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ISSN 0033-1983
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Grécia: Entre a democracia direta e a rendição diante da chantagem promovida pela delinquência financeira


A força dos gregos está nas ruas e não nas urnas. Se o Syriza é o reflexo eleitoral de uma pré-disposição de luta dos gregos após a ditadura de 1974, este caldo de cultura vem num crescente desde a rebelião popular de libertária de outubro de 2008.

02 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

"Neste momento e observando de longe, podemos ver um tabuleiro complexo onde aceitar a proposta absurda da Troika é vista como capitulação do gabinete de Tsipras e pode corroer a base de legitimidade da nova esquerda eleitoral europeia. Isto implica uma ampliação de espaço mais à direita e uma urgência organizativa da esquerda radicalizada grega, cuja capacidade de combate é muito elevada", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.


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Lula como franco atirador, austericídio no Planalto e o comportamento esquizofrênico da Câmara


Para Luiz Inácio, ao que parece, é mais relevante preservar seu próprio capital político do que ver-se associado ao naufrágio do modelo por ele próprio inaugurado.

"No Brasil o lobby formal é proibido, mas os setores empresariais com mais poder de pressão conseguem isentar-se das medidas mais duras. Observamos uma cadeia alimentar, onde o setor financeiro-especulativo comanda; seguido dos setores com poder empresarial para fechar grandes contratos de governo ou arcar com a infra-estrutura do país e após setores específicos - alguns voltados para exportação - com condições de influência sobre bancadas estaduais e federais. O aumento do custo da geração de emprego direto para o empregador faz parte da fórmula da ortodoxia neo-neo monetarista e o resultado societário é horrível", constata Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.


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Os Estados Unidos e a encruzilhada de sua população latino-americana - 1


Ao mesmo tempo, o fato de que nossos territórios ainda estão vivendo o pesadelo da injustiça social com base na ordem pós-colonial, temos também o "grande irmão do norte" como a nossa tortura permanente.

Existe uma enorme coletividade em franca expansão dentro do território da superpotência. Os EUA são – segundo dados de seu governo central - um país pluriétnico e ainda sob a antiga denominação de multirracial. O Departamento de Orçamento e Gestão estadunidense reconhece a existência de cinco macro-grupos raciais (cabe a crítica a este conceito), sendo estes: “brancos” (caucasianos ou não), negros ou afro-americanos, nativo-americanos ou nativos do Alaska, asiáticos, nativos do Havaí e nativos de outras ilhas do Pacífico e hispânicos ou latino-americanos. Destes, o contingente de “brancos”, incluindo o conjunto das etnias e grupos culturais mais conhecidos, ultrapassa os 50% dos residentes dos EUA. Os demais 50% são compostos por uma variedade étnico-racial, sendo que a maior parte destes se origina de povos dominados pela superpotência.  


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O congresso do PT que nada decidiu a não ser manter os mesmos rumos sem rumo


A solução dada pelo partido de governo para o governo de coalizão é guinar à direita e hipotecar a sua própria base restante.

15 de junho de 2015, Bruno Lima Rocha

Tendo como pano de fundo o 5º Congresso Nacional do PT, Bruno Lima Rocha, jornalista e cientista político, professor de Relaões Internacionais, afirma "o lulismo vai deixar uma sequela ideológica difícil de ser superada tanto nesta agrupação política como na sociedade brasileira".

Segundo ele, "superar o paradigma do pacto de classes e do minimalismo vai exigir profunda autocrítica e radicalidade através das bases sociais mobilizadas".


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A necessidade de um pensamento radical latino-americano


A participação limitada na América Latina mostrou seus limites e hoje já vivemos a crise dos governos bolivarianos como modelo de desenvolvimento autônomo, sendo que a mais aguda delas é justamente da Venezuela pós-Chávez.

05 de junho de 2015, Bruno Lima Rocha

Recentemente tive a oportunidade de fazer uma comparação de cenários políticos em um programa de rádio do Rio Grande do Sul. Estamos em um momento onde os governos de centro-esquerda ou vivem em crise (caso do Brasil e Argentina), ou aderem parcialmente às teses do Império (caso de Chile e Peru) ou estão sob uma severa crise institucional, tal é o que ocorre na Venezuela. Vale observar que nestes países (Bolívia, Equador e o já citado país de Bolívar) as instituições não são sólidas e este é o labirinto. Quando há arranjo institucional fortalecido, o regime se mantem, mas as chances de transformação são pequenas. Já, quando não há estrutura fortificada e separação entre governo e Estado, há a tendência de que as elites dirigentes e suas sócias majoritárias transnacionais exerçam um poder discricionário. Ainda assim, pouca institucionalidade implica em maior poder da mobilização popular. E esta é nossa única chance, sempre.


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Radicalidade ainda que tardia - 1

Wagner Hosokawa

Na charge adaptada da original estadunidense, o grafista nos chama a atenção para o óbvio. Quem empresta dinheiro ao banco é o correntista e ele o “devolve” na forma de crédito. Os bancos operam como a casa (a banca) no cassino, quase nunca perde e sempre subordinam os interesses coletivos através do insulamento dentro do aparelho de Estado.

30 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

O nome deste breve texto poderia ser: como é simples expor as bases do rentismo e mobilizar quem está organizado para combater este absurdo. No final da tarde de 19 de maio tive a oportunidade de retornar ao contato com a base de trabalhadores do município de Cachoeirinha (Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha), na Região Metropolitana de Porto Alegre. O tema da formação para a categoria era a relação da dívida pública com a financeirização da economia e a ausência de controle democrático sobre os rumos da riqueza nacional. A exposição em si levou menos de uma hora e quinze minutos, incluindo um saudável intervalo.


