Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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O Irã e o xadrez curdo

e-kurd

O suicídio de Farinaz Xorowanî marcou a elevação do conflito no Curdistão Leste e expõe a severa repressão que os agentes de Teerã exercem sobre a esquerda curda

20 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

A cidade de Mahabad é conhecida como a capital do Curdistão iraniano, e hoje opera como o epicentro da rebelião popular dos curdos contra a autoridade xiita de Teerã. O Curdistão Leste (Rojhelat) viveu um momento de rebelião após o dia 7 de maio quando uma jovem curda se atirou do 4º andar de um hotel cinco estrelas onde trabalhava como camareira. O motivo do suicídio de Farinaz Xorowanî foi um ato de rebeldia contra agentes da inteligência iraniana (Itlaat) que, ao alegar querer interroga-la tentaram forçar um estupro. O sacrifício da trabalhadora resultou em rebelião franca e aberta, com as tropas anti-distúrbios da província e forças regulares da Guarda Revolucionária do Irã (Pasdaran) usando munição letal no meio da rua. Tal episódio, ao contrário de ser uma raridade, é a norma de convivência entre o regime dos Aiatolás e a esquerda curda. Nos dias posteriores, a polícia política dos aiatolás prendeu mais de 800 militantes sociais curdos, o que certamente irá aumentar a estatística regular de assassinados pelo Estado; cerca de cem ativistas por ano são enforcados pelas leis do fundamentalismo xiita.   


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Breve análise da semana do 13 de maio e da votação da MP 664: camaleões e oportunistas fazendo a festa

sindmarceneiros

As MPs 664 e 665 têm uma perigosa coerência com o Projeto Lei 4330, o que aprova a terceirização da atividade-fim das empresas. Qualquer cálculo de isenção, fraude e sonegação fiscal ultrapassa as medidas de ajuste promovidas pelo ministro banqueiro e o governo de coalizão de centro-direita.

17 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

A base do modelo de empresa – e empresa em rede para a sociedade. Isto é o que está em jogo com o processo de austeridade fiscal que vem do governo e o golpe da reação com o Projeto Lei 4330, desengavetado por Eduardo Cunha. Nesta semana, a Câmara votou a Medida Provisória 664 e, através de outra manobra surpresa do cardeal neo-pentecostal e dono de mídia do PMDB fluminense, apareceu o projeto que revisa a base de cálculo previdenciário. Na prática, o Brasil assistiu outro triste espetáculo com políticos camaleões, onde neoliberais travestiram-se de defensores dos aposentados e ex-reformistas incorporaram o discurso da tal da governabilidade. Assim, a Previdência que é superavitária em mais de R$ 83 bilhões ao ano, caso este projeto venha a ser aprovado após passar por todo o rito parlamentar e a sanção da ex-guerrilheira arrependida (algo que duvido), pode gerar uma sobrevida um pouco menos injusta para os que contribuíram com o país por mais de 35 anos e da União levam a escassez porque tudo tem de entrar no maldito regime de caixa para gerar dividendos para os que vivem de capital fictício.

 

Vejamos na sequência alguns episódios mais marcantes desta semana última no cenário político e ideológico brasileiro. 


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A aprovação da MP 665 e mais uma traição da bancada do PT

reuters

No festival de oportunismo e traição da Câmara, a oposição de direita se arvora de defensora dos trabalhadores e cobra a coerência de Dilma e sua bancada. Os parlamentares petistas, vergonhosamente, votam a favor do regime de caixa da direita financeira, dando munição para os pelegos orgânicos da Força Sindical.

