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ISSN 0033-1983
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Jurisdições secretas e paraísos fiscais pós-2008


Os "paraísos" fiscais são fator de acumulação das oligarquias financeiras do centro do capitalismo

11 de agosto de 2017 - Bruno Lima Rocha

Com este texto, em paralelo à difusão do pensamento descolonizado e de base latino-americana, além das análises de conjuntura, abro outra coletânea. Nesta pesquisa de relevo, vamos observar as interseções entre a circulação do capital financeiro, a financeirização dos países, os mecanismos centrais de governança (ou de consentimento para estas operações) e o complexo mundo das offshores e “paraísos fiscais”. A temporalidade desta pesquisa de relevo é no “ocidente” globalizado e no capitalismo avançado pós-2008. 


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A denúncia contra Temer arquivada pela Câmara e a barganha institucionalizada

radiocriciuma

O plenário elevou a tensão até quase chegar às vias de fato

04 de agosto de 2017, Bruno Lima Rocha

Passava das 22 horas da 4ª feira, 02 de agosto de 2017, quando a votação nominal no plenário da Câmara dos Deputados encerrou. No total, 263 votos a favor do arquivamento da denúncia, indo ao encontro do relatório substituto produzido pelo deputado tucano mineiro Paulo Abi-Ackel na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa. Contra o arquivamento, foram 227 votos, houve 2 abstenções e 19 ausentes (ver http://encurtador.com.br/egF29 ) . O país, em plena deflação recessiva, acompanhou ao período do recesso parlamentar e os dias que antecederam a votação sendo de intensa barganha e negociações vindas do Planalto. Nada de novo, fora os holofotes e a vontade do residente do Jaburu em nada esconder.  


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Sobre História •
História, memória e historiografia. •
A GREVE GERAL DE 1917 E O PAPEL DOS ANARQUISTAS


Passeata, na rua da Praia, em Porto Alegre, durante a Greve Geral de 1917.

Este texto pretende narrar a mobilização ocorrida para construir e conduzir a Greve Geral de 1917 em Porto Alegre. Destaca a participação dos anarquistas na construção da greve.

São Borja missioneira, 01 de agosto de 2017.

Anderson R. Pereira Corrêa

 


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O Brasil em transe e a ausência de penetração da crítica


De olhos vidrados, quem imagina a sociedade brasileira está em transe político

24 de julho de 2017, Bruno Lima Rocha

Introdução

Circula um debate entre a esquerda brasileira onde o eixo da polêmica é a “ausência do povo na rua”. É óbvio que a capacidade de mobilização das camadas mais humildes de nossa sociedade está muito distante de um mínimo patamar necessário para a defesa dos direitos coletivos. Por outro lado, a crise brasileira contemporânea passa pela explosão mobilizadora de 2013, o abismo ideológico que não avançou no período de maior crescimento econômico (2003-2014) e a ascensão da chamada “nova direita”, ou o pensamento conservador transformado em ação política através da internet brasileira. Neste breve artigo, debatemos o país em transe e apontamos uma das possibilidades de trabalho de inserção social e disputa ideológica mais urgente, a partir das entranhas da base de nossa injusta e absurda pirâmide social. 


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Moro condena Lula, a disputa pela agenda pré-2018 e o múltiplo conflito


Um jogo de múltiplos agentes coletivos e alguns protagonistas individuais

22 de julho de 2017, Bruno Lima Rocha

Introdução deste cenário complexo

O relatório na CCJ terminou reprovado por 40 a 25, com o governo emplacando o substitutivo por placar de 41 a 24. Considerando que o Jaburu trocou 20 membros ao longo da montagem da Comissão para apreciar a denúncia, então está parelha a coisa em plenário. Assim, durante o curto recesso do Congresso nesta segunda quinzena de julho, observamos as manobras de aproximação e afastamento entre Michel Temer e o deputado federal Rodrigo Maia (DEM/RJ). Simultaneamente, o racha da direita aumenta, com a base de Temer apontando as baterias contra a Globo e apoiando, tacitamente, a correta ofensiva da Record. No caminho inverso, o ex-secretário de Segurança de Quércia e Fleury Filho, é o alvo permanente da emissora líder. As razões – ou as possíveis motivações – constam de tese desenvolvida por Luis Nassif, a qual este analista corrobora. O alvo simultâneo do telejornalismo em rede nacional, aborda tanto o ex-presidente Lula e a condenação sem provas cabais por Sérgio Moro, como termina fazendo discurso de apoio às leis regressivas e retirada de direitos através da contrarreforma ou restauração burguesa levadas a cabo no Brasil pós-golpe. São rodadas múltiplas de um cenário que ultrapassa o binarismo.


