidadania e da democracia mesmo em sua forma burguesa e representativa. A cobertura especializada torna-se, portanto, um porta-voz oficioso de ações premeditadas, delinquindo dentro das regras do sistema e transferindo renda dos Estados para os operadores financeiros em uma escala planetária.
O artigo foi publicado na Revista de Economia Política das Tecnologias da Informação e da Comunicação (Eptic), Vol XIII, n.1, Ene. – Abril de 2011.
Capital, informação e economia digital: as múltiplas faces constitutivas da globalização corporativa do capitalismo
21 de setembro, de São Leopoldo, Bruno Lima Rocha, Márcia Turchiello Andres e Ana Maria Oliveira Rosa
O artigo descreve diversas etapas do capitalismo, buscando compreender que as atuais mudanças tecnológicas e suas conseqüências sócio-políticas não se tratam de uma ruptura do sistema em si, mas sim estariam apenas fazendo parte de mais uma re-acomodação deste, como modelo de civilização sistema. Além disso, o artigo também demonstra que a força de trabalho, ressaltadamente a especializada, em seus diversos engendramentos, continua submissa e, além disso, apresenta-se individualizada e, dentro destes parâmetros, sem perspectivas de tornar-se efetiva resistência.
O trabalho foi publicado na Revista de Economia Política das Tecnologias da Informação e da Comunicação (Eptic), Vol XII, n.2, Ene. – Maio a Agosto de 2010.
Zonas cinzas da contra-informação: a cobertura jornalística da revista Época sobre a fraude no leilão do Sistema Telebrás
21 de setembro, da Vila Setembrina a terra dos papa-méis, Bruno Lima Rocha e Rafael Cavalcanti
O artigo pretende situar, minimamente, as relações da indústria da mídia com os organismos de inteligência brasileiros a partir da análise de cobertura jornalística da revista Época sobre o episódio do grampo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O caso ocorreu durante o leilão do Sistema Telebrás em julho de 1999 e as matérias da revista foram publicadas no ano de 2001. Tal escolha se deu por dois motivos: a visibilidade que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) obteve nesta cobertura jornalística e a caracterização de um conflito intra-elites na disputa pelo controle do Sistema Telebrás em leilão de privatização, levando a conclusão de que o sistema privado nasce com vício de origem em sua composição de capitais e concorrência monopolística fraudulenta.
O seguinte texto foi publicado em 2010 no livro TV Digital, Economia Política e Democracia, organizado por Valério Cruz Brittos, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
Economia Política do Audiovisual de Baixo Custo: uma abordagem propositiva
21 de setembro, de Porto Alegre, Bruno Lima Rocha e Rodrigo Jacobus
Pode-se pensar a política como sendo a síntese de idéias, vontades, necessidades, relações de poder, aspirações e interesses em uma sociedade civil organizada. Partindo-se deste conceito-base, é possível analisar a economia política da informação, comunicação e cultura como um instrumental teórico em auxílio à construção de modelos de produção midiática de baixo custo focados no local. Neste artigo, propõe-se um modelo integrado de produção de audiovisual de caráter popularesco, oferecendo um exemplo que ocupe o lado oposto do clientelismo, além da cultura política pragmática e paroquiana. Espera-se, assim, apresentar uma singela colaboração ao campo da educomunicação, partindo-se da crença de que a capacidade cognitiva dos cida-dãos pode ser estimulada e desenvolvida tanto a partir do exercício de recepção de produtos culturais autóctones, como também em função do envolvimento de uma parcela representativa desta população no processo produtivo destas mídias.
O seguinte texto foi publicado em 2009 no livro Digitalização e Práticas Sociais, or-ganizado por Valério Cruz Brittos, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
Em edição especial, que marca o último programa do ano, o Periscópio da Mídia resgata o debate sobre o golpe militar no Brasil em 1964, numa análise histórica e contextualizada do que foi o processo político alterado naquele momento e como a imprensa (comercial e de grandes dimensões) se posicionou. Os membros do programa leram editoriais e artigos publicados nos principais jornais do país nos dias da tomada de poder pelos militares.
