Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
Principal

Artigos

Clássicos da Política Latino-Americana

Coluna Além das Quatro Linhas

Coluna do Rádio

Contenido Original en Castellano

Contos de ringues e punhos

Democracy Now! em Português

Democratização da Comunicação

Equipe

Fale Conosco

História Pampeana

NIEG

Original Content in English

Pensamento Libertário

Publicações

Sugestão de Sites

Teoria



Apoiar este Portal

Apoyar este Portal

Support this Website



Site Anterior




Creative Commons License



Busca



RSS

RSS in English

RSS en Castellano

FeedBurner

Receber as atualizações do Estratégia & Análise na sua caixa de correio

Adicionar aos Favoritos

Página Inicial














































Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
ENTREVISTA PARA O IHU ONLINE - Terça, 21 de outubro de 2014

Luiz Inácio da Silva e José Alencar materializaram o pacto de classe que poderia ser reivindicado pelo varguismo.

guilhermebarros

“O lulismo é a baliza desta eleição”. Entrevista especial com Bruno Lima Rocha

“O espaço do centro da política foi perdido pela coalizão de governo e isto se observa tanto na votação apertada de Dilma como na composição do Congresso”, avalia o jornalista e cientista político.

 

O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais e o crescimento de Aécio Neves nas intenções de voto para o segundo turno são consequência, em parte, “de uma grande crise de projeto” que assola “as estruturas permanentes do movimento popular brasileiro”, à medida que os movimentos sociais “não aderem plenamente ao lulismo (pois este implica em pacto social) e tampouco rompem com o mesmo governo”, avalia Bruno Lima Rocha na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Análise do debate dos presidenciáveis na Record, 19 de outubro de 2014, por Bruno Lima Rocha

record

Dilma e Aécio no embate em rede nacional da Record

Dilma tenta embretar Aécio na questão tributária, mas esta fala de ambos, que é consensual - pagamos impostos em cascata e estes incidem sobre o custo do emprego direto. O problema é conseguir ampliar a escala da arrecadação sem aumentar a carga. Ao mesmo tempo, a União tem de faturar, tanto para o bem, assegurando a política distributiva, mas também para rolar a dívida e gerar o ganho dos rentistas. Dilma teria de levantar o tema da geração de emprego direto X o regime de caixa do neoliberalismo. Começou manso o debate e na última fala o Aécio leva.

 

Obs: esta balela de credibilidade da economia brasileira é um absurdo. Tivemos um nível altíssimo de investimento direto nos últimos anos.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Análise do debate entre os candidatos a presidente na Rede Bandeirantes – debate realizado no dia 14 de outubro de 2014 (3ª) – colagem dos comentários por Bruno Lima Rocha

Dilma e Aécio no embate televisivo em rede nacional pela Bandeirantes

band

Fica nítido que Dilma tenta marcar a pauta do governo de Aécio em Minas Gerais explorando também as falas de Armínio Fraga, que sempre geram bastante polêmica e revelam a face mais dura do neoliberalismo. Aécio aponta para um discurso de eficiência, mas tenta marcar a pauta das metas de inflação. A pressão inflacionária traz a memória dos tempos anteriores ao Plano Real. A trajetória privada de Aécio Neves e o papel de Armínio Fraga podem ser o melhor cabo eleitoral do lulismo no pleito de 2014.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Os financistas do mundo e a eleição brasileira

FT

Outrora entusiasta do crescimento brasileiro, hoje o Financial Times é um dos arautos da tragédia que talvez venha, sendo que a antecipação de cenários já deforma o cenário em si. O Brasil é alvo da cobiça do capital financeiro.

Bruno Lima Rocha

 

 

O segundo turno das eleições brasileiras tem relação direta com: a projeção do país; a aliança estratégica do bloco político do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL); o alinhamento do Brasil junto à globalização corporativa. A política externa de Lula e estendida por Dilma (com algumas correções no pragmatismo) é estruturalmente distinta do período de Fernando Henrique. Mudou o eixo e o foco. Em escala mundial, nosso país reforça as relações Sul-Sul, especificamente priorizando os investimentos em infra-estrutura e cadeias produtivas da América Latina e África. O Brasil hoje é um motor do capitalismo mundial. Quem ganhar na urna comandará a 7ª economia do mundo.      


