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ISSN 0033-1983
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Análise de conjuntura em perspectiva – conspirando pela rendição total

grupo de pesquisa trabalho e capital

O perfeito idiota latino-americano em sua versão brasileira mais explícita

26 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

 

As frases são sempre as mesmas: "Populismo fiscal, suporte do Estado e fraude política a caminho"....assistimos a teleconferência apregoando o Manual do perfeito idiota daqueles que nos xingam de idiotas latino-americanos sendo aplicado.

 

Assistindo o programa Globonews Painel (deste sábado 25 de julho de 2015), cuja bancada era  composta por dois economistas vinculados a consultorias privadas e um colega da ciência política igualmente vinculado a outra consultoria, me dei conta que há um tema de fundo nesta crise política. No primeiro mandato de Dilma, o ministro Guido Mantega de fato tentou uma inflexão desenvolvimentista, mas sem uma base social mobilizada e tampouco a predisposição do partido de governo para confrontar a sangria desatada de mais de 40% do orçamento da União para a especulação da agiotagem rentista. No segundo turno de 2014, houve uma eleição plebiscitária cuja chapa vitoriosa aceitou o brete do rentismo e chamara um ministro da Fazenda que apoiara Armínio Fraga para tomar conta do caixa da 8a economia do mundo.

 


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A tragédia Grega da traição de Tsipras em dois níveis de análise


Alexis Tsipras é só mais um na longa fila de quase líderes a ceder diante ao inimigo diante da possibilidade real de vitória do povo.

17 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha.

"Caso a Grécia tivesse mantido de pé o resultado do referendo de 5 de julho, haveria a condição concreta de subordinar as vontades dos delinqüentes financeiros diante da força democrática, através de consulta direta. Agora, as chances de vitória da longa rebelião grega estão mais distantes", afirma Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo. 


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House of Cunha - análise de conjuntura após a manobra de Eduardo Cunha e a redução da maioridade penal


O poder de veto da população organizada barrou a barbárie na 4ª feira 01 de julho de 2015, mas os custos desta mobilização podem ser menos extensos do que o poder de manipulação regimental de Eduardo Cunha e suas péssimas companhias.

09 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

"Neste momento da política brasileira, com a presidente se equilibrando com 9% de apoio declarado; com o partido de governo recebendo “bola nas costas” de Lula, o líder com poder de veto e que melou o congresso do PT; com a canha rentista forçando uma inflação baseada em preços controlados; e, com a desinformação estrutural estruturando falsas consciências viralizadas nas redes sociais brasileiras, a conclusão é óbvia. Os setores que tiverem direitos adquiridos e não se mobilizarem, recusando-se a organização de tipo reivindicativo e classista, simplesmente corre o risco de perdê-lo. O Tea Party brasileiro existe embora seja multifacetado e chegou às raiais da desfaçatez. Sua meta passa por cumprir a profecia auto anunciada por Fernando Henrique Cardoso. Ao avançar no desmonte da herança varguista, irão pelo ralo também as estruturas da regulação do mundo do trabalho e boa parte dos direitos conquistados na Constituição de 1988. Todo o cuidado é pouco", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.


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Ted Cruz e a guinada à direita para os latino-americanos


Ted Cruz é contra os imigrantes, contra os direitos reprodutivos, a presença do Estado na economia, a favor do comércio indiscriminado de armas de fogo, pela redução de impostos e a preservação da riqueza individual.

07 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

Os Estados Unidos são um país multicultural, pluriétnico e com uma perigosa sobreposição da questão social (divisão da sociedade em classes) com a segmentação étnico-racial, segundo definição oficial do governo central da superpotência. Embora não tenha passado de tímidas políticas keynesianas, a administração de Barack Obama (democrata), eleito em 2008 e reeleito em 2012, marcou o início de uma possível era pós-racial nos Estados Unidos. Aparentemente, a Era pós-racial marcaria um momento na vida política e no ambiente doméstico da superpotência onde cada grupo étnico formaria sua elite relativa e formas de ascensão social. A reprodução das idéias mais à direita (dentro do espectro político dos EEUU) seria através dos milhões de gestores e proprietários de micro e pequenos negócios étnicos. O conceito tem falhas e incoerências, como afirmo abaixo.


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Grécia: Entre a democracia direta e a rendição diante da chantagem promovida pela delinquência financeira


A força dos gregos está nas ruas e não nas urnas. Se o Syriza é o reflexo eleitoral de uma pré-disposição de luta dos gregos após a ditadura de 1974, este caldo de cultura vem num crescente desde a rebelião popular de libertária de outubro de 2008.

02 de julho de 2015, Bruno Lima Rocha

"Neste momento e observando de longe, podemos ver um tabuleiro complexo onde aceitar a proposta absurda da Troika é vista como capitulação do gabinete de Tsipras e pode corroer a base de legitimidade da nova esquerda eleitoral europeia. Isto implica uma ampliação de espaço mais à direita e uma urgência organizativa da esquerda radicalizada grega, cuja capacidade de combate é muito elevada", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.


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Lula como franco atirador, austericídio no Planalto e o comportamento esquizofrênico da Câmara


Para Luiz Inácio, ao que parece, é mais relevante preservar seu próprio capital político do que ver-se associado ao naufrágio do modelo por ele próprio inaugurado.

