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ISSN 0033-1983
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Viralatismo e entreguismo midiático e as TVs internacionais

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A aproximação do Brasil do período lulista com a China chamou a atenção da mídia internacional e gerou a preocupação devida no Depto de Estado

Bruno Lima Rocha, 15 de julho de 2016

O Brasil vive um momento de governo interino ou golpista – entendo que é um golpe branco, midiático e semi-parlamentarista – onde o papel da mídia foi preponderante junto aos estamentos do aparelho judiciário, do Ministério Público e policial (delegados federais). Como é sabido hoje, o Projeto Pontes, iniciativa da representação diplomática dos Estados Unidos (EUA), tentando – e conseguindo – se aproximar de elementos-chave da Justiça Federal, do Ministério Público Federal e policiais federais (com ênfase em delegados) e centrando o trabalho em Curitiba conforme revelado pelo Wikileaks (ver link: http://bit.ly/29oGisk). A produção de comunicação mediada, forçando os conglomerados de comunicação a entrarem em sintonia com as operações, incluindo a narrativa de folhetim e o clima de incerteza permanente sobre os tomadores de decisão do país, fez o peso político da hegemonia interna transitar de uma frágil governabilidade de centro-esquerda com aliados oligárquicos, conservadores e mercenários, para um discurso difuso, udenista e que tomava Sérgio Moro como herói vivo, redentor do país. Ponto para a ação diplomática e os enlaces sociais da inteligência dos EUA, mesmo que atuando de forma indireta e dentro dos limites da lei existente. 


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Comentário de análise política sobre a renúncia de Eduardo Cunha da presidência da Câmara


Audiovisual do cientista político e professor de relações internacionais, Bruno Lima Rocha, após a renúncia de Eduardo Cunha à Presidência da Câmara. 

Assista aqui:http://bit.ly/29BMmlM


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Uma crítica por esquerda aos militantes ainda vinculados ao governo deposto – 2

Foto: Ramiro Furquim

Ao invés de renovar o pacto de elites, seria necessário aprofundar a luta por direitos coletivos, mesmo que atropelando governos municipais e estaduais correligionários ou alinhados ao Planalto de então.

4 de julho de 2016, Bruno Lima Rocha

Este artigo entra como a segunda parte da série de crítica aos partidos de centro-esquerda e movimentos de esquerda social que foram – são – base de apoio do partido de governo deposto (PT) e seus aliados. Não tomamos como alvo desta crítica o lulismo em si, como fenômeno eleitoral de pacto conservador com melhorias materiais concretas de vulto, mas sim as agrupações organizadas que dentro deste guarda-chuva da governabilidade coexistiram pacificamente dentro do “governo em disputa”. Ao contrário do primeiro texto, este tem abordagem mais de ordem tática (equivalendo ao curtíssimo, curto e médio prazos), sendo a dimensão estratégica e teórica (longo prazo e finalismo) o objeto de terceiro e último artigo desta série.

Reconheço a delicadeza do tema, e assim como no primeiro texto, a meta não é reforçar teses sectárias ou praticar hegemonismo estéril. Apresento conceitos operacionais, do manual da política, e proponho debate franco e sincero. Nenhuma das palavras do artigo foi escrita no sentido de depreciar esforços sinceros, ganhos materiais concretos, melhoria das condições de vida e dedicação militante. É justo o oposto; é para valorizar a militância e o trabalho intelectual comprometido que aqui escrevo.


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Análise política sobre a votação para saída do Reino Unido da União Europeia.


Bruno Lima Rocha fez uma análise política sobre a votação para saída do Reino Unido da União Europeia.

O cientista político e professor da Unisinos e ESPM-Sul, Bruno Lima Rocha fez uma análise política sobre a votação para saída do Reino Unido da União Europeia.

Veja o vídeo: http://migre.me/ugkg2


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No rastro da nova-velha direita e o giro reacionário do senso comum brasileiro – 2


O problema societário está na capacidade de massificação desta postura – existe, não seria majoritária, mas tolerada, e fazendo muito barulho – e os confrontos inevitáveis daí advindos.

