Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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Democratic Confederalism and Collectivist Economics


1 April 2015

This essay is the beginning of an attempt to develop a left libertarian approach toward an economic model, specifically to a model which is compatible with the political formations of Democratic Confederalism, also referred to as Libertarian Municipalism. At this stage the goal is the development of a working set of tools of analysis, and foster learning among the Libertarian Left. To this end I submit this relatively simple text to provide accessible notions for those struggling to build a society based on Democratic Confederalism.


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Cenário complexo da crise política de 2015 - 1

guerrilheirodoanoitecer

A Globonews flagrara nas marchas de 15 de março faixas e palavras de ordem secundárias que, sem pudor algum, questionavam a legitimidade do atual governo e demandavam o retrocesso do Poder Moderador

24 de março de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Neste texto seguimos com o debate para fazer um esforço analítico no sentido de ser o mais didático o possível e assim instrumentalizar o debate à esquerda do governo. Vamos começar com o tema da LEGITIMIDADE e na sequência, o início do debate quanto a QUALIDADE DA LIDERANÇA POLÍTICA.


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Uma reflexão produzida antes, durante e após os atos de 15 de março

instituto liberal

Os neoliberais brasileiros refletem neste cartaz o protagonismo de quem defende o impeachment

16 de março de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Neste breve artigo analítico, faço a colagem de meus comentários a respeito do ato pelo impeachment organizado em todo o país e com evidente apoio midiático (basta comparar com a cobertura de 2013, ao menos até a conquista do não aumento das passagens). Postei aqui em ordem cronológica para facilitar a compreensão d@s leitor@es.  Sintetizo neste início algumas teses a serem desenvolvidas:

 

- É preciso retomar o espaço político à esquerda, como em 2013.

 

- Não se pode subestimar a histeria midiática e nem as operações de tipo revolução laranja através da internet.

 

- O Planalto acusou o golpe e, no meu ponto de vista, equivocadamente se pronunciou de forma detalhada e ainda deu coletiva com dois ministros para toda a mídia que bate sem parar no segundo governo Dilma.

 

- A grande vitoriosa desta triste tarde de domingo 15 de março foi a direita ideológica, hegemonizada por sua versão neoliberal, taticamente travestida de democrata.  O PIG ajudou – e muito – nesta vitória pontual.

 

- Definitivamente estamos  pagando  o preço da despolitização e letargia iniciados em 2003 e somente interrompidos quando a esquerda não governista saiu às ruas em 2013 e realizou conquistas diretas.

 

- O segundo turno de 2014 foi um plebiscito e, de forma acelerada e indefensável, Dilma e seu núcleo duro de governo cometeram estelionato eleitoral e agora pagam o preço por isso.

 

- Não tem como defender o golpe da direita que perdera e tampouco ficar como linha auxiliar do governo dos oligarcas e dos arrependidos.

 

- O PMDB está assistindo a tudo e faturando nos bastidores com a crise política. O grande líder dos oligarcas de plantão já é Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nobre presidente da Câmara Baixa e liderança inconteste do baixo clero.

 

- Está rompido o pacto de classes do lulismo e inicia – finalmente – a curva descendente do PT na hegemonia da esquerda. O problema é que a esquerda terá de ser reconstruída apesar deste mesmo pacto de classes.

 

- Por fim, o óbvio. A crise política só está começando.

 


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Ainda na reflexão do momento que vivemos - em busca de uma análise à esquerda do governismo

ultimosegundo

A guerrilheira que resistiu a selvageria da tortura a qual foi submetida durante a ditadura está anos luz de distância da chefe de Estado que opera o pacto de classes e agora comanda o vale-tudo pelo superávit primário

Bruno Lima Rocha, 12 de março de 2015

 

Na semana do 15 de março, a direita que não ganhou nas urnas vai tentar emparedar a aliança vitoriosa no segundo turno de 2014. Me parece um fato inegável que o 2o governo Dilma, ao menos em seu começo, se apresenta cada vez mais indefensável para aqueles e aquelas que ainda se posicionam à esquerda na política. Existe a possibilidade de estarmos vendo um conflito entre grupos empresariais com interesses estratégicos no Estado (como as empreiteiras flagradas na Lava Jato) e reprodutores da dominação internacional, favorecendo - em última instância - a quebra do modelo de exploração do Pré-Sal, arvorando que o Brasil não pode ter política industrial e revisando o papel do governo central no desenvolvimento capitalista. No meio desse tiroteio, entendo que as esquerdas restantes - que não estão no governo - não devem e nem podem baixar a guarda nem diante da tentativa de aumento da transnacionalização do sistema produtivo brasileiro e tampouco defendendo o governo Dilma e a relação umbilical com o capital brasileiro e com a maldita lógica rentista, que consome cerca de 40% ano do orçamento da União para torrar na rolagem da dívida pública. Estamos sim sob ataque especulativo, mas isso não implica em alinhamento com a direita que está no Planalto e menos ainda com a UDN pós-moderna que convoca a ocupação das ruas no 15 de março.


