Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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A histeria da nova extrema direita brasileira e os perigos à vista

O avanço do retrocesso tomou forma em Porto Alegre

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23 de setembro de 2017, Bruno Lima Rocha

É urgente debatermos o conceito de hegemonia e colocar sobre o tabuleiro de possibilidades os diversos flancos abertos pelas esquerdas brasileiras para o avanço de facções retrógradas, ainda que disseminadas através de redes sociais e com linguagem pós-moderna. O caso citado abaixo materializa este conceito e o debate consecutivo.

No domingo, dia 10 de setembro, o Santander Cultural (operando como museu e com mostras permanentes no centro de Porto Alegre) encerrou de forma prematura a mostra Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira. Prevista para durar até 08 de outubro – data consagrada como o martírio de Che Guevara na Bolívia -, a exposição de artes plásticas e visuais, tendo como curador o respeitadíssimo Gaudêncio Fidelis, foi o epicentro de mais uma polêmica conservadora na Província de São Pedro. Mais do que debater se as obras eram aptas ou não para visitação escolar, do ponto de vista estratégico, foi um momento singular na disputa pela legitimidade no espaço público brasileiro contemporâneo. 


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O FCPA e a capacidade investigativa global do Departamento de Justiça dos EUA

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A projeção de poder do império é proporcional a capacidade de penetração nos aparelhos de Estado da Semiperiferia

09 de setembro de 2017, Bruno Lima Rocha

Desde o início da Operação Lava Jato viemos destacando a necessidade de interpretação da Cooperação Judicial do Brasil com os Estados Unidos dentro da grande estratégia de projeção de poder da Superpotência. Através do Departamento de Justiça (DoJ, equivalente ao Ministério da Justiça, MJ nacional) e em estreita coordenação com os departamentos de Estado e Defesa, além de integração interagências, o ainda país mais rico do mundo exerce sua influência jurídico-criminal de forma seletiva e discricionária em escala planetária. 


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A governança global do fluxo de ilícitos financeiros e a evasão de divisas


O fluxo de ativos é a forma atual de circulação de riquezas

30 de agosto de 2017, Bruno Lima Rocha

O fluxo de ilícitos financeiros é uma das formas mais evidentes de evasão de divisas – fiscal ou em ativos – em escala mundo, transferindo recursos coletivos para a acumulação privada. Isso implica em concentração de riqueza e empobrecimento das sociedades. Ao contrário da imagem mais difundida, os chamados “paraísos fiscais” não são necessariamente ilhas ou territórios isolados, mas sim soberanias vinculadas às potências globais como EUA, Grã Bretanha (e Commonwealth), Suíça, Alemanha e China. Considerando que Estados com projeção mundial são, de fato, controladoras destas “jurisdições especiais” que escoam a riqueza do planeta, seria razoável que os instrumentos e instituições de fiscalização e governança não estivessem vinculados a estes países. Mas, como forma o padrão hegemônico no Sistema Internacional (SI), ocorre justamente o oposto. Há uma sobreposição de interesses, levando a uma evidente suspeição desta arquitetura de governança financeira. 


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As portas giratórias e a “blindagem” do Banco Central

geoverdade

As riquezas do país sob controle da agiotagem de fraque

25 de agosto de 2017, Bruno Lima Rocha, Luizi Ravel e Ricardo Camera

Diariamente somos bombardeados de informações supostamente “econômicas” prevendo o desastre, defendendo o congelamento das contas públicas e redução de “gastos” do governo central. Especialmente no Brasil pós-golpe (abril de 2016), a impressão levada para as grandes audiências é de um país à beira da falência. Os “especialistas” que veiculam suas versões nos conglomerados de mídia, abusam do uso do fontismo. Esta técnica jornalística trabalha com “fontes” onde, de forma oculta, e dando vez e voz ao leva e traz dos deformadores de opinião pública através da manipulação da opinião publicada, nos fazem crer em absurdos. Toda vez que um tema de governo é afirmado como pertencente ao universo da “técnica”, creiam, é porque existe uma razão indefensável e um sujeito oculto. 


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Pensamento Libertário •
as bases do pensamento, doutrina e teoria política da democracia radical com a igualdade social •
O Brasil sob a sombra “verde-oliva” do patriota?


