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ISSN 0033-1983
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Para jornais, revistas e outras mídias •
A projeção ideológica da Operação Lava Jato na América Latina


Se formos observar a criminalização da política nos países vizinhos, veremos uma reprodução quase idêntica ao ocorrido no Brasil. Por um lado, é justificada a enorme desconfiança da população para com os oligarcas, empresários e até mesmo os “bem intencionados” de centro-esquerda. Por outro, não há democracia de massas que se sustente em uma legitimação de profissionais de carreira com sentido de pertencimento transnacional, ideologicamente vinculado ao liberalismo conservador propagado mundialmente pelos EUA.

A Operação Lava Jato, levada a cabo por uma Força Tarefa baseada em Curitiba (PR) e subordinada ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4, com sede em Porto Alegre e com jurisdição nos estados da Região Sul), tem uma dimensão que supera, e muito, as fronteiras do Brasil. A lógica é bastante simples nos efeitos, mas tem certa complexidade para o pensamento crítico.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2mUoV7B


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Entrevista: A lista de Janot e os desdobramentos da Lava-Jato no Brasil e na América Latina


RT em espanhol (TV Russa) aborda os desdobramentos da Operação Lava Jato no Brasil e América Latina e a lista de políticos divulgada por Rodrigo Janot. Com a participação do cientista político e professor de relações internacionais, Bruno Lima Rocha. 

Assista aquí: http://bit.ly/2nos6Ji


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Entrevista: Uso de Caixa 2 eleitoral e projetos de país e sociedade


O cientista político e professor de relações internacionais, Bruno Lima Rocha, em entrevista ao programa Conexão RS, da Ulbra TV, sobre o projeto de anistia ao Caixa 2, que tramita no Congresso Nacional. 

Assista aqui: http://bit.ly/2nbpj60


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Contenido en Castellano •
Lucha ideológica, identidades colectivas y antiimperialismo en Brasil


Los enemigos externos, en especial el Imperio (EEUU, la Superpotencia que proyecta su poder sobre las Américas como área exclusiva o casi), así como el enemigo interno – un sector importantes de la élite brasileña que no es ni siquiera nacionalistas, que dirá igualitarios – saben de la fragilidad de la reproducción de nuestras identidades colectivas.

El tema de las identidades puede ser observado desde diversos ángulos. Algunos operan como fuerza movilizadora y tienen relación directa con la sociedad concreta, las experiencias históricas y la transposición de bases de comprensión mutuas del mundo. De modo más simple, la identidad colectiva puede implicar una proyección de “lugar a ser construido”, de utopía asociativa o “distopia” (no lugar) individualista o totalitaria. El tema de las identidades políticas, cuando sujetos sociales asumen una perspectiva y proyección de sí más allá del individualismo, de las relaciones familiares y estructuras sociales impuestas (como Estado y Mercado), es la llave para encontrar una salida para las izquierdas brasileñas – en especial la izquierda más a la izquierda – y así conseguir superar mitos de sociedades imaginarias. El tema es complejo, y ultrapasa los neologismos de “mimetización” de la política virtual de gente desorganizada que se mueve sólo y tan solamente a través de las redes sociales. Por otro lado, el inverso también es verdadero.

Texto completo aquí: http://bit.ly/2mkC1uC


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Elogios internacionais para o Procurador Geral e a Força Tarefa “pró-mercado”


Como é da estrutura da subordinação dos formadores (ou deformadores) de opinião no Brasil, o elogio interno reflete o aplauso do centro do capitalismo. Temos o fato, declarado, do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça), afirmando para a nata do capitalismo mundializado de que a Lava Jato e a atuação da PGR é pró-mercado. No portal do World Economic Forum, Janot é citado reforçando a convocatória do próprio fundador do think tank dos ricos no planeta.

Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e relações internacionais

Comecei este recorte logo após a morte do ministro do Supremo em desastre aéreo, cujas circunstâncias implicariam uma ampla investigação federal. Não se trata aqui de uma ilação da morte de Teori com a morosidade de Rodrigo Janot e os pressupostos liberais da Força Tarefa da Lava Jato. Longe disso. As bases do argumento já são suficientes para não arriscarmos uma irresponsável suposição sem fatos contundentes. Deixo as especulações sem fim para os “justiceiros da geração Nutella” e suas elucubrações de “teoria do fato”. Nas palavras abaixo, duas evidências de que tanto os paladinos de Curitiba como o próprio Procurador Geral da República fazem o possível para agradarem plateias no estrangeiro, fazendo coro com a Lawfare (o emprego de convênios e justificativas ‘legais’ como arma de guerra imperial) e a governança liberal mundializada. Se isso ocorre de forma normativa e voluntária ou por simples reflexo ideológico e mimetismo de comportamento institucional subalterno, é algo ainda a decifrar. Os efeitos são igualmente nefastos.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2mcrt2l


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Luta ideológica, identidades coletivas e anti-imperialismo


Os inimigos externos, em especial o Império (EUA, a Superpotência projeta seu poder sobre as Américas como área exclusiva ou quase), assim como o inimigo interno – setores importantes da elite brasileira que não são sequer nacionalistas, que dirá igualitários – sabem da fragilidade da reprodução de nossas identidades coletivas.

Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e relações internacionais

O tema das identidades pode ser observado de diversos ângulos. Alguns operam como força mobilizadora e têm relação direta com a sociedade concreta, as experiências históricas e a transposição de bases de compreensão mútuas do mundo. De modo mais simples, a identidade coletiva pode implicar uma projeção de “lugar a ser construído”, de utopia associativa ou distopia individualista ou totalitária. O tema das identidades políticas, quando sujeitos sociais assumem uma perspectiva e projeção de si para além do individualismo, das relações familiares e estruturas sociais impostas (como Estado e Mercado), é chave para encontrarmos uma saída para as esquerdas brasileiras – em especial a esquerda mais à esquerda – e superarmos mitos de sociedades imaginárias. O tema é complexo, e ultrapassa os neologismos de “mimetização” da política virtual de gente desorganizada que se move apenas e tão somente através das redes sociais. Por outro lado, o inverso também é verdadeiro.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2lxmlbN


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A ex-esquerda caiu por sua derrota ideológica


A derrota ideológica é uma posição de antemão, onde um dos agentes centrais em um conflito simplesmente o nega, por supor que o antigo inimigo já não o considera mais “inimigo” por este tentar se apresentar como “fiável e comportado”.

Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e relações internacionais

Afirmo de maneira categórica: A ex-esquerda sucumbiu por ignorância ou subestimação do conceito de ideologia e a consequência direta da falsa ideia de hegemonia na sociedade brasileira. Como também afirmo há tempos, chegando ao ponto da exaustão por repetição do conceito, não trato da hegemonia de tipo superficial ou rasteira, quando se entende – de maneira equivocada – a “ter hegemonia” a simplesmente impor alguns nomes para certos cargos-chave em instituições importantes dentro de uma sociedade estruturalmente desigual. Isso não é hegemonia, talvez hegemonismo, velho vício das esquerdas encantadas com a tentação autoritária. 

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2n7eUoe


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Os ataques sofridos em escala internacional pelas empresas líderes da engenharia brasileira: uma análise por esquerda


Uma das tarefas permanentes de uma potência hegemônica é de preservar, assegurar e ampliar sua condição de exercício de hegemonia. Para tal, o hegemon, ou a Superpotência – já que a única realmente existente é os Estados Unidos – trabalha com uma lógica de antecipação, usando suas vantagens competitivas em relação a supostos rivais.

Existe uma diferença gritante entre “teoria da conspiração” e prática conspiratória. Entendo que bastam algumas observações pontuais para fazer a lógica da obviedade. O texto que segue tem as devidas ponderações legais, por isso a cautela necessária. Vale observar que ao reconhecer que houve participação do Império no golpe no Brasil, não me alinho ao lulismo, tampouco a condenáveis práticas empresariais, menos ainda ao 'batismo nos contratos' como prática regular brasileira e nem nego a condição de que agentes nacionais (domésticos) possam aplicar golpes e também contra golpes.


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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A estrutura da corrupção e do poder no Brasil

09 de março de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



La criminalización de las oligarquías políticas brasileñas

08 de marzo de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2mTsbUX



8 de março, dia de luta, uma reflexão solidária

08 de março de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://abracosc.com.br



El depoimento de Marcelo Odebrecht a la Suprema Corte Electoral de Brasil

02 de marzo de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2mq55oK



La indicación del ministro de la Justicia del gobierno golpista para la Suprema Corte Brasileña

24 de febrero de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2n00BBw



Eleições equatorianas - entrevista ao programa Café Cultura - Rádio FM Cultura

21 de fevereiro de 2017 - Entrevista ao programa Café Cultura, da rádio FM Cultura (107.7)

Ouça aqui: http://bit.ly/2kZJgat



A delação da Odebrecht e a pizza do procurador geral Rodrigo Janot

27 de janeiro de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://bit.ly/2kErkFQ



Estranhas relações no país do STF como poder moderador

26 de janeiro de 2017 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://bit.ly/2k7WmDd



La absurda política penal en Brasil

14 de enero de 2017 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2jBTL4q



La fractura del pacto político brasileño

17 de deciembre de 2016 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2i7gunm



Os vínculos e subordinações da Força Tarefa da Lava Jato para os EUA

9 de dezembro de 2016 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://bit.ly/2hEs9K5



El gobierno golpista de Michel Temer pierde su sexto ministro por sospecha de corrupción

26 de noviembre de 2016 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2fxOT1P



As prisões dos ex-governadores do Rio de Janeiro e as alianças de co-governo

Política Nacional para o programa Contraponto, da RadioCom, de Pelotas, RS. O programa vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30 e pode ser companhado ao vivo pelo site - www.radiocom.org.br.

Ouça aqui: http://bit.ly/2gakZws



Las ocupaciones de liceos y universidades en Brasil

04 de noviembre de 2016 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2frdox3



As eleições municipais no Brasil

28 de outubro de 2016 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://bit.ly/2fQzY2q



A prisão de Eduardo Cunha

24 de outubro de 2016 - Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC.

Ouça aqui: http://bit.ly/2fIbDgg



Columna de radio - El retiro de derechos sociales básicos de los brasileños

15 de octubre de 2016 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2dIHDLS



A consumação do golpe e a aliança entre o antigo Blocão e Centrão

Política Nacional para o programa Contraponto, da RadioCom, de Pelotas, RS. O programa vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30 e pode ser companhado ao vivo pelo site - www.radiocom.org.br.

Ouça aqui: http://bit.ly/2diffnt



Columna de radio - El bajón político brasileño después del golpe parlamentarista

08 de octubre de 2016 - Columna de radio en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha.

Escucha aquí: http://bit.ly/2dL8bOx