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ISSN 0033-1983
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Revisitando Aníbal Quijano e a colonialidade do poder na América Latina

ipnews

A saída está em redescobrirmos a nós mesmos e descolonizar nossas atuações

21 de junho de 2017, Bruno Lima Rocha 

Oferecemos aqui uma revisitação ao clássico de Aníbal Quijano: “A Colonialidade do Poder, Eurocentrismo e América Latina” (ver na íntegra em castelhano: http://bit.ly/1KIaWYi). O intelectual peruano escreveu em forma de artigo acadêmico um texto que deu base a uma proposta epistemológica para interpretar corretamente nossas estruturas societárias e perspectivas históricas latino-americanas, buscando livrar-nos das armadilhas do eurocentrismo. Produzido no auge do período neoliberal da década de ’90 do século XX e lançado no primeiro ano do novo século, segue mais atual do que nunca, em especial após a nova-velha guinada à direita de nossos países no Continente. 


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Após a votação no TSE, aumentam as chances de Temer seguir no cargo até as eleições de 2018

poder360

O presidente do TSE e ministro do supremo, Gilmar Mendes, deu o voto de minerva na absolvição da chapa Dilma-Temer

12 de junho de 2017, Bruno Lima Rocha

Introdução: o TSE não auxiliou na queda de Temer, e agora?

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) finalmente terminou o julgamento tantas vezes protelado, até porque foi arbitrado em função dos tempos políticos da oposição, agora co-governo, quando do início da denúncia. Vale recordar que a ação foi motivada por vingança política do ex-candidato e senador pelo PSDB de Minas Gerais, Aécio Neves, derrotado no acirrado pleito de 2014.

Agora, na decisão final, vale a máxima de “defender a normalidade institucional”, sempre e quando esta favoreça a correlação de turno. Gilmar Mendes, sempre ele, seguindo o voto dos ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga (indicado por Michel Temer e ex-advogado da campanha de Dilma em 2010) e Tarcísio Vieira (também indicado pelo presidente MT), desempatou a causa. Mendes votou contrário aos ministros Herman Benjamin (relator), Luiz Fux e Rosa Weber. Vale recordar que Mendes, Fux e Weber também são membros do STF, e estarão julgando, avaliando uma hipotética acusação formal do PGR Rodrigo Janto contra o atual presidente. 


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Análise do curtíssimo prazo após a repressão de 24 de maio de 2017

istoe

A PMDF reprimiu à vontade e foi "surpreendida" pelo decreto de GLO da Presidência

30 de maio de 2017, Bruno Lima Rocha

Introdução

O Brasil está em transe político, vivendo com intensidade cada hora de noticiário e cobertura da Operação Lava-Jato a partir da mudança de alvo, ou da exposição do presidente Michel Temer (MT) e seus assessores diretos como possíveis envolvidos na trama de intermediação por serviços prestados no exercício de função pública. A Procuradoria Geral da República (PGR) e sua base operacional de Brasília tomou a frente dos pares de Curitiba e num lance ousado, emparedou o mandatário com baixíssima legitimidade. A conta é simples: pouca legitimidade, um programa anti-popular não abalizado pelas urnas e agora o fiapo de legalidade se esvaindo. Do outro lado, as baterias investigativas da Polícia Federal (PF) sob coordenação direta da Força Tarefa e os acordos de convênio e cooperação com distintos países, mas com destaque para os convênios de EUA e Suíça (no típico "follow the money", siga o dinheiro).


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Análise de conjuntura da crise política após os dois pronunciamentos de Michel Temer

ggn

MT em crise permanente

Bruno Lima Rocha, 23 de maio de 2017

Introdução

Os acontecimentos da política nacional brasileira e sua interseção jurídica, policial e midiática vêm sendo vertiginosos. Desde a 4ª, 17 de maio, quando o colunista de O Globo deu “o vazamento de todos os vazamentos”, pois realizou um “furo” na base do fontismo e da exclusividade, as ações e reações, posicionamentos e recuperações de posições por parte do ainda presidente Michel Temer, mal nos permitem o tempo hábil de processar o que ocorre e transformar em análise. No texto que segue, avaliamos temas de interesse e ao final, apontamos uma via normativa – de tipo dever ser – onde afirmamos uma posição pela radicalidade democrática. Vamos ao debate, temos muito o que fazer.