Programa Periscópio da Mídia de 15 de dezembro de 2011
Programa de crítica à mídia aborda silêncio dos principais veículos de comunicação em relação ao livro-reportagem A Privataria Tucana; abaixo-assinado defende classificação indicativa na televisão; relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU reconhece acesso à internet como direito humano; Bahia elege representantes do primeiro Conselho de Comunicação Social local do país; blogueiro que denunciou filho de diretor da RBS em caso de estupro é encontrado morto em Santa Catarina; Grupo RBS lança guia ético e de autorregulamentação jornalística.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
A curiosa reportagem do Globo News Documento sobre a crise financeira da Europa.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún - Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
Agências internacionais de notícias omitem riscos do capital financeiro ao reproduzir discurso da crise econômica mundial.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia de 08 de dezembro de 2011
Programa de crítica à mídia discute qualidade de formação do comunicador após o ex-presidente Fernando Collor de Melo chamar jornalistas de analfabetos funcionais; ex-diretor da TV Globo reconhece manipulação da emissora no debate entre Collor e Lula em 1989; TV por assinatura se nega a difundir banda larga pelo país; as vantagens da implantação de um Operador Único da Rede Pública Digital para a radiodifusão não-comercial no Brasil; e como a Argentina trabalha a Ley dos Medios na divisão do espectro midiático entre sistemas privado, público estatal e público não estatal.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
Emissoras de rádio especulam índices de audiência e elevam custos de publicidade.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
A relação entre impostos, dívida pública e lucro dos bancos.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia de 1º de dezembro de 2011
Programa de crítica à mídia repercute as declarações do jornalista Mino Carta e do ex-deputado José Dirceu contra o jornalismo brasileiro; a divergência entre emissoras de TV e empresas de telecomunicação sobre a neutralidade da Internet; e a defesa do padrão nipo-brasileiro de TV digital pelo assessor da Casa Civil André Barbosa Filho.
Programa Periscópio da Mídia 24 de novembro de 2011
Mais uma cidade contraria a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à obrigatoriedade do diploma de jornalista. Fortaleza se tornou o quinto município a cobrar dos órgãos públicos a contratação de jornalistas profissionais. Enquanto isso, o jornal Folha de São Paulo demite 10% da sua redação.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Novembro de 2011
A oposição da mídia à greve dos professores no Rio Grande do Sul.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Novembro de 2011
A publicidade estatal e a liberdade de imprensa.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Novembro de 2011
Os erros e acertos da grande mídia em casos de denúncia de corrupção.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Novembro de 2011
O exílio do deputado estadual Marcelo Freixo e os limites da cobertura jornalística sobre o aparelho de segurança do Estado.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia 27 de outubro de 2011
Ministério das Comunicações “esquece” Confecom e indica (nova) consulta pública para a construção de uma proposta para marco regulatório. Acreditar na prática disso ou não? É a discussão trazida no programa desta semana
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-RS - Outubro de 2011
A reeleição de Cristina Kirchner e a luta pela democratização da comunicação na Argentina.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Outubro de 2011
As eleições na Argentina e a nova legislação que regula a mídia no país.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Outubro de 2011
As denúncias sobre supostas fraudes no Ministério dos Esportes e a ausência de políticas públicas para o esporte no Brasil.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia 13 de outubro de 2011
A mídia continua a falar sobre o assunto e o programa da Rádio Unisinos 103.3 FM “Periscópio da Mídia – a indústria da comunicação social de cabeça para baixo” foi “obrigado” a voltar a comentar na última quinta-feira (14). Numa semana, Rafinha Bastos pediu demissão da Band e surgiu boato que a produtora do formato poderia sair da emissora. Independente das devidas críticas, é importante lembrar que ambos, programa e apresentador, teriam espaços em pelo menos outras duas empresas de televisão.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-RS - Outubro de 2011
A cobertura da mídia sobre a crise financeira e os protestos em Wall Street.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia 06 de outubro de 2011
Prometemos no programa da semana passada e cumprimos! O programa da Rádio Unisinos 103.3 FM “Periscópio da Mídia – a indústria da comunicação social de cabeça para baixo” leu nesta quinta-feira (06) uma lista com as rádios e TVs comerciais com outorgas vencidas, segundo o problemático site da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).