Bruno Lima Rocha, 10 de maio de 2015

 

Na noite de 4ª, 5 de maio o texto-base da Medida Provisória 665 foi aprovado na Câmara com o apoio de boa parte da base do “governo”  tendo a bancada federal do Partido dos Trabalhadores (PT) fechado questão a favor. Na véspera da votação, o mundo parecia de ponta cabeça, incluindo a rebeldia de parlamentares petistas, seguindo a linha de independência e algum classismo manifestado pelo senador e ex-trabalhador metalúrgico Paulo Paim. No plenário da câmara baixa, houve de tudo. Seguindo a lógica maquiavélica, onde moral e política podem não se coadunar e tampouco a coerência discursiva vale de algo, a oposição da direita que não é governo se portara como o PT dos anos ’80. Parlamentares tucanos e udenistas brandiam réplicas de papelão de carteiras de trabalho e nas galerias, a Força Sindical se travestia de base autêntica do período da Conclat. Tudo para constranger o governo de centro-direita e tentar aumentar a celeuma entre a direita que está no governo e a que se localiza fora da partilha dos ministérios. 


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O sequestro da democracia no Paraná

viomundo

A sanha repressiva do governo do Paraná, sob comando do tucano Beto Richa, reflete o apetite inesgotável por recursos coletivos para desaparecem na vala do caixa único e da rolagem das dívidas internas dos governos sub-nacionais.

09 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

No Paraná, a democracia foi sequestrada pelos poderes constituídos que se tornam ilegítimos quando isolam a área ao redor da Assembléia Legislativa para, em votação em reduto fechado e longe do povo organizado. O motivo é típico da legitimidade da democracia indireta: desviar o fundo previdenciário de novo tipo dos professores do Paraná e assim fazer regime de caixa para aumentar a sanha por recursos financeiros.

 

A democracia representativa mandou isolar a área ao redor da Assembleia paranaense, não permitindo que professor@s e servidor@s sequer se aproximassem do parlamento estadual onde o fundo de previdência estava sendo desviado de sua função original. Para impedir a votação que roubava o fundo dos servidores, a Justiça estadual deu o interdito proibitório contra os manifestantes.


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Pensamento Libertário •
as bases do pensamento, doutrina e teoria política da democracia radical com a igualdade social •
Bridges between Anarchism and Democratic Confederalism - 3

roarmag.com

The roots of Kurdistan social revolution guarantees the authenticity and legitimate the changing values advocated by the PKK umbrella.

Bruno Lima Rocha, 9 May 2015

 

In this essay, I start to debate and contest the political theory produced to classify all parties, and in extension, all political organizations, inside an umbrella that models political participation inside indirect democracy in a liberal approach. Before going deeper into criticism, I will highlight some aspects. This article is not intended to enter the specific debate about the theories of political parties, but to contest the essential part of the hegemonic approach for political organizations definitions. We argued against the Marxist and Marxist-Leninist tradition in the two first essays.  In this one and the next, we will argue against the theory produced to reinforce the powers that are political models in Western societies. Besides struggling against hegemonic definitions, I must recognize that political science has discussed this subject extensively, and that the object of analysis – the political party – is a unit of essential structural analysis for the area, and that there is a large (and boring) literature about it. 


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A materialidade de mais uma traição de classe pelo Planalto

avozdavitoria

Dilma Rousseff e Armando Monteiro, seu ministro da Indústria e Comércio, o senador pelo PTB pernambucano e ex-presidente da CNI. A materialização do peleguismo quando a ex-esquerda segue desesperada atrás da miragem de um empresariado nacional-desenvolvimentista, a eterna falácia de outro enganoso pacto de classe.

03 de maio de 2014, Bruno Lima Rocha

 

Vejam o exemplo material da traição de classe deste governo que fez campanha dizendo que não mexeria em nenhum direito dos trabalhadores. O ministro do de Indústria e Comércio de Dilma é Armando Monteiro ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), senador pelo PTB de Pernambuco. Dilma passou o final de semana anterior ao 1º de Maio preparando um pacote de privatizações indiretas da ordem de 150 bilhões para concessões de portos, aeroportos, rodovias, hidrovias e ferrovias. E mesmo com tantas vantagens o Planalto é incapaz de impor uma condição de negociar com a CNI a manutenção da CLT, considerando que o empresariado acumula ganhos por uma década através do financiamento via BNDES e bancos estatais. A propaganda da CNI que está sendo distribuída via redes sociais, assim como a ofensiva de mídia da Fiesp e demais federações empresariais são a prova cabal da imposição de agenda com aceitação de Dilma e cia.


