Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
Principal

Artigos

Clássicos da Política Latino-Americana

Coluna Além das Quatro Linhas

Coluna do Rádio

Contenido Original en Castellano

Contos de ringues e punhos

Democracy Now! em Português

Democratização da Comunicação

Equipe

Fale Conosco

História Pampeana

LARI de Análise de Conjuntura Internacional

NIEG

Original Content in English

Pensamento Libertário

Publicações

Publicações em outros idiomas

Sugestão de Sites

Teoria



Apoiar este Portal

Apoyar este Portal

Support this Website



Site Anterior




Creative Commons License



Busca



RSS

RSS in English

RSS en Castellano

FeedBurner

Receber as atualizações do Estratégia & Análise na sua caixa de correio

Adicionar aos Favoritos

Página Inicial
















































Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
UDN na rua e o pedido de investigação das contas de campanha de Dilma. Mas o empresariado não quer aventuras


As manifestações passaram na TV com a ausência de contraditório, sem que nenhum repórter tenha sequer colocado um microfone em cadeia nacional na boca dos que diziam querer intervenção militar.

24 de agosto de 2015, Bruno Lima Rocha

"Ou o que resta de base social mobilizada ou desembarca de vez do governo e acaba com qualquer resto de duplo discurso como o do tal "apoio crítico" ou toda a esquerda vai pagar um preço alto demais se tudo ruir", escreve Bruno Lima Rocha, professor de de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
O que quer o Estado Islâmico?

Reuters

O que quer o Estado Islâmico é a construção de um Estado com base na Sharia, na interpretação social da fé islâmica segundo uma doutrina conservadora e que não respeitaria as fronteiras estipuladas após a derrota do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial.

22 de agosto de 2015, Bruno Lima Rocha

Entrevista realizada por Pedro Marin da Revista Opera.

Como larvas que brotam da terra, surgiram, repentinamente, os homens das túnicas turvas nas dunas do Iraque. É o que faz parecer a cobertura midiática ocidental em relação ao Estado Islâmico: de uma hora pra outra, o grande inimigo global, capaz de destroçar cidades, deixou de ser a Al Qaeda, e novos inimigos surgiram no horizonte.

Há quem pense, no entanto, que o surgimento do EI não tenha sido tão repentino. Para jogar luz sobre o grupo, bem como sobre os reflexos de suas ações, entrevistamos o professor de Relações Internacionais da UNISINOS, Bruno Lima Rocha:


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
A encruzilhada do Curdistão socialista


Desde o início do conflito na Síria, o governo de Ankara apoia de forma implícita e por vezes explícita o Estado Islâmico e faz o possível para aumentar a repressão sobre Rojava e as linhas de apoio do outro lado da fronteira.

20 de agosto de 2015, Bruno Lima Rocha

Introdução

O advento da primavera árabe e a rebelião sunita contra o governo Assad na Síria oportunizou o exercício de soberania da população curda residindo dentro dos limites deste Estado falido. Em novembro de 2013, isto se concretizou no estabelecimento dos três cantões de Rojava (oeste em curdo), Efrin, Kobane e Cyzire, implicando na construção de uma sociedade de tipo socialista, democrática e feminista. As instâncias de poder são de acesso coletivo, os cargos executivos rotativos e a economia tem base familiar, cooperativada e com experimentos de coletivização.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Quando o “fogo amigo” está tão à direita como a oposição declarada. Uma semana que culmina com o ato da direita ideológica


A semana que culmina com o ato da UDN pós-moderna pedindo o impeachment de Dilma Rousseff (no domingo dia 16 de agosto) traz a proposta de nova articulação com a mesa do Senado e o “fogo amigo” também avançando contra os direitos constitucionais duramente conquistados, mesmo que parcialmente.

14 de agosto de 2015, Bruno Lima Rocha

"Talvez a saída para brecar o golpe em andamento venha do andar de cima. O desempate pode sair do que resta de empresariado nacional que, assustado com a Lava Jato e não predisposto a abrir mão de tudo em função de uma ideologização neoliberal inconsequente, pode pender para a governabilidade. Se avançar a CPI do BNDES vão criminalizar o financiamento das empresas estratégicas. Isso é simplesmente o núcleo central de acumulação capitalista no Brasil. Portanto, freá-lo é inviabilizar o país dentro do modo de produção vigente", analisa Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
A crise política e os limites da democracia liberal como vetor de desenvolvimento soberano no Brasil e na América Latina


José Dirceu foi novamente preso, desta vez na 17ª fase da Operação Lava-Jato, na manhã de 03 de agosto de 2015. Ele não abre nada, nunca abriu, assim como Dilma.

04 de agosto de 2015, Bruno Lima Rocha

"Dirceu não abre e nem gagueja na hora do depoimento. Entendo que Dirceu macula e lastima ex-combatentes da ditadura. O ex-Ministro forte de Lula está do lado errado do conflito social, opera com a mentalidade do antigo inimigo de classe, e atua de forma assemelhada a Rodolfo Galimberti brasileiro e vai se comportar do mesmo jeito de sempre; sem entregar ninguém e menos ainda ceder a pressões externas", opina Bruno Lima Rocha, professor de Relações Internacionais.

Eis o artigo.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Análise de conjuntura em perspectiva – conspirando pela rendição total

grupo de pesquisa trabalho e capital

O perfeito idiota latino-americano em sua versão brasileira mais explícita

26 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

 

As frases são sempre as mesmas: "Populismo fiscal, suporte do Estado e fraude política a caminho"....assistimos a teleconferência apregoando o Manual do perfeito idiota daqueles que nos xingam de idiotas latino-americanos sendo aplicado.