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Corrida eleitoral de 2º turno: o avanço do voto conservador e a difícil capacidade de reação do movimento popular brasileiro – 2

Blogs Financial Times

A melhor chance do PT ganhar do PSDB nesta eleição é contrapor as medidas na política econômica a serem tomadas por Armínio Fraga em contrapartida das políticas do lulismo, com Mantega à frente.

Bruno Lima Rocha, 12 de outubro de 2014

 

O centro da política está sendo controlado pela direita neoliberal contra o acórdão político do lulismo, onde a direita oligárquica forma maioria junto da ex-esquerda. Com a defecção de PSB – já apoiando os tucanos em segundo turno – e agora com Marina Silva forçando uma carta-compromisso de Aécio para com medidas alegadamente sociais e ambientais, diminui o espaço do lulismo original e sua descendência recomendada. O PT terá de se esforçar o triplo para garantir esta apertada vitória na urna, se é que esta virá. Já para a política feita na base da pirâmide social, os tempos que se avizinham serão duros, independente de qual coligação vencer.

 

Quanto menor o espaço político, mais cara é a aliança com os oligarcas de sempre. Tal fato é comprovado com a presença da senadora pelo Tocantins, Kátia Abreu (PSD) representante orgânica do latifúndio e negociadora do agro-negócio junto ao governo Dilma. Já Aécio não deixa por menos, escancarando Armínio Fraga como futuro ministro da Fazenda. Quem assistiu o debate deste experiente operador do mercado financeiro internacional com Guido Mantega (5ª, dia 09 de outubro de 2014, na Globo News), ancorado o debate pela impagável Miriam Leitão, já sabe o que está por vir. Em ambas as situações, a corda vai arrebentar do lado debaixo da sociedade brasileira.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Corrida eleitoral de 2º turno: o avanço do voto conservador e a difícil capacidade de reação do movimento popular brasileiro - 1

várzea e região

Outrora aliado histórico do PT, o PSB deixou de ser linha auxiliar da coalizão de governo para transforma-se em um pivô do eleitorado de centro-esquerda, largando a direita proto-keynesiana para se jogar na aventura da restauração neoliberal.

09 de Outubro de 2014 – Bruno Lima Rocha

 

O país líder da América Latina, do MERCOSUL e dos arranjos diplomáticos latino-americanos se vê numa encruzilhada. Há um consenso do meio para baixo da pirâmide social brasileira. Nosso eleitor mediano, de fato não admite um retrocesso em termos de políticas públicas, não tolerando um discurso que implique na redução do papel do Estado na economia e na garantia dos avanços nas condições materiais de vida. Marina não conseguiu explicar como propunha “nova política” e contava com participação de economistas neoliberais em sua equipe formuladora de programa de governo. Aécio teve – e terá – de se explicar (e fazer crer) que em nenhuma hipótese irá desmontar o aparato de políticas sociais do lulismo.


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
Análise inicial das eleições nacionais no primeiro turno

fatos e personagens

Teremos mais um embate clássico entre o tímido keynesianismo tardio e o neoliberalismo que precisa esconder o que realmente quer fazer.

05 de outubro de 2014 Bruno Lima Rocha

 

Dilma Rousseff (PT) teve cerca de 41,60% dos votos, seguida por Aécio Neves (PSDB) com 33,56% dos votos e Marina Silva (PSB) com 21,32% dos votos. Este é o quadro aproximado após a quase totalidade das urnas apuradas. Podemos chegar a distintas conclusões do processo. Antes cabe um retrato imediato acompanhado por uma narrativa dos dias prévios do primeiro turno.

 

 


ler •
enviar •



Artigos •
para jornal, revistas e outras mídias •
O médico e a doença - rentismo e chantagem política

apologistadapalavra

A Banca reclamou dos depósitos compulsórios e apostou as fichas em outras candidaturas. Agora, força a indicação do possível ministro da Fazenda do segundo governo Dilma e assegura que nenhum dos três candidatos favoritos ameace com auditoria da dívida pública.