Múltiplas faces do perigo fascistizante

23 de agosto de 2017, Rafael V. da Silva

 

            O anúncio do lançamento do novo partido de Jair Bolsonaro passou batido pelos principais conglomerados de mídia, salvo algumas menções na imprensa. Recém-saído do Partido Social Cristão (PSC), Bolsonaro acordou com o Partido Ecológico Nacional (PEN) de lançar sua candidatura à presidência da república. O partido indicou seu novo nome após uma enquete virtual que decidiu pelo sugestivo nome de PATRIOTA. O anúncio do “noivado” de Bolsonaro no PEN sinaliza a constante aproximação deste candidato aos setores neopentecostais e acordos mais unificados em torno da agenda da direita. O PEN é um pequeno partido surgido em 2012 e é intimamente ligado à Assembleia de Deus. No seu site oficial, além de frases vagas sobre ecologia, pode-se encontrar slides sobre “Um minuto com Deus”, “Será que Deus é culpado” e “Com Deus não se brinca”. Não há muita informação sobre a história do partido, ao contrário, muita informação sobre seu fundador e presidente, que também é membro da Assembleia de Deus e cuja biografia é um microcosmo dos valores típicos do campo neopentecostal, como o do trabalho duro sendo recompensado pela ação da fé e da simbiose entre política e religião. [1] Tais valores serão um elemento importante no manejo simbólico pela disputa eleitoral dos membros do andar de cima. Contrariando os desejos de Silas Malafaia, que nos últimos anos vem se dedicando a uma agenda de discurso de ódio contra homoafetivos, o feminismo e o campo progressista em geral, Bolsonaro decidiu migrar para um partido nanico com pouca representação. 


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Jurisdições secretas e paraísos fiscais pós-2008


Os "paraísos" fiscais são fator de acumulação das oligarquias financeiras do centro do capitalismo

11 de agosto de 2017 - Bruno Lima Rocha

Com este texto, em paralelo à difusão do pensamento descolonizado e de base latino-americana, além das análises de conjuntura, abro outra coletânea. Nesta pesquisa de relevo, vamos observar as interseções entre a circulação do capital financeiro, a financeirização dos países, os mecanismos centrais de governança (ou de consentimento para estas operações) e o complexo mundo das offshores e “paraísos fiscais”. A temporalidade desta pesquisa de relevo é no “ocidente” globalizado e no capitalismo avançado pós-2008. 


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A denúncia contra Temer arquivada pela Câmara e a barganha institucionalizada

radiocriciuma

O plenário elevou a tensão até quase chegar às vias de fato

04 de agosto de 2017, Bruno Lima Rocha

Passava das 22 horas da 4ª feira, 02 de agosto de 2017, quando a votação nominal no plenário da Câmara dos Deputados encerrou. No total, 263 votos a favor do arquivamento da denúncia, indo ao encontro do relatório substituto produzido pelo deputado tucano mineiro Paulo Abi-Ackel na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa. Contra o arquivamento, foram 227 votos, houve 2 abstenções e 19 ausentes (ver http://encurtador.com.br/egF29 ) . O país, em plena deflação recessiva, acompanhou ao período do recesso parlamentar e os dias que antecederam a votação sendo de intensa barganha e negociações vindas do Planalto. Nada de novo, fora os holofotes e a vontade do residente do Jaburu em nada esconder.  


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Sobre História •
História, memória e historiografia. •
A GREVE GERAL DE 1917 E O PAPEL DOS ANARQUISTAS


Passeata, na rua da Praia, em Porto Alegre, durante a Greve Geral de 1917.

Este texto pretende narrar a mobilização ocorrida para construir e conduzir a Greve Geral de 1917 em Porto Alegre. Destaca a participação dos anarquistas na construção da greve.

São Borja missioneira, 01 de agosto de 2017.

Anderson R. Pereira Corrêa

 


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Teoria •
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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A entrevista do general Eduardo Villas Boas e o possível desenrolar da crise iminente na força terrestre

21 de setembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Análise das consequências do pronunciamento do general Hamilton Mourão interpretando o Artigo 142 da Constituição e da entrevista do comandante do Exército para a TV Globo. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18988

A suspensão da mostra Queermuseu em Porto Alegre é uma demonstração de força e capacidade de pressão da “nova” Direita

19 de setembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Análise dos efeitos políticos e ideológicos da suspensão da mostra Queermuseu no Santander Cultural em Porto Alegre (RS). Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18930

As estranhas conexões de Marcelo Miller e os acordos de compliance na Petrobras

13 de setembro de 2017 - Coluna de áudio para o JTSC. Análise dos acordos de compliance na Petrobrás e a presença do ex-procurador federal com trânsito na área. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18812

A herança maldita dos Chicago Boys, conformando elites neoliberais na América Latina

11 de setembro de 2017 - Coluna de áudio para o JTSC. Análise da presença dos Chicago Boys, de origem chilena, conformando a elite civil aliada da ditadura proto-fascista de Pinochet. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18752

