Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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Após a reeleição, a chantagem institucionalizada recém começa

buiquecia

Michel Temer representa a legenda aliada que pode chegar a paralisar o governo de Dilma Rousseff.

29 de outubro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

Logo em seu discurso de vitória, a presidente reeleita Dilma Rousseff anunciou a necessidade de retomar o debate da reforma política através de um plebiscito. No dia seguinte desta fala, ainda na ressaca pós-eleitoral, o presidente do Senado, o ilibado e republicano Renan Calheiros (PMDB-AL), disse ser contra. Aproveitou para lembrar a ex-guerrilheira o fato do Congresso já haver repudiado tal ideia no auge dos protestos em 2013. Após esta fala, Dilma já apontava a necessidade de “flexibilizar” a pauta e a forma de encaminhá-la. Mais do mesmo.

 


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Entrevista para o IHU analisando a vitória de Dilma Rousseff em segundo turno contra Aécio Neves – 27 de outubro de 2014

grupo abril

Dilma Rousseff ganha em eleição apertada e com a sociedade brasileira polarizada. Parece que finalmente os tucanos têm um líder plausível, Aécio Neves, operando como uma versão de catalisador dos neoliberais no país.

"Lulismo recupera certo fôlego para projetar governo com marca própria". Entrevista especial com Bruno Lima Rocha

 

"Lula foi o grande cabo eleitoral de Dilma neste pleito e isso pode ser posto, em parte, na conta do lulismo", constata o cientista político e jornalista.

 

"Dilma venceu na comparação dos governos do lulismo diante da Era FHC; ganhou na autoestima dos brasileiros (identificação das camadas populares); no cálculo racional da real possibilidade de piora das condições materiais de vida; e, por fim, na rejeição a Aécio Neves e ao personagem que, vindo da oligarquia mineira, promoveria um 'novo' país com as velhas elites de sempre", afirma Bruno Lima Rocha, em entrevista concedida por e-mail na madrugada de hoje, dia 27 de outubro.

 


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O 2º turno e a projeção internacional do Brasil

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A publicação neo-neo The Economist observa atentamente os rumos da 7a economia do mundo e a possibilidade de aumento de ganhos para os capitais voláteis

Bruno Lima Rocha, 26 de outubro de 2014

 

O país arde nos embates político-midiáticos. De um lado temos uma coalizão de centro-direita, encabeçada pelo PT e coligada com os oligarcas de sempre, que governa a partir de alguns pilares: keynesianismo tardio; bismarckismo tropical; pacto de classes e uma garantia de ganhos para os bancos, fundos de pensão e especuladores. De outro, a selvageria da restauração neoliberal, PSDB à frente, querendo impor regime de caixa, enxugamento dos gastos do Estado e sua máquina pública, além de voltar os ganhos quase que exclusivamente para o capital volátil (financeiro, especulativo) e sem política industrial alguma. Diante disso, como fazer tanto a crítica por esquerda do processo eleitoral e, ao mesmo tempo, formular uma posição distante do grande jogo do capitalismo no Sistema Internacional?! Não é tarefa fácil.

 


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Íntegra da análise instantânea do debate dos presidenciáveis na TV Globo

bastidores na TV

o neto de Tancredo Neves, ungido pelo capital financeiro, desafia Dilma, herdeira do lulismo, ungida pelos grandes capitais brasileiros

 

Bruno Lima Rocha e Júlia Klein - texto finalizado na madrugada de 25 de outubro de 2014

 

O debate foi realizado na sexta, 24 de outubro, iniciando por volta de 22.10. Comentei as falas tentando agrupar os temas, e postei primeiro através do twitter. Na sequência, Júlia Klein agrupava as postagens, editava e republicava no facebook. O texto que segue é o esforço analítico e editorial realizado em tempo real e a quatro mãos. 


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ENTREVISTA PARA O IHU ONLINE - Terça, 21 de outubro de 2014

Luiz Inácio da Silva e José Alencar materializaram o pacto de classe que poderia ser reivindicado pelo varguismo.

guilhermebarros

“O lulismo é a baliza desta eleição”. Entrevista especial com Bruno Lima Rocha

“O espaço do centro da política foi perdido pela coalizão de governo e isto se observa tanto na votação apertada de Dilma como na composição do Congresso”, avalia o jornalista e cientista político.

 

O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais e o crescimento de Aécio Neves nas intenções de voto para o segundo turno são consequência, em parte, “de uma grande crise de projeto” que assola “as estruturas permanentes do movimento popular brasileiro”, à medida que os movimentos sociais “não aderem plenamente ao lulismo (pois este implica em pacto social) e tampouco rompem com o mesmo governo”, avalia Bruno Lima Rocha na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail.


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Análise do debate dos presidenciáveis na Record, 19 de outubro de 2014, por Bruno Lima Rocha

record

Dilma e Aécio no embate em rede nacional da Record

Dilma tenta embretar Aécio na questão tributária, mas esta fala de ambos, que é consensual - pagamos impostos em cascata e estes incidem sobre o custo do emprego direto. O problema é conseguir ampliar a escala da arrecadação sem aumentar a carga. Ao mesmo tempo, a União tem de faturar, tanto para o bem, assegurando a política distributiva, mas também para rolar a dívida e gerar o ganho dos rentistas. Dilma teria de levantar o tema da geração de emprego direto X o regime de caixa do neoliberalismo. Começou manso o debate e na última fala o Aécio leva.