20 de junho de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução da segunda parte da série

Neste segundo artigo da série da nova-direita, desenvolvo a ideia de como o senso comum foi sendo colonizado por ideias reacionárias, que terminam sendo um modo reativo diante das tímidas e, por vezes, pífias políticas de reconhecimento promovidas pelo governo temporariamente afastado e o pacto lulista iniciado em 2003. Na esteira deste reacionarismo social e de âmbito na cultura e na religião, vemos espetáculos dantescos de misoginia, de homofobia e um rechaço “medieval” aos avanços obtidos dentro da Constituição Federal de 1988. Insisto na tese de linha chilena, ao menos até 1981, quando o pau de arara e as máquinas de moer carne humana das forças repressivas de Augusto Pinochet e cia. eram complementadas pelo asqueroso preceito dos Chicago Boys, doutores e mestres em economia na Universidade de Chicago, para onde foram às dezenas por duas décadas a soldo de bolsas do Império.


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O atentado de Orlando e as opções presidenciais dos EUA


Embora ataques com armas automáticas sejam um fenômeno regular nos EUA, o atentado contra a Pulse, atingindo majoritariamente latino-americanos e descendentes vivendo em Orlando e região, foi o pior massacre doméstico desde o 11 de setembro de 2001.

17 de junho de 2016, Bruno Lima Rocha

O atentado de Orlando, Florida, realizado na madrugada de domingo, 12 de junho, congrega o que de pior temos hoje em termos de ameaça visível para a ideia de democracia de massas. A ação terrorista e de crime de ódio aproxima extremos sectários, atiçando tanto uma onda de islamofobia assim como visibilidade da homofobia em escala de pavor societário. Também caracteriza um momento onde a política interna dos Estados Unidos consegue se mundializar, através de redes cibernéticas, efeitos virais e de lealdades ideológicas onde a América Latina reproduz, pela via de elites econômicas e midiáticas pautadas pelo viralatismo, as piores clivagens da direita republicana, dos ultra liberais e neoconservadores orientados pelo crivo religioso.


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Política: manobras do PMDB para evitar prisões e cassações


Os pedidos foram feitos por suspeita de obstrução das investigações da Operação Lava Jato.

08 de junho de 2016, Bruno Lima Rocha

O procurador-geral da república, Rodrigo Janot pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e do ex-presidente da República, José Sarney (PMDB-AP). Os pedidos foram feitos por suspeita de obstrução das investigações da Operação Lava Jato. O reflexo da ação e a ameaça que o partido representa para o andamento das investigações são debatidos no Conexão RS.

Veja a entrevista completa: http://migre.me/u3V2Z


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Uma crítica por esquerda aos militantes ainda vinculados ao governo deposto – 1


Não cabe neste primeiro momento apontar supostos “erros ou acertos” dos governos de Lula e Dilma e sim debater, a dimensão estratégica, ou a ausência desta dimensão, quando apontada ao médio e longo prazo.

03 de junho de 2016, Bruno Lima Rocha

Iniciar um debate como esse é sempre um tema delicado. Nos espaços onde publico e circulam ideias por mim difundidas, percebo que as críticas são bem recebidas e, ao mesmo tempo, posso estar abrindo feridas políticas com interpretações que podem ser bastante sectárias. Ainda que reconheça este risco, estou abrindo uma nova série, compartilhando tanto a crítica à nova direita que cresce na onda reacionária a tomar conta de parte do Brasil, como fazendo a crítica por esquerda, de forma, mas sincera.


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A eleição da Câmara Federal e a vitória do dep. federal Rodrigo Maia (Dem-RJ)

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC – 15 de julho de 2016.

Ouça aqui: http://http://bit.ly/2a63gYB



Lágrimas de crocodilo no Planalto

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores, da Rede Abraço SC – 08 de julho de 2016.

Ouça aqui: http://bit.ly/2aaMYsF



As novas fases da Operação Lava Jato

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 25 de junho de 2016.

