<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Estratégia e Análise]]></title><link>http://www.estrategiaeanalise.com.br/</link><description><![CDATA[Página de análise estratégica do cientista político e jornalista Bruno Lima Rocha. Produzida na Região Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, seu conteúdo é voltado para a análise, assessoria e consultoria estratégica aos movimentos populares e entidades de base de cunho combativo. A página também o embrião de um futuro núcleo acadêmico e social de pesquisa em análise estratégica voltada para a defesa dos interesses populares.]]></description><language>pt-br</language><item><title><![CDATA[The Economist e a farsa com nome de crise ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=429a11a2e0d35c9d03a325a9f64c3f75]]></link><description><![CDATA[<p>Valério Cruz Brittos e Bruno Lima Rocha</p>
<p>O texto a seguir tem o caráter de introdutório, iniciando uma série de abordagens com rigor de análise, mas intencionalmente produzidas para darem conta da difusão da crítica midiática através de um portal de internet especializado na matéria. O período temporal localiza-se no segundo semestre de 2008, especificamente a partir de setembro, quando se marca o pior momento do capitalismo em sua etapa de financeirização. No auge da chamada crise, os agentes econômicos e ideológicos liderados pelos meios de comunicação ocupando posição de alcance em escala global tornam-se fundamentais para a compreensão do fenômeno e a interpretação de relações causais deles derivados.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Significados de um 1º de maio]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=808df5a654c49f140c5d20519d5db793]]></link><description><![CDATA[<p>03 de maio de 2012, <em>Bruno Lima Rocha </em>

O 1&ordm; de maio é uma data internacional de luta pelos direitos dos que vivem de sua força de trabalho. Sua história começa na greve geral de Chicago (Illinois, EUA), iniciada em 1&ordm; de maio de 1886 e cuja repressão implica na prisão de dezenas de sindicalistas e a condenação a morte de cinco operários anarquistas, daí conhecidos como Mártires de Chicago. A exceção dos Estados Unidos, o dia converte-se em um momento onde o mundo reconhece o conceito de classe trabalhadora. E, obviamente, desde o século XIX que as correntes do socialismo enfrentam-se para tentar definir o que significa e quem organiza tudo isso.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[A criminalização dos agentes econômicos]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=07b5a367c03de6b30b7bbe048526f621]]></link><description><![CDATA[<p><em>27 </em><em>de abril de 2012, Bruno Lima Rocha</em></p>
<p>O noticiário brasileiro é uma aula de economia política. Se analisarmos o modus operandi dos líderes de oligopólios (como telecomunicações, construção civil, serviços públicos terceirizados, dentre outros), veremos conceitos-chave, capazes de explicar porque temos uma sociedade ainda tão desigual e porque a moral privada das elites políticas no Brasil (fisiológica e patrimonial) casa tão bem com o vale-tudo empresarial que nos acostumamos a ver.

Conceitos como relações assimétricas (desiguais) entre agentes econômicos e representações sociais diante do Estado; barreira político-institucional (como a bancada do latifúndio); oligopólio como classe de mercado (quebrando o falso mito do capitalismo concorrencial); o Estado como pagador de última instância (e promotor de fusões e concentrações de capital); assim como a impunidade seletiva (os grandes nunca são punidos), ocupam páginas e telas jornalísticas brasileiras praticamente todas as semanas.

Ouso afirmar que não é a corrupção político-empresarial uma pauta fixa, mas sim a criminalização do agente econômico. Isto se dá por duas razões complementares.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Repsol: palmas para a Argentina]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=e612a39dd21800fc579d0e091eb4b9e5]]></link><description><![CDATA[<p><em>20 de abril de 2012,  Bruno Lima Rocha </em></p>
<p>A (re)-nacionalização da empresa Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) foi uma ação correta. O equivalente a Petrobrás argentina, privatizada a preços ínfimos e cuja compra fora com moeda podre foi retomada através do controle acionário por parte do Poder Executivo.

E, ao contrário do que por aqui foi veiculado sobre a espanhola Repsol, &ldquo;dona&rdquo; da YPF S.A., esta petrolífera não é necessariamente uma investidora.

Pouco ou nada foi realizado após sua aquisição no meio da farra de pizza com champanhe (em 1993), característica dos governos de Carlos Saul Menem. Aliás, foi o não cumprimento de metas contratuais o que oportunizara a presidente Cristina Kirchner executar uma vontade política das maiorias eleitorais da Argentina.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Cachoeiras de oportunidades políticas]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=6011f72253306fcc0c4b10d39421db6d]]></link><description><![CDATA[<p>12 de abril de 2012,<em>Bruno Lima Rocha 

</em>A Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, criou cachoeiras de oportunidades políticas, mudando drasticamente a conjuntura. Impressiona a capacidade transformadora de um fato midiático à altura da difusão pública das conversas entre o senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido) com seu conterrâneo  e suposto amigo  Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Se fizermos uma breve digressão antes que os arquivos de áudio &ldquo;vazassem&rdquo; da elite policial brasileira para as telas da emissora líder de TV aberta, vamos ver que o governo de Dilma estava indo contra a parede. Era quase um consenso entre analistas (onde este que aqui escreve se inclui) a caracterização de uma possível paralisia decisória em função dos embates do Executivo para com sua base &ldquo;aliada&rdquo;. Em poucos dias, a emergência dos fatos evidenciados coloca em segundo plano a estrutura do presidencialismo de coalizão.</p>]]></description></item></channel></rss>