 

Obs: esta balela de credibilidade da economia brasileira é um absurdo. Tivemos um nível altíssimo de investimento direto nos últimos anos.


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Análise do debate entre os candidatos a presidente na Rede Bandeirantes – debate realizado no dia 14 de outubro de 2014 (3ª) – colagem dos comentários por Bruno Lima Rocha

Dilma e Aécio no embate televisivo em rede nacional pela Bandeirantes

band

Fica nítido que Dilma tenta marcar a pauta do governo de Aécio em Minas Gerais explorando também as falas de Armínio Fraga, que sempre geram bastante polêmica e revelam a face mais dura do neoliberalismo. Aécio aponta para um discurso de eficiência, mas tenta marcar a pauta das metas de inflação. A pressão inflacionária traz a memória dos tempos anteriores ao Plano Real. A trajetória privada de Aécio Neves e o papel de Armínio Fraga podem ser o melhor cabo eleitoral do lulismo no pleito de 2014.


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Os financistas do mundo e a eleição brasileira

FT

Outrora entusiasta do crescimento brasileiro, hoje o Financial Times é um dos arautos da tragédia que talvez venha, sendo que a antecipação de cenários já deforma o cenário em si. O Brasil é alvo da cobiça do capital financeiro.

Bruno Lima Rocha

 

 

O segundo turno das eleições brasileiras tem relação direta com: a projeção do país; a aliança estratégica do bloco político do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL); o alinhamento do Brasil junto à globalização corporativa. A política externa de Lula e estendida por Dilma (com algumas correções no pragmatismo) é estruturalmente distinta do período de Fernando Henrique. Mudou o eixo e o foco. Em escala mundial, nosso país reforça as relações Sul-Sul, especificamente priorizando os investimentos em infra-estrutura e cadeias produtivas da América Latina e África. O Brasil hoje é um motor do capitalismo mundial. Quem ganhar na urna comandará a 7ª economia do mundo.      


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita

Em entrevista ao programa Contraponto (30.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mA8OF



Prévia do panorama eleitoral no segundo turno

Em entrevista ao programa Contraponto (23.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha faz uma prévia do panorama eleitoral no segundo turno.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mrqNU



A polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais

Em entrevista ao programa Contraponto (16.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mjIE8



As eleições para além do voto e da urna

Em entrevista ao programa Contraponto (09.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as eleições para além do voto e da urna.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/mcu93



A falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (25.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/lVCuy



Descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (04.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/lsBw1



A desinformação dos brasileiros a respeito do processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (28.08.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a desinformação dos brasileiros a respeito do processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/ljo1F



A prisão de 21 pessoas realizada por policiais civis no Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a prisão de 21 pessoas, sem justificativas, realizada por policiais civis no Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/kwvp5



As manifestações populares durante a Copa do Mundo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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migre.me/k7C4i



A pesar de la pasión futbolera los brasileros rechazan a la FIFA

Una apretada agenda de protestas se superpone en Brasil con los partidos de la copa mundial de fútbol. Este mes, organizan marchas en las ciudades donde se juegan los partidos, para que los medios internacionales repliquen su crítica por cómo la FIFA desembarcó en Brasil.

Bruno Lima Rocha, periodista y politólogo brasilero ligado a los organizadores de las protestas, aseguró que la FIFA cosechó un gran desprecio en la población de su país. "Se protesta contra las imposiciones de la FIFA y con la convicción de que en Brasil la organización está dominada por un grupo de corruptos ligados a los principales poderes económicos de Brasil”, indicó Lima Rocha.

Para escuchar la entrevista completa, haga clic en el link: migre.me/jZzfl

Fuente: Futura FM 90.5, La Plata.



Análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha faz uma análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jMH32



A Proposta de Emenda Constitucional de número 215

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta sobre a Proposta de Emenda Constitucional de número 215 (PEC 215). O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jErof



A greve dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São Paulo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a greve dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São Paulo. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/jjSof



Os trinta dias restantes antes da Copa do Mundo e a lacuna democrática para a realização deste evento

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta os trinta dias restantes antes da Copa do Mundo no Brasil e a lacuna democrática para a realização deste evento. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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As eleições na Colômbia, a política da FARC no país, a libertação de presos na Venezuela e a modificação de milicianos em policiais no México

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 12 de maio de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

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Os comícios de 1º de maio em São Paulo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta os comícios de 1º de maio em São Paulo. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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O aumento da taxa de desabastecimento de alimentos na Venezuela, a legalização da maconha e a posição política no Uruguai

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 01 de maio de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

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A morte do dançarino Douglas Pereira no Morro Pavão-Pavãozinho na Zona Sul do Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta a morte do dançarino Douglas Pereira no Morro Pavão-Pavãozinho na Zona Sul do Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A visita do deputado Sergio Massa ao Brasil, um possível acordo nos conflitos políticos venezuelanos e a diminuição de católicos na América Latina

Coluna Política Internacional para o Jornal dos Trabalhadores da rádio da Rede Abraço-SP – 21 de abril de 2014.

O Jornalista Elias Aredes entrevista o editor do site Estratégia & Análise, Bruno Lima Rocha.

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