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Análise de conjuntura abordando especificamente os interesses classistas para este 1º de maio de 2015

fup

O fantasma da terceirização gera um racional estado de pânico para a massa assalariada brasileira; as condições de resistência estão prejudicadas pelo peleguismo histórico e a adesão governista da última década

 

30 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Abertura – Na semana de 1º de maio de 2015, vivemos um momento ímpar. A classe trabalhadora pode estar diante da pior derrota na história recente do país desde a traição de João Goulart (quando este optou por não resistir) quando do golpe de 1º de abril de 1964. O absurdo é estarmos vivendo esta circunstância em função de um governo frágil, que fez campanha por esquerda (em especial no 2º turno), ganhou raspando – acertadamente polarizando o país – e já entregara quase tudo ainda no ano de 2014. A conjuntura é tensa porque esta mudança vinda do Projeto Lei 4330 na prática altera – e para o bem da acumulação dos patrões e empregadores, além de rentistas que se beneficiam dos recursos coletivos da União – a estrutura das relações de trabalho no Brasil. Logo, quando uma conjuntura pode influir de modo estrutural e desestruturante, esta se torna estratégica. Eis a arena onde as maiorias brasileiras hoje se encontram. 


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Breve análise de conjuntura após a aprovação da terceirização para as atividades-fim das empresas. O PL da terceirização avança na Câmara e ruma ao Senado.

sticap

A terceirização é a face legal da acumulação flexível, um dos braços do pós-fordismo que governa nossos tempos e movimentos em todas as escalas. Se aprovado, é a realização da tenebrosa profecia de FHC

 

Bruno Lima Rocha – 24 de abril de 2015

 

A 4ª feira 22 de abril iniciou com um leve tom de confiança por parte dos sindicalistas vinculados a CUT e CTB (governistas) e mesmo os representantes da CSP Conlutas e da Intersindical (à esquerda do governo). Como afirmei em textos anteriores, após anos de peleguice e da triste sina de ir a reboque de um governo de centro direita parece que as energias restantes do sindicalismo brasileiro ao menos conseguem ser suficientes para defender direitos adquiridos. O PL 4330 seria a pior derrota desde o golpe de 1964 e deveria ser derrotado. Se este retrocesso fosse interrompido será possível brecar a agenda conservadora do Blocão que também é "base" do governo. Não foi desta vez.


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (21.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pXGdj



Análise política do dia 13 de maio - abolição da escravatura

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 15 de maio de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pRQ7J



O oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic

Em entrevista ao programa Contraponto (14.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pRcXu



A votação do ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pLRDu



O protesto dos professores e a repressão policial no Paraná

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pGpje



O pacote de “bondades” de Dilma Rousseff

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 30 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pGjV5



"Os cinquenta anos"

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 28 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pECJX



As consequências do acordo de classes para a classe trabalhadora

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 27 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pDXHE



A terceira rodada de votação do Projeto de Lei 4330

Em entrevista ao programa Contraponto (23.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a terceira rodada de votação do Projeto de Lei 4330. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pB0rd



O PL 4330 e a agenda política conservadora

Em entrevista ao programa Contraponto (16.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o PL 4330 e a agenda política conservadora. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A reação contra o PL da tercerização e a correlação de forças entre capital e trabalho

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 16 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pvken



O lacerdismo pós moderno

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 14 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pttbv



A conjuntura nacional pós ato da direita ideológica

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 13 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/psKk6



Os problemas do Projeto de Lei 4330 para os trabalhadores

Em entrevista ao programa Contraponto (09.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta os problemas do Projeto de Lei 4330 para os trabalhadores. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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PL4330 da tercerização e a reação do movimento sindical

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 09 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/potIN



Atividade massiva e pública da direita ideológica

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 07 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/potOi

 



A relação tensa entre o PMDB e o PT

Em entrevista ao programa Contraponto (02.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a relação tensa entre o PMDB e o PT. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A investigação na Operação Zelotes

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 31 de março de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pfniD



A submissão do atual governo no âmbito do capital financeiro

Em entrevista ao programa Contraponto (26.03.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a submissão do atual governo no âmbito do capital financeiro. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pbIpO