"No Brasil o lobby formal é proibido, mas os setores empresariais com mais poder de pressão conseguem isentar-se das medidas mais duras. Observamos uma cadeia alimentar, onde o setor financeiro-especulativo comanda; seguido dos setores com poder empresarial para fechar grandes contratos de governo ou arcar com a infra-estrutura do país e após setores específicos - alguns voltados para exportação - com condições de influência sobre bancadas estaduais e federais. O aumento do custo da geração de emprego direto para o empregador faz parte da fórmula da ortodoxia neo-neo monetarista e o resultado societário é horrível", constata Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.


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Os Estados Unidos e a encruzilhada de sua população latino-americana - 1


Ao mesmo tempo, o fato de que nossos territórios ainda estão vivendo o pesadelo da injustiça social com base na ordem pós-colonial, temos também o "grande irmão do norte" como a nossa tortura permanente.

Existe uma enorme coletividade em franca expansão dentro do território da superpotência. Os EUA são – segundo dados de seu governo central - um país pluriétnico e ainda sob a antiga denominação de multirracial. O Departamento de Orçamento e Gestão estadunidense reconhece a existência de cinco macro-grupos raciais (cabe a crítica a este conceito), sendo estes: “brancos” (caucasianos ou não), negros ou afro-americanos, nativo-americanos ou nativos do Alaska, asiáticos, nativos do Havaí e nativos de outras ilhas do Pacífico e hispânicos ou latino-americanos. Destes, o contingente de “brancos”, incluindo o conjunto das etnias e grupos culturais mais conhecidos, ultrapassa os 50% dos residentes dos EUA. Os demais 50% são compostos por uma variedade étnico-racial, sendo que a maior parte destes se origina de povos dominados pela superpotência.  


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O congresso do PT que nada decidiu a não ser manter os mesmos rumos sem rumo


A solução dada pelo partido de governo para o governo de coalizão é guinar à direita e hipotecar a sua própria base restante.

15 de junho de 2015, Bruno Lima Rocha

Tendo como pano de fundo o 5º Congresso Nacional do PT, Bruno Lima Rocha, jornalista e cientista político, professor de Relaões Internacionais, afirma "o lulismo vai deixar uma sequela ideológica difícil de ser superada tanto nesta agrupação política como na sociedade brasileira".

Segundo ele, "superar o paradigma do pacto de classes e do minimalismo vai exigir profunda autocrítica e radicalidade através das bases sociais mobilizadas".


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A crise econômica na Grécia

Em entrevista ao programa Contraponto (16.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a crise econômica na Grécia. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qNxAt



Aprovação da Medida Provisória 672/2015 – Correção do salário mínimo aos aposentados

Em entrevista ao programa Contraponto (09.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta aprovação da Medida Provisória que faz a correção do salário mínimo aos aposentados. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qI1xY



Votação da redução da maioridade penal

Em entrevista ao programa Contraponto (02.07.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta votação da redução da maioridade penal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qAWi6



O posicionamento público do ex-presidente Lula depois do Congresso do PT

Em entrevista ao programa Contraponto (25.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o posicionamento público do ex-presidente Lula depois do Congresso do PT. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qrrUo



Análise política da PEC 171/93 – A redução da maioridade penal brasileira

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 24 de junho de 2015. Faça o download neste link: migre.me/qrllS



A mudança no fator previdenciário brasileiro e a aprovação da redução da maioridade penal

Em entrevista ao programa Contraponto (18.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a mudança no fator previdenciário brasileiro e a aprovação da redução da maioridade penal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qldsS



O choque de capitalismo e o Plano de Investimento em Logística

Em entrevista ao programa Contraponto (11.06.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o choque de capitalismo e o Plano de Investimento em Logística. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/qef9s



A importância da paralisação dos trabalhadores no dia 29 de maio

Em entrevista ao programa Contraponto (28.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a importância da paralisação dos trabalhadores no dia 29 de maio. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/q3btB



A incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (21.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a incoerência estrutural brasileira e o ajuste fiscal. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pXGdj



Análise política do dia 13 de maio - abolição da escravatura

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 15 de maio de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pRQ7J



O oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic

Em entrevista ao programa Contraponto (14.05.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o oportunismo da oposição e da base de governo na taxa Selic. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pRcXu



A votação do ajuste fiscal

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O protesto dos professores e a repressão policial no Paraná

Em entrevista ao programa Contraponto (30.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o protesto dos professores e a repressão policial no Paraná. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O pacote de “bondades” de Dilma Rousseff

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 30 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pGjV5



"Os cinquenta anos"

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 28 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pECJX



As consequências do acordo de classes para a classe trabalhadora

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 27 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pDXHE



A terceira rodada de votação do Projeto de Lei 4330

Em entrevista ao programa Contraponto (23.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a terceira rodada de votação do Projeto de Lei 4330. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pB0rd



O PL 4330 e a agenda política conservadora

Em entrevista ao programa Contraponto (16.04.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o PL 4330 e a agenda política conservadora. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/pvmhR



A reação contra o PL da tercerização e a correlação de forças entre capital e trabalho

Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - RS - 16 de abril de 2015. Faça o download neste link: migre.me/pvken