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ISSN 0033-1983
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Lavagem de dinheiro e a hipocrisia estruturante do Sistema Financeiro Internacional

The Telegraph

Os bancos do Reino Unido organizam o maior volume de lavagem de dinheiro em escala mundo

14 de outubro de 2017, Bruno Lima Rocha

O tema da lavagem de dinheiro ganha volume e importância nas ações de Cooperação Juridica Internacional e obedece à agenda de projeção de poder em termos securitários vindo do Império. Iniciando na década de ’80, e desenvolvido em paralelo ao esforço de apoio aos mudjahiddin do Afeganistão lutando contra a ocupação da União Soviética, a circulação de ativos não rastreáveis ocupou a agenda das agências de inteligência, redes de terrorismo, narcotráfico, tráfico de armas e atividades complementares a segurança avançada dos Estados líderes – como em operações de cobertura e financiamento dos contras da Nicarágua, treinando em Honduras. O inimigo global do “ocidente” estava sendo derrotado e,  automaticamente, os alvos permanentes tinham de ser modificados.

 


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A Nova República acabou: a esquerda ainda não ressurgiu e o fascismo de mercado insiste em protagonizar o debate

politico

O neofascismo sai da penumbra e se aproxima da política cotidiana

04 de outubro de 2017, Bruno Lima Rocha

Há tempos queria começar uma pequena série de análises mais ensaísticas e menos conjunturais, aproximando-me da estupefação ampla, geral e irrestrita onde nos encontramos. Afirma-se “Brasil em transe” e há algo de racional nisso. Nestas breves palavras que seguem, começo tal empreitada.

 


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O Sistema Internacional da liquidez infinita e acumulação selvagem

pymnts.com

A próxima bolha de ativos é consequência direta da jogatina sem lastro e a drenagem da riqueza através da espoliação do rentismo

29 de setembro de 2017, Bruno Lima Rocha

 

O exercício de hegemonia da Superpotência vem do monitoramento e punição discricionária sobre a arquitetura financeira mundial através da qual sua oligarquia, retroalimentada por um sistema de portas giratórias entre os aparelhos de Estado e os componentes do Sistema do BIS e complementares, elege alvos de forma discricionária, atuando a partir do interesse direto de grupos de pressão dos EUA.

É urgente interpretar tanto a situação do capitalismo financeiro em sua etapa contemporânea, como as formas não militares de exercício da hegemonia – hoje desafiada – da Superpotência no Sistema Internacional (SI). Precisamos analisar a perda de perspectivas da semiperiferia em termos da promoção de um desenvolvimento capitalista autônomo num ambiente de economia globalizada com dominância financeira e gestão hegemônica da potência principal da arquitetura do Sistema Monetário Internacional. 


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A histeria da nova extrema direita brasileira e os perigos à vista

O avanço do retrocesso tomou forma em Porto Alegre

uff_memoria

23 de setembro de 2017, Bruno Lima Rocha

É urgente debatermos o conceito de hegemonia e colocar sobre o tabuleiro de possibilidades os diversos flancos abertos pelas esquerdas brasileiras para o avanço de facções retrógradas, ainda que disseminadas através de redes sociais e com linguagem pós-moderna. O caso citado abaixo materializa este conceito e o debate consecutivo.

No domingo, dia 10 de setembro, o Santander Cultural (operando como museu e com mostras permanentes no centro de Porto Alegre) encerrou de forma prematura a mostra Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira. Prevista para durar até 08 de outubro – data consagrada como o martírio de Che Guevara na Bolívia -, a exposição de artes plásticas e visuais, tendo como curador o respeitadíssimo Gaudêncio Fidelis, foi o epicentro de mais uma polêmica conservadora na Província de São Pedro. Mais do que debater se as obras eram aptas ou não para visitação escolar, do ponto de vista estratégico, foi um momento singular na disputa pela legitimidade no espaço público brasileiro contemporâneo. 


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O FCPA e a capacidade investigativa global do Departamento de Justiça dos EUA

amfj

A projeção de poder do império é proporcional a capacidade de penetração nos aparelhos de Estado da Semiperiferia

09 de setembro de 2017, Bruno Lima Rocha

Desde o início da Operação Lava Jato viemos destacando a necessidade de interpretação da Cooperação Judicial do Brasil com os Estados Unidos dentro da grande estratégia de projeção de poder da Superpotência. Através do Departamento de Justiça (DoJ, equivalente ao Ministério da Justiça, MJ nacional) e em estreita coordenação com os departamentos de Estado e Defesa, além de integração interagências, o ainda país mais rico do mundo exerce sua influência jurídico-criminal de forma seletiva e discricionária em escala planetária. 