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A lista de Janot, a Operação Lava Jato e o sistema político sob suspeita

apoliticaeopoder

O senador Renan Calheiros e o deputado federal Eduardo Cunha, ambos peemedebistas, ao constarem na lista de pedido de investigados da PGR aceita pelo Supremo, podem aumentar a pressão sobre o Planalto pedindo apoio e sustentação da Presidência.

7 de março de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Dez anos após o escândalo do Mensalão vir à  tona o Brasil vivencia um novo escândalo envolvendo operadores políticos. Em 2005 o caso que veio a ser uma ação penal condenatória pelo STF, tratava-se de uma composição de maioria através de sistemáticos pagamentos a parlamentares da “base aliada”. Na ocasião, a direita que não estava – e pouco ou nada está – no governo arvorou-se do espírito da UDN e tentou emparedar o governo Lula ainda em seu primeiro mandato. Com a ausência de apoio popular e pouca disposição para o conflito direto, Lacerda ficou nas profundezas e não veio à tona para golpear a combalida democracia representativa brasileira.

 

Uma década depois e a UDN regozija, e de certo modo, como razão. No momento de descenso do pacto lulista e guinada cada vez mais à direita do governo Dilma, o sistema político se vê diante da suspeita de corrupção endêmica através do vínculo entre políticos de carreira, grandes empresas e contratos de vulto. A lista dos pedidos de investigação do procurador-geral da República Rodrigo Janot veio a público pelas mãos do ministro do STF Teori Zavascki. Constam nos 28 inquéritos abertos, 32 membros do PP, 9 do PMDB (incluindo os presidentes das duas casas legislativas), 6 do PT, 1 do PSDB e 1 do PTB. Eis a lista completa dos operadores políticos que serão investigados:

 


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Uma resposta para as críticas senderistas/maoístas e sua campanha de desinformação sobre Abdullah Ocallan

Ocallan Books

Nesta obra publicada em espanhol e facilmente obtida através da internet, Abdullah Ocallan condensa as bases de pensamento do Confederalismo Democrático e isola qualquer possibilidade de desinformação ou manipulação de ideias.

3 de março de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Antes de iniciar cabe uma reflexão. Entendo que este portal e os perfis que o espelham em redes sociais não formam necessariamente um espaço apropriado para o debate de tipo corrente política. E, tampouco o tipo de leitor@s que temos não é exclusivamente militante e nem de esquerda engajado. Talvez a virtude deste portal (e perfis) seja justamente esta, dar um tratamento analítico e linguagem jornalística para temas de fundos bem ásperos.

 

Diante disso, teremos uma postagem distinta. O link foi publicado pelos herdeiros das ideias de Abimael Guzmán, líder carismático da corrente senderista, representantes do maoísmo peruano nas décadas de ’70, 80 e 90 do século XX. O texto proporciona (e necessita) da contra-crítica necessária para dirimir equívocos além de desmontar a aparente virulência da verborragia de tipo autoritária-sectária, típico de ideologias de Estado, no caso de forma milenarista e ancorada em antigas tradições hiper-autoritárias. Uma destas tradições localizadas no documento tem origem (e por isso a esconde) na relação entre confucionismo e o maoísmo da Revolução Cultural e do Grande Salto, e sua versão andina, como o incaísmo (nunca admitido) de Abimael Guzmán e o 7o racha do PCP, também conhecido como Sendero Luminoso.

 


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Interview about Rojava – Topics for Debate: Questions about the Strategic Scope – an interview with PYD officials

plus.google

A mass demonstration showing people’s support for social change in Rojava

Posted on March 01, 2015 – Bruno Lima Rocha

 

[Editor’s Note, Conjuncture Magazine: A dear friend and supporter of ours from Brazil, Dr. Bruno Lima Rocha, established contact with a series of organizations involved in the social revolution taking place in Kurdistan. Mainstream media sources have largely failed to cover the social process, though news has been able to break the radio silence. This is the second interview we publish in this series. It should also be said that minor grammatical errors were corrected (as neither participant in the interview is native to English). But most is left in the original form, for fear of losing accuarcy.]