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Ditadura de classe, golpe branco e o início do fim dos direitos sociais no Brasil


O início dos ataques recente ao mundo do trabalho começaram em 2015

12 de julho de 2017, Bruno Lima Rocha

O momento político brasileiro caracteriza a ditadura de classe no país e é uma aula explícita do ato de legislar em causa própria, logo, atendendo o próprio interesse.  A representação através da democracia indireta é desde as chamadas “revoluções liberais inglesas” (como a de 1648 e a invasão de 1688) o instrumento político da ascensão de uma classe. Parece manual de política, e é. Vejamos o exemplo no Brasil atual.  


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O Brasil na encruzilhada: a denúncia na CCJ e o compadrio oligárquico do Jaburu

Pactos e acórdãos inconfessáveis para tentar salvar um governo ilegítimo

6 de julho de 2017, Bruno Lima Rocha

Como afirmei na última análise de conjuntura, a velocidade dos fatos e o ritmo de relaxamento de prisões e encarceramento de operadores na atual fase da Lava Jato não nos permitem uma avaliação de maior fôlego.  No primeiro texto após a denúncia feita pelo procurador geral Rodrigo Janot tendo ao presidente Michel Temer como alvo eu comentei o absurdo das reclamações atuais contra o poder discricionário da Força Tarefa. Sempre critiquei tal poder e digo que observo o emprego de Lawfare – em escala internacional – tendo o país (o Estado brasileiro) como alvo. Hoje, abunda um festival de hipocrisia institucional.  Quem aplaudia condena e quem condenou se cala. Neste breve texto, observamos outro dilema: a denúncia da PGR esbarrando no compadrio com base na canela do Executivo, residindo no Jaburu. 


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Análise inicial após a denúncia do PGR tendo Michel Temer como alvo

24hsnews

O presidente ilegítimo e seu algoz voluntário

28 de junho de 2017, Bruno Lima Rocha

É muito difícil neste momento não cair em redundâncias ou lugar-comum. O imponderável ainda "prepondera" e a capacidade de fornecer munição política através de denúncias jurídicas tem uma dimensão incalculável, ao menos enquanto a composição da equipe da Lava-Jato estiver articulada e tendo Rodrigo Janot à frente. Antes de entrar em predição  das manobras políticas e jurídicas, vamos interpretar de forma sucinta os constrangimentos estruturantes que incidem sobre a realidade brasileira da segunda década do século XXI. 


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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A remenda parlamentarista e o bloqueio do sistema político
Bruno Lima Rocha
11 de agosto de 2017 - Nesta coluna para o JTSC, avalio o perigo muito concreto do xeque mate parlamentarista e a independência do Banco Central subordinando a autoridade monetária ao sistema financeiro. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18308

O perigo de uma emenda parlamentarista
Bruno Lima Rocha
07 de agosto de 2017 - Coluna de análise política para o JTSC, avisando do perigo do avanço de uma manobra parlamentarista. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=18205

Venezuela: uma análise crítica à esquerda do chavismo oficial

03 de agosto de 2017 - Na coluna para o JTSC, uma análise crítica e à esquerda do governo Maduro. ÁUDIO no link abaixo: http://abracosc.com.br/?p=18125

O Senado esquarteja os direitos dos trabalhadores

14 de julho de 2017 - O assassinato dos direitos do mundo do trabalho e a agenda regressiva pós-golpe. Ouça neste link: http://abracosc.com.br/?p=17810

Comentário sobre a sessão de comissão de constituição de justiça da Câmara

12 de julho de 2017 - A CCJ e o Brasil como ele, visto de cima. Ouça o áudio neste link: http://abracosc.com.br/?p=17781

A encruzilhada do relator da CCJ na denúncia contra Temer

Análise de conjuntura, 5 de julho de 2017. Sergio Zveiter, deputado federal do PMDB do Rio é o relator da denúncia contra Temer na CCJ da Câmara. Enquanto isso, o residente do Jaburu reforça a base aliada por conveniência recebendo 22 parlamentares em 13 horas de agenda oficial no dia 4 de julho. A parábola de Roberto Cardoso Alves ganha corpo e forma escancarada. A coluna é do JTSC e enviada para centenas de emissoras comunitárias do país. NESTE LINK http://abracosc.com.br/?p=17667