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A governança global do fluxo de ilícitos financeiros e a evasão de divisas


O fluxo de ativos é a forma atual de circulação de riquezas

30 de agosto de 2017, Bruno Lima Rocha

O fluxo de ilícitos financeiros é uma das formas mais evidentes de evasão de divisas – fiscal ou em ativos – em escala mundo, transferindo recursos coletivos para a acumulação privada. Isso implica em concentração de riqueza e empobrecimento das sociedades. Ao contrário da imagem mais difundida, os chamados “paraísos fiscais” não são necessariamente ilhas ou territórios isolados, mas sim soberanias vinculadas às potências globais como EUA, Grã Bretanha (e Commonwealth), Suíça, Alemanha e China. Considerando que Estados com projeção mundial são, de fato, controladoras destas “jurisdições especiais” que escoam a riqueza do planeta, seria razoável que os instrumentos e instituições de fiscalização e governança não estivessem vinculados a estes países. Mas, como forma o padrão hegemônico no Sistema Internacional (SI), ocorre justamente o oposto. Há uma sobreposição de interesses, levando a uma evidente suspeição desta arquitetura de governança financeira. 


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As portas giratórias e a “blindagem” do Banco Central

geoverdade

As riquezas do país sob controle da agiotagem de fraque

25 de agosto de 2017, Bruno Lima Rocha, Luizi Ravel e Ricardo Camera

Diariamente somos bombardeados de informações supostamente “econômicas” prevendo o desastre, defendendo o congelamento das contas públicas e redução de “gastos” do governo central. Especialmente no Brasil pós-golpe (abril de 2016), a impressão levada para as grandes audiências é de um país à beira da falência. Os “especialistas” que veiculam suas versões nos conglomerados de mídia, abusam do uso do fontismo. Esta técnica jornalística trabalha com “fontes” onde, de forma oculta, e dando vez e voz ao leva e traz dos deformadores de opinião pública através da manipulação da opinião publicada, nos fazem crer em absurdos. Toda vez que um tema de governo é afirmado como pertencente ao universo da “técnica”, creiam, é porque existe uma razão indefensável e um sujeito oculto. 


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Pensamento Libertário •
as bases do pensamento, doutrina e teoria política da democracia radical com a igualdade social •
O Brasil sob a sombra “verde-oliva” do patriota?


Múltiplas faces do perigo fascistizante

23 de agosto de 2017, Rafael V. da Silva

 

            O anúncio do lançamento do novo partido de Jair Bolsonaro passou batido pelos principais conglomerados de mídia, salvo algumas menções na imprensa. Recém-saído do Partido Social Cristão (PSC), Bolsonaro acordou com o Partido Ecológico Nacional (PEN) de lançar sua candidatura à presidência da república. O partido indicou seu novo nome após uma enquete virtual que decidiu pelo sugestivo nome de PATRIOTA. O anúncio do “noivado” de Bolsonaro no PEN sinaliza a constante aproximação deste candidato aos setores neopentecostais e acordos mais unificados em torno da agenda da direita. O PEN é um pequeno partido surgido em 2012 e é intimamente ligado à Assembleia de Deus. No seu site oficial, além de frases vagas sobre ecologia, pode-se encontrar slides sobre “Um minuto com Deus”, “Será que Deus é culpado” e “Com Deus não se brinca”. Não há muita informação sobre a história do partido, ao contrário, muita informação sobre seu fundador e presidente, que também é membro da Assembleia de Deus e cuja biografia é um microcosmo dos valores típicos do campo neopentecostal, como o do trabalho duro sendo recompensado pela ação da fé e da simbiose entre política e religião. [1] Tais valores serão um elemento importante no manejo simbólico pela disputa eleitoral dos membros do andar de cima. Contrariando os desejos de Silas Malafaia, que nos últimos anos vem se dedicando a uma agenda de discurso de ódio contra homoafetivos, o feminismo e o campo progressista em geral, Bolsonaro decidiu migrar para um partido nanico com pouca representação. 