 

Assistindo o programa Globonews Painel (deste sábado 25 de julho de 2015), cuja bancada era  composta por dois economistas vinculados a consultorias privadas e um colega da ciência política igualmente vinculado a outra consultoria, me dei conta que há um tema de fundo nesta crise política. No primeiro mandato de Dilma, o ministro Guido Mantega de fato tentou uma inflexão desenvolvimentista, mas sem uma base social mobilizada e tampouco a predisposição do partido de governo para confrontar a sangria desatada de mais de 40% do orçamento da União para a especulação da agiotagem rentista. No segundo turno de 2014, houve uma eleição plebiscitária cuja chapa vitoriosa aceitou o brete do rentismo e chamara um ministro da Fazenda que apoiara Armínio Fraga para tomar conta do caixa da 8a economia do mundo.

 


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
A tragédia Grega da traição de Tsipras em dois níveis de análise


Alexis Tsipras é só mais um na longa fila de quase líderes a ceder diante ao inimigo diante da possibilidade real de vitória do povo.

17 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha.

"Caso a Grécia tivesse mantido de pé o resultado do referendo de 5 de julho, haveria a condição concreta de subordinar as vontades dos delinqüentes financeiros diante da força democrática, através de consulta direta. Agora, as chances de vitória da longa rebelião grega estão mais distantes", afirma Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo. 


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
House of Cunha - análise de conjuntura após a manobra de Eduardo Cunha e a redução da maioridade penal


O poder de veto da população organizada barrou a barbárie na 4ª feira 01 de julho de 2015, mas os custos desta mobilização podem ser menos extensos do que o poder de manipulação regimental de Eduardo Cunha e suas péssimas companhias.

09 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

"Neste momento da política brasileira, com a presidente se equilibrando com 9% de apoio declarado; com o partido de governo recebendo “bola nas costas” de Lula, o líder com poder de veto e que melou o congresso do PT; com a canha rentista forçando uma inflação baseada em preços controlados; e, com a desinformação estrutural estruturando falsas consciências viralizadas nas redes sociais brasileiras, a conclusão é óbvia. Os setores que tiverem direitos adquiridos e não se mobilizarem, recusando-se a organização de tipo reivindicativo e classista, simplesmente corre o risco de perdê-lo. O Tea Party brasileiro existe embora seja multifacetado e chegou às raiais da desfaçatez. Sua meta passa por cumprir a profecia auto anunciada por Fernando Henrique Cardoso. Ao avançar no desmonte da herança varguista, irão pelo ralo também as estruturas da regulação do mundo do trabalho e boa parte dos direitos conquistados na Constituição de 1988. Todo o cuidado é pouco", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.


ler •
enviar •



cadastre-se para receber nossa newsletter

  • nome:
  • e-mail:

13499 assinantes



Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


ler •
enviar •

Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


ler •
enviar •

Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A relação entre a política gaúcha e a política federal

Em entrevista ao programa Contraponto (28.08.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a relação entre a política gaúcha e a política federal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/rlPx9



Avaliação das manifestações do dia 16 de agosto

Em entrevista ao programa Contraponto (21.08.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha faz uma avaliação das manifestações do dia 16 de agosto. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/rgpYU



As manifestações do dia 16 de agosto e a Agenda Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (14.08.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as manifestações do dia 16 de agosto e a Agenda Brasil. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/rb6g9



Análise política do governo Sartori

Em entrevista ao programa Contraponto (07.08.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o governo Sartori. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8hCi



A crise econômica na Grécia

Em entrevista ao programa Contraponto (16.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a crise econômica na Grécia. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8ikx



Aprovação da Medida Provisória 672/2015 – Correção do salário mínimo aos aposentados

Em entrevista ao programa Contraponto (09.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta aprovação da Medida Provisória que faz a correção do salário mínimo aos aposentados. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8iso



Votação da redução da maioridade penal

Em entrevista ao programa Contraponto (02.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta votação da redução da maioridade penal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8j6c



O posicionamento público do ex-presidente Lula depois do Congresso do PT

Em entrevista ao programa Contraponto (25.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o posicionamento público do ex-presidente Lula depois do Congresso do PT. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8jlb



Análise política da PEC 171/93 – A redução da maioridade penal brasileira

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 24 de junho de 2015. Faça o download neste link: migre.me/qrllS



A mudança no fator previdenciário brasileiro e a aprovação da redução da maioridade penal

Em entrevista ao programa Contraponto (18.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a mudança no fator previdenciário brasileiro e a aprovação da redução da maioridade penal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8jxH

 



O choque de capitalismo e o Plano de Investimento em Logística

Em entrevista ao programa Contraponto (11.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o choque de capitalismo e o Plano de Investimento em Logística. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8jDv



A importância da paralisação dos trabalhadores no dia 29 de maio

Em entrevista ao programa Contraponto (28.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a importância da paralisação dos trabalhadores no dia 29 de maio. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/r8jJB



A incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (21.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pXGdj



Análise política do dia 13 de maio - abolição da escravatura

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 15 de maio de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pRQ7J



O oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic

Em entrevista ao programa Contraponto (14.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pRcXu



A votação do ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pLRDu



O protesto dos professores e a repressão policial no Paraná

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pGpje



O pacote de “bondades” de Dilma Rousseff

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 30 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pGjV5



"Os cinquenta anos"

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 28 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pECJX