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ISSN 0033-1983
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O 3º turno pautado pela direita que não ganhou as eleições presidenciais de outubro. Análise de conjuntura para o IHU – semana de 23 de novembro de 2014

Latin Finance

Joaquim Levy no Fórum Econômico Mundial e a defesa incondicional das margens asiáticas aplicadas para os operadores de mercado no Brasil. O amigo de Armínio Fraga marcha para a conquista da Fazenda da União.

Bruno Lima Rocha, de 23 a 29 de novembro de 2014

 

Introdução

 

Estamos diante de um novo fenômeno. O 3º turno no Brasil era na composição de maioria, na busca desenfreada pela tal da governabilidade, dando carne ao conceito de presidencialismo de coalizão. Tal conceito-chave na política brasileira - se for observado sem senso crítico - entra nas falácias neoinstitucionalistas. Se for traduzido pela sua natureza substantiva, revela-se a condição de governo de quem faz campanha ao lado de 10 partidos, embora esconda as legendas oligárquicas nos programas de TV e Rádio. Agora o 3º turno ultrapassa as raias do absurdo e trata do seqüestro da pauta por direita, havendo uma corrida de cancha reta entre o Planalto (ou Dilma e Lula, mais apropriadamente dito) e a oposição neoliberal, apostando o páreo para ver quem alinha de forma mais convicta com o receituário da “retomada de confiança do mercado”. Nesta corrida infeliz, cumpre papéis preponderantes tanto a pressão midiática – como veremos no tópico logo abaixo – como a execução da teoria das portas giratórias, onde o pivô é um alto executivo de finanças que entra e sai do aparelho de Estado como se este fosse o prolongamento de suas atividades privadas. As palavras que seguem não são propaganda ideológica embora não percam sentido de crenças e normatividade. Reforço que não são propícias para quem vive em estado de pensamento mágico, confundindo o apelo publicitário do marketing político com a política nua e crua, embora com requintes de sofisticação, realizada por e pelo andar de cima do Brasil. 


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A virada à direita segue a passos largos no segundo governo Dilma

Folha

Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, respectivamente, as indicações para a Fazenda, Planejamento e a permanência no BC. Os nomes teriam sido “vazados” por fontes do Planalto. O Brasil votou na esquerda para ser governado por direita.

22 de novembro de 2014 – Bruno Lima Rocha

 

Neste breve artigo, constato o estelionato eleitoral de um governo que já recomeça contra as cordas e disposto a ceder quase-tudo para fazer quase-nada. Mesclando notas que saíram na Folha e na CartaCapital, a lógica da virada à direita na economia seria inevitável. Vejam a natureza dos gastos, cuja intenção é permitir o pagamento da dívida pública - maior gasto corrente do orçamento da União.


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Cenário pós-eleitoral – as marchas de 15 de novembro e o epicentro da política brasileira em São Paulo

Blog do Parrini

Sob o guarda-chuva de Movimento Brasil Consciente, neoliberais e extrema-direita organizam os protestos contra o resultado eleitoral, o mecanismo de governabilidade do lulismo tendo como pano de fundo a corrupção endêmica. Diante da CPI da Petrobrás, a direita pode realmente capitalizar sobre o governo que nada em seu próprio lamaçal.

Bruno Lima Rocha, 19 de novembro de 2014 

 

O debate a respeito do cenário pós-eleitoral, ao contrário do que muitos esperavam, não se atenuou. Aumenta a intensidade dos protestos por direita, e, ao mesmo tempo, abre-se todo um leque de possibilidades para colocar o governo reeleito contra a parede, diminuindo ainda mais sua estreita margem de manobra. Podemos identificar quatro possibilidades dentro do cenário complexo onde se realizam arenas simultâneas de embate.


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EUA x ISIS, “outra guerra estúpida” onde a esperança da humanidade está nas forças curdas

directnews.gr

Mapa do cerco a Kobane, onde as bandeiras negras são as forças do ISIS e a bandeira amarela representa o contra-ataque curdo.