Temer como alvo da denúncia da PGR por crime comum

3 de julho de 2017 - Análise com Bruno Lima Rocha – Comentário sobre o presidente Michel Temer como alvo de denúncia da PGR (JTSC) LINK: http://abracosc.com.br/?p=17625

O envio da denúncia do procurador Rodrigo Janot para o supremo e o despacho imediato do ministro relator da Lava-Jato, Fachin

29 de junho de 2017 - Nesta coluna, analisamos as possibilidades de abertura de investigação no Câmara tendo a Michel Temer como alvo da denúncia da PGR - LINK: http://abracosc.com.br/?p=17577

Desmontando os factoides da segurança de Estado ou da ausência da contra-inteligência nas instituições

26 de junho de 2017 - Análise com Bruno Lima Rocha: O pedido de varredura eletrônica nos gabinetes dos ministros do STF - NESTE LINK http://abracosc.com.br/?p=17453

A Operação Mãos Limpas, versão brasileira e suas disputas internas

Nesta coluna do Rádio, de 19 de junho de 2017, abordamos a versão nacional da operação "Mãos Limpas", que é sustentada por dois pilares principais: a força tarefa de Curitiba, com um sistema de crenças liberais afloradas e a força tarefa de Brasília, comandada diretamente por Rodrigo Janot. Neste link: https://soundcloud.com/user-877051375/1962017-analise-politica-cmo-bruno-lima-rocha

A suposta orientação do Planalto para a ABIN espionar o ministro Fachin do STF

14 de junho de 2017 - Análise radiofônica para o JTSC, a respeito da suposta ordem do presidente Michel Temer, para, hipoteticamente, a ABIN hipoteticamente investigar a vida e a conduta do ministro Luiz Edson Fachin, do STF e relator da Lava-Jato. LINK: http://abracosc.com.br/?p=17411

Análise radiofônica para o Jornal dos Trabalhadores - a permanência de Temer após o resultado no TSE

12 de junho de 2017 - As chances de Temer continuar aumentam - e muito - após o resultado do julgamento no TSE. NESTA COLUNA - http://abracosc.com.br/?p=17378

As manobras parlamentares e a tentativa de salva o governo Temer

05 de junho de 2017 - análise política para o Jornal dos Trabalhadores/SC; as tentativas de salvação do governo Temer. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=17248

A dimensão internacional da auditoria da Petrobrás e da defesa jurídica da JBS

ANÁLISE DE CONJUNTURA NACIONAL PARA O JORNAL DOS TRABALHADORES - Neste áudio, a dimensão geopolítica dos acordos da Lava-Jato e a presença de auditoria jurídica na Petrobras, sendo o mesmo escritório que faz a defesa da JBS aqui e nos EUA. No link abaixo: http://abracosc.com.br/?p=17148

Análise radiofônica a partir da troca do ministro da Justiça

Análise a partir da entrada de Torquato Jardim no ministério da Fazenda e a recusa de Osmar Serraglio em assumir a Transparência. Também abordamos o alinhamento midiático contra e a favor de Temer e o racha da direita em relação a continuidade do governo ilegítimo. LINK http://abracosc.com.br/?p=17129

Análise em áudio, o Brasil após a repressão de 24 de maio de 2017

Nesta coluna radiofônica para o Jornal dos Trabalhadores-ABRAÇO/SC, analisa-se o decreto de Garantia da Lei e da Ordem, assinado como medida desesperada do governo ilegítimo, durante o auge da repressão ao Ocupa Brasília, na 4a dia 24 de maio de 2017 LINK: http://abracosc.com.br/?p=17021

Análise de Bruno Lima Rocha – Coluna após o Pronunciamento do Presidente Michel Temer no sábado 20

Coluna do Rádio - análise para o Jornal dos Trabalhadores - Abraço/SC http://abracosc.com.br/?p=16943

O cenário político brasileiro

20 de abril de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



A Cena política brasileira e as relações promíscuas entre o governo deposto e a mídia

Política Nacional para o programa Contraponto, da RadioCom, de Pelotas, RS. O programa vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30 e pode ser companhado ao vivo pelo site - www.radiocom.org.br.

Ouça aqui: http://bit.ly/2pjIMzW