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O Irã e o xadrez curdo

e-kurd

O suicídio de Farinaz Xorowanî marcou a elevação do conflito no Curdistão Leste e expõe a severa repressão que os agentes de Teerã exercem sobre a esquerda curda

20 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

A cidade de Mahabad é conhecida como a capital do Curdistão iraniano, e hoje opera como o epicentro da rebelião popular dos curdos contra a autoridade xiita de Teerã. O Curdistão Leste (Rojhelat) viveu um momento de rebelião após o dia 7 de maio quando uma jovem curda se atirou do 4º andar de um hotel cinco estrelas onde trabalhava como camareira. O motivo do suicídio de Farinaz Xorowanî foi um ato de rebeldia contra agentes da inteligência iraniana (Itlaat) que, ao alegar querer interroga-la tentaram forçar um estupro. O sacrifício da trabalhadora resultou em rebelião franca e aberta, com as tropas anti-distúrbios da província e forças regulares da Guarda Revolucionária do Irã (Pasdaran) usando munição letal no meio da rua. Tal episódio, ao contrário de ser uma raridade, é a norma de convivência entre o regime dos Aiatolás e a esquerda curda. Nos dias posteriores, a polícia política dos aiatolás prendeu mais de 800 militantes sociais curdos, o que certamente irá aumentar a estatística regular de assassinados pelo Estado; cerca de cem ativistas por ano são enforcados pelas leis do fundamentalismo xiita.   


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Breve análise da semana do 13 de maio e da votação da MP 664: camaleões e oportunistas fazendo a festa

sindmarceneiros

As MPs 664 e 665 têm uma perigosa coerência com o Projeto Lei 4330, o que aprova a terceirização da atividade-fim das empresas. Qualquer cálculo de isenção, fraude e sonegação fiscal ultrapassa as medidas de ajuste promovidas pelo ministro banqueiro e o governo de coalizão de centro-direita.

17 de maio de 2015, Bruno Lima Rocha

 

A base do modelo de empresa – e empresa em rede para a sociedade. Isto é o que está em jogo com o processo de austeridade fiscal que vem do governo e o golpe da reação com o Projeto Lei 4330, desengavetado por Eduardo Cunha. Nesta semana, a Câmara votou a Medida Provisória 664 e, através de outra manobra surpresa do cardeal neo-pentecostal e dono de mídia do PMDB fluminense, apareceu o projeto que revisa a base de cálculo previdenciário. Na prática, o Brasil assistiu outro triste espetáculo com políticos camaleões, onde neoliberais travestiram-se de defensores dos aposentados e ex-reformistas incorporaram o discurso da tal da governabilidade. Assim, a Previdência que é superavitária em mais de R$ 83 bilhões ao ano, caso este projeto venha a ser aprovado após passar por todo o rito parlamentar e a sanção da ex-guerrilheira arrependida (algo que duvido), pode gerar uma sobrevida um pouco menos injusta para os que contribuíram com o país por mais de 35 anos e da União levam a escassez porque tudo tem de entrar no maldito regime de caixa para gerar dividendos para os que vivem de capital fictício.

 

Vejamos na sequência alguns episódios mais marcantes desta semana última no cenário político e ideológico brasileiro. 


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
Votação da redução da maioridade penal

Em entrevista ao programa Contraponto (02.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta votação da redução da maioridade penal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qAWi6



O posicionamento público do ex-presidente Lula depois do Congresso do PT

Em entrevista ao programa Contraponto (25.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o posicionamento público do ex-presidente Lula depois do Congresso do PT. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qrrUo



Análise política da PEC 171/93 – A redução da maioridade penal brasileira

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 24 de junho de 2015. Faça o download neste link: migre.me/qrllS



A mudança no fator previdenciário brasileiro e a aprovação da redução da maioridade penal

Em entrevista ao programa Contraponto (18.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a mudança no fator previdenciário brasileiro e a aprovação da redução da maioridade penal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qldsS



O choque de capitalismo e o Plano de Investimento em Logística

Em entrevista ao programa Contraponto (11.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o choque de capitalismo e o Plano de Investimento em Logística. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qef9s



A importância da paralisação dos trabalhadores no dia 29 de maio

Em entrevista ao programa Contraponto (28.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a importância da paralisação dos trabalhadores no dia 29 de maio. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/q3btB



A incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (21.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pXGdj



Análise política do dia 13 de maio - abolição da escravatura

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 15 de maio de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pRQ7J



O oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic

Em entrevista ao programa Contraponto (14.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pRcXu



A votação do ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O protesto dos professores e a repressão policial no Paraná

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O pacote de “bondades” de Dilma Rousseff

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 30 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pGjV5



"Os cinquenta anos"

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 28 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pECJX



As consequências do acordo de classes para a classe trabalhadora

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 27 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pDXHE



A terceira rodada de votação do Projeto de Lei 4330

Em entrevista ao programa Contraponto (23.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a terceira rodada de votação do Projeto de Lei 4330. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pB0rd



O PL 4330 e a agenda política conservadora

Em entrevista ao programa Contraponto (16.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o PL 4330 e a agenda política conservadora. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pvmhR



A reação contra o PL da tercerização e a correlação de forças entre capital e trabalho

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 16 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pvken



O lacerdismo pós moderno

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 14 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pttbv



A conjuntura nacional pós ato da direita ideológica

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 13 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/psKk6