<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Estratégia e Análise]]></title><link>http://www.estrategiaeanalise.com.br/</link><description><![CDATA[Página de análise estratégica do cientista político e jornalista Bruno Lima Rocha. Produzida na Região Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, seu conteúdo é voltado para a análise, assessoria e consultoria estratégica aos movimentos populares e entidades de base de cunho combativo. A página também o embrião de um futuro núcleo acadêmico e social de pesquisa em análise estratégica voltada para a defesa dos interesses populares.]]></description><language>pt-br</language><item><title><![CDATA[O coronelismo eletrônico e a governabilidade]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=1971fa2683ecf5376314007de599aced]]></link><description><![CDATA[<p>24 de dezembro de 2012, <em>Bruno Lima Rocha </em>

Este ano encerra com alguns fatos marcantes na política brasileira. Parece que finalmente, Luiz Inácio vira alvo de denúncias materialmente prováveis. Já o STF conclui um julgamento processado por longos sete anos e a ação penal 470 pune e condena aos membros do chamado Mensalão. E, como sempre, cortinas de fumaça tergiversam sobre um tema básico da democracia contemporânea. A liberdade de expressão, comunicação e informação estão asseguradas no Art.220 do Título VIII do Capítulo V da Constituição Federal de 1988. Mas, ao contrário deste artigo, outros estão fora do debate público. Por quê?</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Supremo, Congresso e a crise dos poderes]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=9434a924b67cf09bf39f69799964bc2c]]></link><description><![CDATA[<p>12 de dezembro de 2012, <em>Bruno Lima Rocha </em>

Agora complicou mesmo. O julgamento do Mensalão no Supremo caminha a passos largos para uma crise institucional. O dilema é relativamente simples. Julgar e condenar são papéis do Poder Judiciário, mas revogar mandato popular cabe aos pares, detentores de poderes semelhantes. Segundo o preceito constitucional, quem retira mandato é o Congresso Nacional e não a suprema corte. O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), deixou explícita a sua posição. Não abre mão da prerrogativa da câmara baixa e, ao seu modo, reage tardiamente ao chamado ativismo judiciário. Bem vindos somos ao país onde &ldquo;ninguém é de direita&rdquo;, embora a esquerda quase inexista e a base de apoio ao governo de turno seja composta pela maioria de direita de sempre.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Lula, indicação particular e o senso comum  ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=affd77dbe1891f6651bb601cf2021843]]></link><description><![CDATA[<p>06 de dezembro de 2012, <em>Bruno Lima Rocha </em>

A Operação Porto Seguro vem expondo, ainda como suposição e caminhando a passos largos para a convicção absoluta, uma possível relação privada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como por sorte não somos um país moralista e puritano como os EUA, a natureza das relações entre Lula e Rosemary Noronha importa pouco ou nada. Urgente é analisar a tipologia de controle político permissível ao ponto de impor a vontade de seu líder sobre um coletivo enorme. Obviamente, tal vontade seria a de Lula, impondo Rosemary como chefe de gabinete do Escritório de Representação da Presidência da República no estado responsável por 40% do PIB da sexta economia do mundo. É sobre o critério desta indicação, e suas desastrosas conseqüências ideológicas, que versa este artigo.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[A Operação Porto Seguro e o debate oculto]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=a0ed3619b0de450d37d76eb4fdd37674]]></link><description><![CDATA[<p><em>Bruno Lima Rocha</em>, 04 de dezembro de 2012

A Operação Porto Seguro consegue transpor barreiras simbólicas e cognitivas, trazendo para a superfície aquilo que constava em alto e bom som no impagável e inesquecível depoimento de Duda Mendonça no auge do escândalo do Mensalão. Pena que o debate não ocorra, porque quem acusa é a ala direita que está fora do governo (que também é de direita) e os críticos com lucidez se colocam de forma tímida, tentando não fazer coro com o PIG. Trago uma má notícia (velha e requentada por sinal); o buraco é bem mais embaixo, vem do andar térreo ou do subsolo e atinge às coberturas dos Jardins Suspensos de São Paulo de Piratininga e arredores. Arrivismo dá nisso.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[A Operação Porto Seguro e a hierarquia paralela]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=13c2e557a2bc998cc43efd5ee0cf68bf]]></link><description><![CDATA[<p><em>Bruno Lima Rocha</em>, 30 de novembro de 2012

A lista dos alvos investigados na Operação Porto Seguro tem capilaridade. Os cargos ocupados refletem a ação sistemática - por dentro do aparelho de Estado  de relações de lealdade e hierarquia informal sendo superior a hierarquia funcional dos respectivos órgãos. São eles: a chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo; o adjunto da AGU; um ex-senador; o chefe de gabinete da Antaq; o procurador geral da Antaq; um membro da Consultoria Jurídica do Ministério da Educação; um responsável pelo banco de dados do Ministério da Educação; um funcionário dos Correios; uma assessora da Secretaria de Patrimônio da União; o diretor de Hidrologia da ANA; e o diretor de Infraestrutura Aeroportuária da Anac. Além destes, a lista também é composta por empresários e advogados. Para irmos além do fato, um pouco de teoria não faz mal.</p>]]></description></item></channel></rss>