 

13 de novembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

No início de setembro, enquanto a OTAN realizava o seu encontro anual, com o secretário da aliança passando o chapéu para apertar as receitas dos países membros, constatava-se uma corrida do horror. Alimentados pelos aliados dos EUA na região, a Al-Qaeda força a fronteira da Síria com Israel e, ao mesmo tempo, anuncia a formação de seu braço na Índia. No Levante, enfrentam-se criador (Al-Qaeda, através de seu braço, Frente Al Nusra) e criatura (ISIS, racha da Al-Qaeda no Iraque). A superpotência assistia “quase inerte”, para não se envolver demais e criar um novo despertar sunita. Por fim, a grande questão é: - Como é possível uma força móvel, o ISIS, ser financiada por um califado pirata que vive vendendo petróleo? Óleo cru não é tão simples de transportar e menos ainda de realizar compensações bancárias correto?


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Debatendo com Carlos Alberto Sardenberg - as caracterizações e sinais de Dilma Rousseff diante da encruzilhada na política econômica

jb.com.br

Luiz Carlos Trabuco, presidente executivo do Bradesco, assim como Henrique Meirelles, foi cotado pelo Planalto para emplacar na pasta da Fazenda do 2º governo de Dilma.

11 de novembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

Poucas vezes pude concordar tanto com Sardenberg (se é que não foi primeira), âncora da CBN, colunista do Jornal da Globo, blogueiro e jornalista da velha guarda no rumo inexorável da curva à direita já feita por Paulo Francis, dentre outros. O  comentarista de economia do jornal noturno da empresa líder sugere neste artigo para Dilma a cópia do modelo de comportamento chinês, pois segundo o próprio:

 

"Os líderes chineses têm uma habilidade especial para adotar políticas pró-mercado com uma retórica de esquerda para agradar esse lado do Partido. Vire à direita, dê sinal à esquerda — tal é o ensinamento."


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Polemizando com dois editoriais da Carta Maior, 29 de outubro e 06 de novembro de 2014

Amilton Aquino_visaopanorâmica

Não é possível cogitar uma capacidade de governo considerando que a presidente eleita tem como vice um partido que é artífice da barganha institucionalizada.

Bruno Lima Rocha, 08 de novembro de 2014

 

Dando sequência na saudável polêmica e debate aberto (dentro de um campo ampliado por esquerda), neste breve texto analítico, observo dois editoriais do portal Carta Maior.  Esta publicação, como se sabe, opera como a linha teórica de maior nível, onde aqueles e aquelas que aderem ao governo marcam sua posição progressista, estando à esquerda da linha hegemônica do PT e das diretrizes do Poder Executivo.

 

Vale observar a excelente caracterização das condicionantes do poder mundial e da capacidade de exercício de governo no Brasil. Para tanto, selecionei os seguintes trechos do editorial da Carta Maior de 29/10/2014. 


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No Brasil, a “venezuelização” é um fenômeno da direita que perdeu a eleição

umbuzeiro

Não há como ver uma passeata de direita em São Paulo sem retornar ao fantasma da marcha com Deus, pela família e contra a democracia. Mesmo que formem uma aliança tática, manifestantes favoráveis ao impeachment e os que pedem o retorno da caserna terminam por fortalecer corrente de opinião semelhante.

Bruno Lima Rocha, 03 de novembro de 2014

 

Neste breve texto, analiso um pouco mais do drama pós-eleitoral. As palavras que seguem não têm a formalidade costumeira, sendo fruto tanto da reflexão acelerada diante de uma possível escalada reacionária, algo alarmista, como também refletindo a predisposição da direita que perdeu em contestar o processo eleitoral e seu resultado. Assim, torna-se preciso analisar com frieza a patética - embora perigosa - marcha pelo impeachment ou pedindo "intervenção militar" no Brasil, realizada em São Paulo, no sábado 1o de novembro.