Faça o download neste link: migre.me/uckTh

Ouça no SoundCloud: migre.me/ucl41



A suspeita da queima de arquivo no caso Paulo César Morato

Em entrevista ao programa Contraponto (24.06.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a suspeita da queima de arquivo no caso Paulo César Morato. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/udxH6

Ouça no SoundCloud: migre.me/udxM7



Análisis Político desde Brasil - 23.06.2016

Análisis Político desde Brasil, para radios y medios sonoros, el nexo político-criminal en la política profesional y las grandes empresas en Brasil, sumada al accionar del Império acá.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/udzHu

Escuchar en SoundCloud: migre.me/udzPb



A saída do ministro do Turismo no governo Temer

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 20 de junho de 2016.

Faça o download neste link: migre.me/u9UlO

Ouça no SoundCloud: migre.me/u9ULd



Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castelhano

Esta es la columna semanal de radio (17.06.2016), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan las quejas dele x presidente de Transpetro.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/u8v2Z

Escuchar en SoundCloud: migre.me/u8vb8



A dificuldade na governabilidade de Michel Temer

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 10 de junho de 2016.

Faça o download neste link: migre.me/u4mTw

Ouça no SoundCloud: migre.me/u4mXe



3 semanas de gobierno golpista en Brasil

Esta es la columna semanal de radio (04.06.2016), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan la 3 semanas de gobierno golpista em Brasil.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/u1C8z

Escuchar en SoundCloud: migre.me/u1Cb1



O governo de Michel Temer, o futuro da política no Brasil e a tramitação do projeto Escola sem Partido

O programa Esfera Pública (03.06.2016) entrevistou os cientistas políticos: Bruno Lima Rocha e Paulo Peres que debateram sobre o governo de Michel Temer, o futuro da política no Brasil e a tramitação do projeto Escola sem Partido.

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/u12nO

Ouça no SoundCloud: migre.me/u1B51

 



A fortuna do filho de Michel Temer

Em entrevista ao programa Contraponto (03.06.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a fortuna do filho de Michel Temer. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/u0UgP

Ouça no SoundCloud: migre.me/u1Baz

 



As conversas gravadas com Sérgio Machado e Romero Jucá

Em entrevista ao programa Contraponto (27.05.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as conversas gravadas com Sérgio Machado e Romero Jucá. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/u0Tof

Ouça no SoundCloud: migre.me/u1ADM



A primeira semana do governo Michel Temer na economia

Em entrevista ao programa Contraponto (20.05.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a primeira semana do govenro de Michel Temer na economia. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: http://migre.me/u0U1k

Ouça no SoundCloud: migre.me/u1Awk

 



As leis regressivas no governo de Michel Temer

Em entrevista ao programa Contraponto (13.05.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as leis regressivas no governo de Michel Temer. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/u0Sf8

Ouça no SoundCloud: migre.me/u0Srg



Avaliação das três semanas do governo Michel Temer

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 02 de junho de 2016.

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Ouça no SoundCloud: migre.me/u06wi



Entrevista Coletiva – O cenário político atual e a análise das primeiras semanas do governo Temer.

Entrevista Coletiva produção e apresentação dos alunos de jornalismo da FABICO com orientação da Professora Sandra de Deus. Neste programa de três partes o cientista político, Bruno Lima Rocha, comenta o cenário político atual e a analisa as primeiras semanas do governo Temer.

Faça o download da primeira parte neste link: migre.me/tUREW

Ouça no SoundCloud a primeira parte: migre.me/tUSqN

Faça o download da segunda parte neste link: migre.me/tURGi

Ouça no SoundCloud a segunda parte: migre.me/tUSuG

Faça o download da terceira parte neste link: migre.me/tURHh

Ouça no SoundCloud a terceira parte: migre.me/tUSzS



Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castellano

Esta es la columna semanal de radio (20.05.2016), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan la composición ministerial de Temer, los titulares de Economía, Planificación, Justicia e Inteligencia del gobierno golpista.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/tUMAM

Escuchar en SoundCloud: migre.me/tUMKY



O perfil do governo Temer

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 13 de maio de 2016.

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Análise política após o processo de impeachment no Senado

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 12 de maio de 2016.

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Ouça no SoundCloud: migre.me/tKhl8