<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Estratégia e Análise]]></title><link>http://www.estrategiaeanalise.com.br/</link><description><![CDATA[Página de análise estratégica do cientista político e jornalista Bruno Lima Rocha. Produzida na Região Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, seu conteúdo é voltado para a análise, assessoria e consultoria estratégica aos movimentos populares e entidades de base de cunho combativo. A página também o embrião de um futuro núcleo acadêmico e social de pesquisa em análise estratégica voltada para a defesa dos interesses populares.]]></description><language>pt-br</language><item><title><![CDATA[Polêmicas sobre as dissidências cubanas ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=a696ccb09dd597d6c3d41a72f8b6395f]]></link><description><![CDATA[<p>02 de fevereiro de 2012, da Vila Setembrina, <em>Bruno Lima Rocha </em>

Dilma Rousseff e Raúl Castro foram guerrilheiros no período da bipolaridade. O atual presidente de Cuba é de uma geração anterior, pioneira e heróica para a época, inspirando a presidente do Brasil e seus correligionários. A revolução cubana marcou a mudança de um período, estraçalhou com os Acordos de Yalta e a política de detenção e fronteiras ideológicas estabelecidas pelas duas superpotências, EUA e URSS. Hoje Cuba permanece com o regime de partido único e estrutura de Estado com dominação burocrática, economia planificada (ou tentando ser) e política de direitos sociais e distributivos. A ilha é uma fonte permanente de polêmicas e não vou refugar destas.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[PARA UMA TEORIA LIBERTÁRIA DO PODER (V) - LÓPEZ E A DISTINÇÃO ENTRE PODER E DOMÍNIO  parte 1 ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=da1af20a11a5ae26c229ee0d79b1afd3]]></link><description><![CDATA[<p><em>Felipe Corrêa
</em>
&ldquo;Para uma Teoria Libertária do Poder&rdquo; é uma série de resenhas elaboradas sobre artigos ou livros de autores do campo libertário que discutem o poder. Seu objetivo é apresentar uma leitura contemporânea de autores que vêm tratando o tema em questão e trazer elementos para a elaboração de uma teoria libertária do poder, que poderá contribuir na elaboração de um método de análise da realidade e de estratégias de bases libertárias, a serem utilizadas por indivíduos e organizações.


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Neste quinto artigo da série, utilizarei para discussão o livro, de Fábio López López, Poder e Domínio: uma visão anarquista[*], publicado em 2001, como resultado de reflexões militantes ligadas ao contexto de desenvolvimento do anarquismo de matriz especifista que, naquele momento, desenvolvia-se no Rio de Janeiro, assim como no resto do país. É relevante mencionar que o livro, como colocado pelo próprio autor, é feito por um militante voltado para a militância e, portanto, não tem a intenção de ser um trabalho acadêmico. O que não impede ele de trazer diversos elementos conceituais e argumentações relevantes, que podem contribuir significativamente para o objetivo desta série. Como nos outros artigos, seguem apresentadas, também esquematicamente, as principais contribuições do autor.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Mercado de saúde e poupança interna ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=233798a7a7ff8294eaaac2131c44732c]]></link><description><![CDATA[<p>26 de janeiro de 2012, de São Sebastião do Rio de Janeiro, <em>Bruno Lima Rocha </em>

A pesquisa do IBGE referente ao cálculo com despesas de saúde por pessoa no Brasil (no ano de 2009) comprova o conceito de marketização num setor que em tese, deveria ser provido pelo ente estatal. Marketização implica na ampliação e transformação em serviços e espaços de públicos para privados. Assim, transforma-se um direito  algo da esfera da justiça e do contrato social  em uma mercadoria. No caso, o direito à saúde no Brasil é inversamente proporcional a duas capacidades fundamentais numa democracia: a pressão da cidadania organizada e o crescimento sustentado na poupança interna.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[O que legitima as agências de risco?]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=28c485acfc7173cf9fa808a2a26ec494]]></link><description><![CDATA[<p>21 de janeiro de 2012, de São Sebastião do Rio de Janeiro, <em>Bruno Lima Rocha </em>

As chamadas agências de &ldquo;análise&rdquo; de risco produziriam indicadores críveis para investidores interessados em adquirir ações ou dívidas na forma de títulos ou produtos financeiros exóticos gerados por agentes econômicos privados. Isto nas origens, porque a relevância destas empresas de bens simbólicos cresceu. Afirmo que estas agências, a partir das três maiores, Standard &amp; Poor´s (S&amp;P), Moody´s e Fitch Rating hoje são peça fundamental da engrenagem capitalista em sua etapa financeira, reforçando um mecanismo de legitimação que reforça e blinda o papel nefasto que a especulação financeira tem.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[A fina equação do crescimento no longo prazo]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=ce64db5fd8e9e36bbcae012074c7e8b4]]></link><description><![CDATA[<p>12 de janeiro de 2012, da Vila Setembrina, <em>Bruno Lima Rocha </em>

Aqui encerro a trilogia (publicada no Noblat) a respeito do crescimento econômico brasileiro na última década, tecendo uma crítica por esquerda através de preceitos da economia política. Terminei o último artigo afirmando o óbvio: o abismo social ainda supera a capacidade de gerar riqueza e distribuí-la, dentro de uma sociedade capitalista. Teríamos dois desafios quase consensuais no país. Um deles é a erradicação da extrema pobreza. Outro é a garantia da mobilidade social e o ingresso de milhões no sistema de amparo legal e produção econômica.</p>]]></description></item></channel></rss>