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Análise de conjuntura pós-eleitoral – passada uma semana da reeleição, a chantagem institucionalizada e o caminho para um governo acuado

últimosegundo

O deputado fluminense e eminente cardeal do Congresso Eduardo Cunha – líder do PMDB - é apontado pelo ainda presidente da câmara baixa tupiniquim, o potiguar e também peemedebista Henrique Eduardo Alves, como seu sucessor. Com uma base aliada assim, o gabinete de Dilma vai ser pouco mais do que um bloco de operadores da direita dedicando-se a extorquir o capital político da presidenta.

Bruno Lima Rocha, 1º de novembro de 2014

 

O domingo dia 26 de outubro foi um marco na história política recente do país. O mesmo projeto de governo emplacava seu quarto mandato consecutivo, realizando a proeza de reeleger uma ex-guerrilheira indicada como sucessora de um ex-dirigente sindical. Tudo seria um mar de rosas, se estas mesmas rosas, ao contrário do que disse Mestre Cartola, não roubam “perfumes de musas do carnaval” e sim o odor fétido do submundo da política oligárquica que todos vêem e ainda poucos são taxativos a este respeito. Se pudermos caracterizar o momento do curtíssimo prazo pós-reeleição, trata-se de algo muito perigoso. 

 


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A operação lava jato

Em entrevista ao programa Contraponto (20.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta sobre a operação lava jato.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/n1lXj



O atual mapa político do Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (06.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o atual mapa político do Brasil.

O comentário também rende homenagem póstuma para Miguel Guaglianone, Róbson Achiamé e Leandro Konder.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mPdnS



Manifestações contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a “venezuelização” do Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (06.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as manifestações contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a “venezuelização” do Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mH64x



A reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita

Em entrevista ao programa Contraponto (30.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mA8OF



Prévia do panorama eleitoral no segundo turno

Em entrevista ao programa Contraponto (23.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha faz uma prévia do panorama eleitoral no segundo turno.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mrqNU



A polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais

Em entrevista ao programa Contraponto (16.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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As eleições para além do voto e da urna

Em entrevista ao programa Contraponto (09.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as eleições para além do voto e da urna.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (25.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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Descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (04.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A desinformação dos brasileiros a respeito do processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (28.08.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a desinformação dos brasileiros a respeito do processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A prisão de 21 pessoas realizada por policiais civis no Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a prisão de 21 pessoas, sem justificativas, realizada por policiais civis no Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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As manifestações populares durante a Copa do Mundo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link:
migre.me/k7C4i



A pesar de la pasión futbolera los brasileros rechazan a la FIFA

Una apretada agenda de protestas se superpone en Brasil con los partidos de la copa mundial de fútbol. Este mes, organizan marchas en las ciudades donde se juegan los partidos, para que los medios internacionales repliquen su crítica por cómo la FIFA desembarcó en Brasil.

Bruno Lima Rocha, periodista y politólogo brasilero ligado a los organizadores de las protestas, aseguró que la FIFA cosechó un gran desprecio en la población de su país. "Se protesta contra las imposiciones de la FIFA y con la convicción de que en Brasil la organización está dominada por un grupo de corruptos ligados a los principales poderes económicos de Brasil”, indicó Lima Rocha.

Para escuchar la entrevista completa, haga clic en el link: migre.me/jZzfl

Fuente: Futura FM 90.5, La Plata.



Análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha faz uma análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jMH32



A Proposta de Emenda Constitucional de número 215

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta sobre a Proposta de Emenda Constitucional de número 215 (PEC 215). O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jErof



A greve dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São Paulo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a greve dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São Paulo. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jjSof



Os trinta dias restantes antes da Copa do Mundo e a lacuna democrática para a realização deste evento

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta os trinta dias restantes antes da Copa do Mundo no Brasil e a lacuna democrática para a realização deste evento. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jcto7



As eleições na Colômbia, a política da FARC no país, a libertação de presos na Venezuela e a modificação de milicianos em policiais no México

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 12 de maio de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

Faça o download neste link: migre.me/ja4dF



Os comícios de 1º de maio em São Paulo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta os comícios de 1º de maio em São Paulo. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/j6MPy