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Análise da crise política ao calor do momento

viomundo

O ex-deputador federal Eduardo Cunha e o futuro ex-presidente Michel Temer

18 de maio de 2017, Bruno Lima Rocha

Introdução para a “mãe de todos os furos”

Como o país inteiro sabe, às 19.30 no sítio eletrônico do Jornal O Globo, o colunista Lauro Jardim deu a mãe de todos os furos (ver: http://migre.me/wDFem). Imediatamente a emissora líder entrou de plantão, a nota chegou ao Congresso nacional, as duas sessões (Câmara e Senado) foram suspensas e o Planalto chamou uma reunião de emergência, com a presença dos ministros de confiança do presidente Michel Temer e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nesta reportagem bombástica, haveria evidência o suficiente para imputar ação criminosa do presidente da República no exercício do cargo, assim como uma compra de “ajuda financeira” para a defesa legal do senador Aécio Neves (PSDB-MG) com lavagem na sequência, através de empresa do também senador tucano e mineiro, Zezé Perrella. 


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O monstro está solto e a saída domesticada também: uma análise de conjuntura do momento político brasileiro

esquerda_diario

Greve Geral, concentração gigantesca em São Paulo, capital

14 de maio de 2017 – Bruno Lima Rocha

Introdução

Este texto traz duas partes complementares. A primeira apresenta uma rápida análise do país que conseguiu a duras penas realizar a Greve Geral de 28 de abril de 2017, colocando no mundo do trabalho formal a centralidade da luta social brasileira. A segunda parte observa a tensão entre o conflito que vai continuar mesmo após a possível (e até provável) vitória eleitoral de centro-esquerda em 2018 e a tentativa de domesticar a rebeldia brasileira contemporânea. Vamos ao debate, há muito para fazer. 


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As distintas agendas da política: fim da Nova República e leis regressivas através de um governo ilegítimo

dazibao

O castelo de cartas do governo MT desmorona após a quebra do pacto do presidencialismo de coalizão

Bruno Lima Rocha, 3 de maio de 2017

É possível afirmar que a difusão da denominada lista de Fachin é o início do fim – definitivo da “Nova República” – (para ver lista completa acesse http://migre.me/ww30h). Constatar desconfiança coletiva, 5% de aprovação para o governo do vice golpista e a celeridade na aprovação das leis regressivas nos fazem crer que a longevidade desta administração será curta. Será?

 


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Ausência de ideologia de câmbio e a base para a guinada à direita

ggn

A guinada à direita da população desorganizada no Brasil

Bruno Lima Rocha, 19 de abril de 2017

É lugar comum ouvir em análises e expressões vindas de todas as camadas da esquerda e da centro-esquerda, algo como “quando este povo vai se levantar indignado”? Além do sentimento de revolta e frustração – totalmente compartilhado por este que escreve – a afirmação também traz elementos de certa condescendência com o governo deposto e algo da perigosa inocência politica. Neste breve texto, tento demonstrar como a categoria ideologia foi desprezada e, por óbvia consequência, a relação com o oligopólio da mídia – em especial com a empresa líder – foi reificada.   