A Mega Crise e o ataque da Troika do Bananão contra o Rio de Janeiro

09 de setembro de 2017 - Coluna de áudio para o JTSC. Análise da crise jurídico-político-institucional e o ataque do Ministério da Fazenda para privatizar o patrimônio público do estado do Rio de Janeiro, Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18729

Os Efeitos Nefastos da Cooperação Jurídica Internacional a Serviço do Imperialismo Estadunidense

04 de setembro de 2017. Coluna de áudio para o JTSC. Análise da Lawfare; o emprego da lei como arma de guerra híbrida em sua versão de 4a geração e os efeitos diretos no Brasil. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18657

A “justiça” de Gilmar Mendes

23 de agosto de 2017 - Coluna do Rádio para o JTSC; analisamos o papel do ministro do STF Gilmar Mendes, o Richelieu do país pré-golpe e pós-golpe. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18489

O presidencialismo de cooptação, de FHC a Temer

21 de agosto de 2017 - - Coluna do rádio para o JTSC, onde abordamos as formas de conseguir governabilidade e o padrão de negociação entre Temer e o congresso brasileiro . Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18439

A polêmica da liberdade de expressão a todo custo (Alguém pode ser “livre” para pregar o ódio?)

17 de agosto de 2017 - Coluna do Rádio para o JTSC e enviada para centenas de emissoras comunitárias. A pregação do ódio através do falso argumento de "liberdade de expressão". Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18381

A remenda parlamentarista e o bloqueio do sistema político
Bruno Lima Rocha
11 de agosto de 2017 - Nesta coluna para o JTSC, avalio o perigo muito concreto do xeque mate parlamentarista e a independência do Banco Central subordinando a autoridade monetária ao sistema financeiro. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18308

O perigo de uma emenda parlamentarista
Bruno Lima Rocha
07 de agosto de 2017 - Coluna de análise política para o JTSC, avisando do perigo do avanço de uma manobra parlamentarista. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18205

Venezuela: uma análise crítica à esquerda do chavismo oficial

03 de agosto de 2017 - Na coluna para o JTSC, uma análise crítica e à esquerda do governo Maduro. ÁUDIO no link abaixo: http://abracosc.com.br/?p=18125

O Senado esquarteja os direitos dos trabalhadores

14 de julho de 2017 - O assassinato dos direitos do mundo do trabalho e a agenda regressiva pós-golpe. Ouça neste link: http://abracosc.com.br/?p=17810

Comentário sobre a sessão de comissão de constituição de justiça da Câmara

12 de julho de 2017 - A CCJ e o Brasil como ele, visto de cima. Ouça o áudio neste link: http://abracosc.com.br/?p=17781

A encruzilhada do relator da CCJ na denúncia contra Temer

Análise de conjuntura, 5 de julho de 2017. Sergio Zveiter, deputado federal do PMDB do Rio é o relator da denúncia contra Temer na CCJ da Câmara. Enquanto isso, o residente do Jaburu reforça a base aliada por conveniência recebendo 22 parlamentares em 13 horas de agenda oficial no dia 4 de julho. A parábola de Roberto Cardoso Alves ganha corpo e forma escancarada. A coluna é do JTSC e enviada para centenas de emissoras comunitárias do país. NESTE LINK http://abracosc.com.br/?p=17667

Temer como alvo da denúncia da PGR por crime comum

3 de julho de 2017 - Análise com Bruno Lima Rocha – Comentário sobre o presidente Michel Temer como alvo de denúncia da PGR (JTSC) LINK: http://abracosc.com.br/?p=17625

O envio da denúncia do procurador Rodrigo Janot para o supremo e o despacho imediato do ministro relator da Lava-Jato, Fachin

29 de junho de 2017 - Nesta coluna, analisamos as possibilidades de abertura de investigação no Câmara tendo a Michel Temer como alvo da denúncia da PGR - LINK: http://abracosc.com.br/?p=17577

Desmontando os factoides da segurança de Estado ou da ausência da contra-inteligência nas instituições

26 de junho de 2017 - Análise com Bruno Lima Rocha: O pedido de varredura eletrônica nos gabinetes dos ministros do STF - NESTE LINK http://abracosc.com.br/?p=17453

A Operação Mãos Limpas, versão brasileira e suas disputas internas

Nesta coluna do Rádio, de 19 de junho de 2017, abordamos a versão nacional da operação "Mãos Limpas", que é sustentada por dois pilares principais: a força tarefa de Curitiba, com um sistema de crenças liberais afloradas e a força tarefa de Brasília, comandada diretamente por Rodrigo Janot. Neste link: https://soundcloud.com/user-877051375/1962017-analise-politica-cmo-bruno-lima-rocha