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Teoria •
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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A denúncia de Lúcio Funaro a respeito da compra milionária de votos intermediados por Eduardo Cunha para afastar a ex-presidenta Dilma Roussef

16 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Com as denúncias de Lúcio Funaro, sobram elementos jurídicos para anular o golpe com apelido de impeachment e rastrear as contas e o trajeto do dinheiro que teria comprado o voto na Câmara. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19326

O voto de minerva de Carmen Lúcia e a posição do STF por 6 a 5, adiando temporariamente a crise entre poderes

14 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. O julgamento das prerrogativas do Supremo termina com o desempate de Carmen Lúcia e os panos quentes na relação com o Senado. Ainda assim, atiçam e seguem assanhando as vivandeiras de plantão. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19300

A situação vexatória de Bolsonaro nos EUA

13 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. O pré-candidato a presidente do Brasil, deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cria situações vexatórias para si em turnê pelos EUA. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19298

O ativismo da PGR e do STF para recriar as regras das eleições gerais de 2018

06 de outubro, coluna de áudio para o JTSC. O ativismo Judiciário e a possibilidade de candidaturas avulsas, individuais, para cargos executivo em 2018. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19247

A votação do Senado sobre o afastamento do senador do PSDB Aécio Neves

04 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. A prudência do adiamento do Senado quanto a votação do afastamento do senador Aécio Neves e a queda de braço com o Supremo postergada. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19206

A última semana de setembro de 2017 e a liquidação dos recursos públicos

02 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. A última semana de setembro de 2017 do governo ilegítimo de Temer e a liquidação do patrimônio público recursos estratégicos do Brasil. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19153

O reforço de coesão do alto comando do Exército Brasileiro diante da tensão do fragmentado sistema político

27 de setembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Análise da reunião do comandante em chefe do Exército, com a presença de seu comandante de Estado-maior e oficiais generais da ativa e da reserva no Comando Militar do Leste, na 3a dia 26 de setembro. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19098

A entrevista do general Eduardo Villas Boas e o possível desenrolar da crise iminente na força terrestre

21 de setembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Análise das consequências do pronunciamento do general Hamilton Mourão interpretando o Artigo 142 da Constituição e da entrevista do comandante do Exército para a TV Globo. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18988

A suspensão da mostra Queermuseu em Porto Alegre é uma demonstração de força e capacidade de pressão da “nova” Direita

19 de setembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Análise dos efeitos políticos e ideológicos da suspensão da mostra Queermuseu no Santander Cultural em Porto Alegre (RS). Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18930

As estranhas conexões de Marcelo Miller e os acordos de compliance na Petrobras

13 de setembro de 2017 - Coluna de áudio para o JTSC. Análise dos acordos de compliance na Petrobrás e a presença do ex-procurador federal com trânsito na área. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18812

A herança maldita dos Chicago Boys, conformando elites neoliberais na América Latina

11 de setembro de 2017 - Coluna de áudio para o JTSC. Análise da presença dos Chicago Boys, de origem chilena, conformando a elite civil aliada da ditadura proto-fascista de Pinochet. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18752

A Mega Crise e o ataque da Troika do Bananão contra o Rio de Janeiro

09 de setembro de 2017 - Coluna de áudio para o JTSC. Análise da crise jurídico-político-institucional e o ataque do Ministério da Fazenda para privatizar o patrimônio público do estado do Rio de Janeiro, Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18729

Os Efeitos Nefastos da Cooperação Jurídica Internacional a Serviço do Imperialismo Estadunidense

04 de setembro de 2017. Coluna de áudio para o JTSC. Análise da Lawfare; o emprego da lei como arma de guerra híbrida em sua versão de 4a geração e os efeitos diretos no Brasil. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18657

A “justiça” de Gilmar Mendes

23 de agosto de 2017 - Coluna do Rádio para o JTSC; analisamos o papel do ministro do STF Gilmar Mendes, o Richelieu do país pré-golpe e pós-golpe. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18489

O presidencialismo de cooptação, de FHC a Temer

21 de agosto de 2017 - - Coluna do rádio para o JTSC, onde abordamos as formas de conseguir governabilidade e o padrão de negociação entre Temer e o congresso brasileiro . Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18439

A polêmica da liberdade de expressão a todo custo (Alguém pode ser “livre” para pregar o ódio?)

17 de agosto de 2017 - Coluna do Rádio para o JTSC e enviada para centenas de emissoras comunitárias. A pregação do ódio através do falso argumento de "liberdade de expressão". Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18381

A remenda parlamentarista e o bloqueio do sistema político
Bruno Lima Rocha
11 de agosto de 2017 - Nesta coluna para o JTSC, avalio o perigo muito concreto do xeque mate parlamentarista e a independência do Banco Central subordinando a autoridade monetária ao sistema financeiro. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18308

O perigo de uma emenda parlamentarista
Bruno Lima Rocha
07 de agosto de 2017 - Coluna de análise política para o JTSC, avisando do perigo do avanço de uma manobra parlamentarista. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18205

Venezuela: uma análise crítica à esquerda do chavismo oficial

03 de agosto de 2017 - Na coluna para o JTSC, uma análise crítica e à esquerda do governo Maduro. ÁUDIO no link abaixo: http://abracosc.com.br/?p=18125