1º de outubro de 2014 - Bruno Lima Rocha

Falta pouco e a escalada especulativa convoca para a necessidade de expormos pílulas da última semana antes do 1o turno nacional. Comecemos pela lógica de gerar fato político através da espiral da informação alarmista, retroalimentada pelas relações entre especialistas e negociantes. Vamos lá. O analista eleitoral Antônio Lavareda expressou na manhã de 3ª, 30 de setembro, na mais forte emissora de rádio da Província de São Pedro, a expectativa do "mercado financeiro" a respeito da primeira rodada eleitoral. Compara-se o momento com 2002, quando o ex-gerente de operações de George Soros, Armínio Fraga - hoje homem de confiança e operador do JP Morgan - era presidente do Banco Central. Na época, o dólar bateu R$ 4,00 e o "mercado" forçou uma situação de fato que terminou com a fatídica reunião dos executivos do mundo financeiro com o futuro ministro da Fazenda Antônio Palocci. 


ler •
enviar •



cadastre-se para receber nossa newsletter

  • nome:
  • e-mail:

13408 assinantes



Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


ler •
enviar •

Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


ler •
enviar •

Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais

Em entrevista ao programa Contraponto (16.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mjIE8



As eleições para além do voto e da urna

Em entrevista ao programa Contraponto (09.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as eleições para além do voto e da urna.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mcu93



A falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (25.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/lVCuy



Descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (04.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/lsBw1



A desinformação dos brasileiros a respeito do processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (28.08.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a desinformação dos brasileiros a respeito do processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/ljo1F



A prisão de 21 pessoas realizada por policiais civis no Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a prisão de 21 pessoas, sem justificativas, realizada por policiais civis no Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/kwvp5



As manifestações populares durante a Copa do Mundo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link:
migre.me/k7C4i



A pesar de la pasión futbolera los brasileros rechazan a la FIFA

Una apretada agenda de protestas se superpone en Brasil con los partidos de la copa mundial de fútbol. Este mes, organizan marchas en las ciudades donde se juegan los partidos, para que los medios internacionales repliquen su crítica por cómo la FIFA desembarcó en Brasil.

Bruno Lima Rocha, periodista y politólogo brasilero ligado a los organizadores de las protestas, aseguró que la FIFA cosechó un gran desprecio en la población de su país. "Se protesta contra las imposiciones de la FIFA y con la convicción de que en Brasil la organización está dominada por un grupo de corruptos ligados a los principales poderes económicos de Brasil”, indicó Lima Rocha.

Para escuchar la entrevista completa, haga clic en el link: migre.me/jZzfl

Fuente: Futura FM 90.5, La Plata.



Análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha faz uma análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jMH32



A Proposta de Emenda Constitucional de número 215

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta sobre a Proposta de Emenda Constitucional de número 215 (PEC 215). O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jErof



A greve dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São Paulo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a greve dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São Paulo. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jjSof



Os trinta dias restantes antes da Copa do Mundo e a lacuna democrática para a realização deste evento

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta os trinta dias restantes antes da Copa do Mundo no Brasil e a lacuna democrática para a realização deste evento. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jcto7



As eleições na Colômbia, a política da FARC no país, a libertação de presos na Venezuela e a modificação de milicianos em policiais no México

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 12 de maio de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

Faça o download neste link: migre.me/ja4dF



Os comícios de 1º de maio em São Paulo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta os comícios de 1º de maio em São Paulo. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/j6MPy



O aumento da taxa de desabastecimento de alimentos na Venezuela, a legalização da maconha e a posição política no Uruguai

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 01 de maio de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

Faça o download neste link: migre.me/j2nCl



A morte do dançarino Douglas Pereira no Morro Pavão-Pavãozinho na Zona Sul do Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a morte do dançarino Douglas Pereira no Morro Pavão-Pavãozinho na Zona Sul do Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/iUSIP



A visita do deputado Sergio Massa ao Brasil, um possível acordo nos conflitos políticos venezuelanos e a diminuição de católicos na América Latina

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 21 de abril de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

Faça o download neste link: migre.me/iTo0B



A campanha eleitoral de 2014

A campanha eleitoral de 2014

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a campanha eleitoral de 2014.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/iPnyC



A matéria do jornal Financial Times sobre a sentença de morte do modelo econômico brasileiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a matéria que saiu no jornal Financial Times sobre a sentença de morte do modelo econômico brasileiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/iJGd8