 

Introduction: Since the Kobani siege started I have been dedicating several hours per week to understand and divulgate as much as possible about this social revolution, initiated in a combination of Democratic Confederalism and the Syrian civil war. As a militant, I always have been involved in international solidarity. As an Arab descendant, I always have been trying to find a reliable left-wing force combining direct action and internal democracy.

 

As a scholar and a professor of geopolitics, studying the region for more than 25 years, Rojava is a dream coming true. Here I start the first of some interviews with organizations that have real experience in this process and on the ground. In this interview, I was lucky to get information from PYD (Democratic Union Party) officials, women and men concerned with building a new society in Western Kurdistan in the middle of the Syrian and Iraq civil war.


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Uma breve reflexão a respeito da Venezuela à beira de um ataque de nervos

cnn.mexico

Em 18 de fevereiro, o líder opositor Leopoldo López se entregou para a Guarda Nacional que opera na Grande Caracas. López, Ledesma e Borges formam a linha de frente da direita mais alinhada aos intentos de golpe contra o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

23 de fevereiro de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Com este texto em português espero começar uma série de reflexões que culminem com uma análise de maior fôlego. Aqui, de forma acelerada, aponto alguns tópicos para debate.

 

1) O presidente Nicolás Maduro foi eleito, reconhecidamente eleito. Foi por margem apertada mas foi; foi através do legado político de Chávez e com o controle de máquina do governo nacional, mas foi. Na constituição da Venezuela, a bolivariana, há um mecanismo que habilita ao referendo revogatório com cerca de 20% de assinaturas de eleitores válidos. Ou seja, se a defesa da "democracia" é a meta da direita venezuelana, então há uma forma institucionalizada para realizar esse recâmbio de poder.


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A investigação na Operação Zelotes

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 31 de março de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pfniD



A submissão do atual governo no âmbito do capital financeiro

Em entrevista ao programa Contraponto (26.03.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a submissão do atual governo no âmbito do capital financeiro. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pbIpO



A revolução popular curda e a situação no Oriente Médio

Coluna Análise Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-RS – 24 de março de 2015.

Faça o download neste link: migre.me/p9oIw



Demissão de Cid Gomes no Ministério da Educação

Em entrevista ao programa Contraponto (19.03.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a demissão de Cid Gomes no Ministério da Educação.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/p5Lb7



Avaliação da Marcha da direita no domingo (15/03)

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 17 de março de 2015. Faça o download neste link: migre.me/p42mP



Crítica ao Partido da Imprensa Golpista

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 12 de março de 2015. Faça o download neste link: migre.me/p1bT9



Análise Internacional: o Dia Internacional da Mulher e a força feminina no Curdistão

Coluna Análise Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-RS – 09 de março de 2015.

Faça o download neste link: migre.me/oYcrQ



A agência Standard & Poor’s visitou ao Ministério da Fazenda

Em entrevista ao programa Contraponto (05.03.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a visita da agência Standard & Poor’s no Ministério da Fazenda.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/oTzXh



Análise Internacional: acompanhando a Revolução de Rojava

Coluna Análise Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-RS – 03 de março de 2015.

Faça o download neste link: migre.me/oRv9i



O ato da Federação Única dos Petroleiros e a crise na Petrobras

Em entrevista ao programa Contraponto (26.02.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o ato da Federação Única dos Petroleiros e a crise na Petrobras.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A crise política no Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (19.02.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a crise política no Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A crise na Petrobras

Em entrevista ao programa Contraponto (12.02.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a crise na Petrobras.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A eleição do Eduardo Cunha para a presidência da mesa na Câmara dos Deputados Federais

Em entrevista ao programa Contraponto (05.02.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a eleição do Eduardo Cunha para a presidência da mesa na Câmara dos Deputados Federais.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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Nova alta na Taxa Selic e o austericídio a caminho no governo do Copom

Em entrevista ao programa Contraponto (23.01.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a nova alta na Taxa Selic e o autericídio a caminho no governo do Copom.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A islamofobia na Europa

Em entrevista ao programa Contraponto (15.01.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a islamofobia na Europa

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O atentado contra o jornal Charlie Hebdo

Em entrevista ao programa Contraponto (08.01.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o atentado contra o jornal Charlie Hebdo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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As relações comerciais entre Estados Unidos e Cuba

Em entrevista ao programa Contraponto (18.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as relações comerciais entre Estados Unidos e Cuba.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade

Em entrevista ao programa Contraponto (11.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A economia política dos banqueiros

Em entrevista ao programa Contraponto (04.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a economia política dos banqueiros.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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