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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
Desmontando os factoides da segurança de Estado ou da ausência da contra-inteligência nas instituições

26 de junho de 2017 - Análise com Bruno Lima Rocha: O pedido de varredura eletrônica nos gabinetes dos ministros do STF - NESTE LINK http://abracosc.com.br/?p=17453

A Operação Mãos Limpas, versão brasileira e suas disputas internas

Nesta coluna do Rádio, de 19 de junho de 2017, abordamos a versão nacional da operação "Mãos Limpas", que é sustentada por dois pilares principais: a força tarefa de Curitiba, com um sistema de crenças liberais afloradas e a força tarefa de Brasília, comandada diretamente por Rodrigo Janot. Neste link: https://soundcloud.com/user-877051375/1962017-analise-politica-cmo-bruno-lima-rocha

A suposta orientação do Planalto para a ABIN espionar o ministro Fachin do STF

14 de junho de 2017 - Análise radiofônica para o JTSC, a respeito da suposta ordem do presidente Michel Temer, para, hipoteticamente, a ABIN hipoteticamente investigar a vida e a conduta do ministro Luiz Edson Fachin, do STF e relator da Lava-Jato. LINK: http://abracosc.com.br/?p=17411

Análise radiofônica para o Jornal dos Trabalhadores - a permanência de Temer após o resultado no TSE

12 de junho de 2017 - As chances de Temer continuar aumentam - e muito - após o resultado do julgamento no TSE. NESTA COLUNA - http://abracosc.com.br/?p=17378

As manobras parlamentares e a tentativa de salva o governo Temer

05 de junho de 2017 - análise política para o Jornal dos Trabalhadores/SC; as tentativas de salvação do governo Temer. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=17248

A dimensão internacional da auditoria da Petrobrás e da defesa jurídica da JBS

ANÁLISE DE CONJUNTURA NACIONAL PARA O JORNAL DOS TRABALHADORES - Neste áudio, a dimensão geopolítica dos acordos da Lava-Jato e a presença de auditoria jurídica na Petrobras, sendo o mesmo escritório que faz a defesa da JBS aqui e nos EUA. No link abaixo: http://abracosc.com.br/?p=17148

Análise radiofônica a partir da troca do ministro da Justiça

Análise a partir da entrada de Torquato Jardim no ministério da Fazenda e a recusa de Osmar Serraglio em assumir a Transparência. Também abordamos o alinhamento midiático contra e a favor de Temer e o racha da direita em relação a continuidade do governo ilegítimo. LINK http://abracosc.com.br/?p=17129

Análise em áudio, o Brasil após a repressão de 24 de maio de 2017

Nesta coluna radiofônica para o Jornal dos Trabalhadores-ABRAÇO/SC, analisa-se o decreto de Garantia da Lei e da Ordem, assinado como medida desesperada do governo ilegítimo, durante o auge da repressão ao Ocupa Brasília, na 4a dia 24 de maio de 2017 LINK: http://abracosc.com.br/?p=17021

Análise de Bruno Lima Rocha – Coluna após o Pronunciamento do Presidente Michel Temer no sábado 20

Coluna do Rádio - análise para o Jornal dos Trabalhadores - Abraço/SC http://abracosc.com.br/?p=16943

O cenário político brasileiro

20 de abril de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



A Cena política brasileira e as relações promíscuas entre o governo deposto e a mídia

Política Nacional para o programa Contraponto, da RadioCom, de Pelotas, RS. O programa vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30 e pode ser companhado ao vivo pelo site - www.radiocom.org.br.

Ouça aqui: http://bit.ly/2pjIMzW



Primeiros impactos da lista de Janot a partir dos depoimentos da Odebrecht

12 de abril de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



Brasil: la denuncia de 98 políticos profesionales nombrados en la lista de la Fiscalía

12 de abril de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2ohYdGV



Divisão internacional do trabalho

29 de março de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



Viralatismo e eurocentrismo

22 de março de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



A estrutura da corrupção e do poder no Brasil

09 de março de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



La criminalización de las oligarquías políticas brasileñas

08 de marzo de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2mTsbUX



8 de março, dia de luta, uma reflexão solidária

08 de março de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



El depoimento de Marcelo Odebrecht a la Suprema Corte Electoral de Brasil

02 de marzo de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2mq55oK