Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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“Contabilidade criativa” e a incrível capacidade do governo em piorar a relação política a cada oportunidade – análise de conjuntura com ênfase nas relações empresariais-criminais-estatais ocorridas entre 07 e 14 de dezembro de 2014

quantocustaobrasil

A sonegação fiscal é parte da agenda oculta do novo ministro banqueiro; o mesmo se dá com qualquer outro tema relacionado ao rentismo e a dívida odiosa

17 de dezembro de 2014, Bruno Lima Rocha  

 

No Brasil, a estimativa de perdas (ou gastos) com a corrupção é da ordem de R$ 69 bilhões de reais ao ano. Já a sonegação (sem contar a injustiça fiscal) chega a R$ 415 bilhões de reais. E, por fim, se da sonegação (e o sonegômetro quase ninguém fala), a gastança com a rolagem da dívida odiosa é ainda mais ocultada. Este gasto é da ordem de R$ 718 bilhões de reais ao ano! Esconder estes números e inverter as prioridades é o conluio da mídia hegemônica com os operadores do mercado financeiro e seus representantes, dentro e fora do governo de turno.


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Bolsonaro, a excrescência da política e a urgente revisão da Lei da Anistia

Globalvoicesonline

Na charge ímpar de Latuff, constata-se que não há tolerância possível para um país que tolera a tortura e anistia crimes de lesa humanidade

14 de dezembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

A partir do momento que e o relatório final da Comissão da Verdade, ao ser entregue, termina por indicar a Revisão da Lei de Anistia, as atenções passaram a girar ao redor do embate público entre os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Maria do Rosário (PT-RS). Bolsonaro novamente passara do limite do que pode ser falado e ultrapassa a linha da liberdade de expressão para chegar à pregação do ódio e do chauvinismo. Como a direita ideológica já não tem não tem mais medo de mostrar o próprio rosto, refletindo o pior do país e sua herança pós-colonial, o fato pontual se transforma em motivação coletiva para a ação.


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O front de Rojava e o complexo teatro de operações da revolução social curda

Oriente Mídia

Kobanê se encontra cercada pelo ISIS e, na retaguarda, o poderoso Exército Turco corta as linhas de suprimento para a cidade regida pela Autonomia Democrática de maioria curda.

Bruno Lima Rocha, 10 de dezembro de 2014

 

A análise é relativamente complexa e a resultante aparenta ser simples. As forças sociais de Rojava se encontram cercadas na retaguarda pelo fechamento da fronteira com a Turquia. Antes da libertação da parcela síria do Curdistão, as linhas de traficantes de armas e abastecimento logístico dos jihadistas era alimentada (tolerada) pelo Estado Turco. Após julho de 2012, o YPG, milícia de autodefesa organicamente vinculada ao TEV-Dem (composição de forças sociais hegemonizadas pelo PYD (Partido da União Democrática) e que organiza a sociedade local) começou a fechar a fronteira na busca de uma autonomia regional. 


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Levy e a vitória de Pirro da “esquerda” - análise de conjuntura, semana de 30 de novembro a 6 de dezembro de 2014

Brasil 247

A ex-guerrilheira, o ex-sindicalista que segundo o próprio nunca fora de esquerda e o eterno Chicago Boy, direto das hostes de Milton Friedman para, sob a bênção de Lázaro Brandão, governar a 7ª economia do mundo. Para a massa iludida do “voto ideológico” na esquerda isso tal indicação não pega nada bem.

Bruno Lima Rocha

 

Introdução

 

Nesta semana, verificamos mais conseqüências nefastas do 3º Turno e o mito do governo em disputa. Como quase sempre ocorre a esquerda cujas urgências nunca couberam nas urnas da democracia indireta está mais que correta.  O manifesto de intelectuais, militantes, coletivos e indivíduos que se aglutinam em torno das idéias do portal Carta Maior (24/11/14) expressa uma correta indignação daqueles que apoiaram a candidatura de Dilma, cerraram fileiras para o apertado 2º turno e agora se vêem diante do estelionato eleitoral. 


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No Curdistão reside a esperança do Oriente Médio e da Ásia Central

rojhelat.info

O oeste do Curdistão, região cujo nome em curdo é Rojava, representa uma esperança de novas relações sociais para sociedades de maioria islâmica e operam como um catalisador de solidariedade global.

30 de novembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

Em tempos de barbaridades promovidas pela atuação do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS), a resistência em Kobane, terceira cidade mais importante dos curdos, localizada na fronteira entre a Síria (ou o que dela resta) e da República da Turquia, reforça a esperança de uma sociedade não sectária e democrática no Oriente Médio, e com influências até a Ásia Central. 


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O 3º turno pautado pela direita que não ganhou as eleições presidenciais de outubro. Análise de conjuntura para o IHU – semana de 23 de novembro de 2014

Latin Finance

Joaquim Levy no Fórum Econômico Mundial e a defesa incondicional das margens asiáticas aplicadas para os operadores de mercado no Brasil. O amigo de Armínio Fraga marcha para a conquista da Fazenda da União.

Bruno Lima Rocha, de 23 a 29 de novembro de 2014

 

Introdução

 

Estamos diante de um novo fenômeno. O 3º turno no Brasil era na composição de maioria, na busca desenfreada pela tal da governabilidade, dando carne ao conceito de presidencialismo de coalizão. Tal conceito-chave na política brasileira - se for observado sem senso crítico - entra nas falácias neoinstitucionalistas. Se for traduzido pela sua natureza substantiva, revela-se a condição de governo de quem faz campanha ao lado de 10 partidos, embora esconda as legendas oligárquicas nos programas de TV e Rádio. Agora o 3º turno ultrapassa as raias do absurdo e trata do seqüestro da pauta por direita, havendo uma corrida de cancha reta entre o Planalto (ou Dilma e Lula, mais apropriadamente dito) e a oposição neoliberal, apostando o páreo para ver quem alinha de forma mais convicta com o receituário da “retomada de confiança do mercado”. Nesta corrida infeliz, cumpre papéis preponderantes tanto a pressão midiática – como veremos no tópico logo abaixo – como a execução da teoria das portas giratórias, onde o pivô é um alto executivo de finanças que entra e sai do aparelho de Estado como se este fosse o prolongamento de suas atividades privadas. As palavras que seguem não são propaganda ideológica embora não percam sentido de crenças e normatividade. Reforço que não são propícias para quem vive em estado de pensamento mágico, confundindo o apelo publicitário do marketing político com a política nua e crua, embora com requintes de sofisticação, realizada por e pelo andar de cima do Brasil. 


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A virada à direita segue a passos largos no segundo governo Dilma

Folha

Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, respectivamente, as indicações para a Fazenda, Planejamento e a permanência no BC. Os nomes teriam sido “vazados” por fontes do Planalto. O Brasil votou na esquerda para ser governado por direita.

22 de novembro de 2014 – Bruno Lima Rocha

 

Neste breve artigo, constato o estelionato eleitoral de um governo que já recomeça contra as cordas e disposto a ceder quase-tudo para fazer quase-nada. Mesclando notas que saíram na Folha e na CartaCapital, a lógica da virada à direita na economia seria inevitável. Vejam a natureza dos gastos, cuja intenção é permitir o pagamento da dívida pública - maior gasto corrente do orçamento da União.


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Cenário pós-eleitoral – as marchas de 15 de novembro e o epicentro da política brasileira em São Paulo

Blog do Parrini

Sob o guarda-chuva de Movimento Brasil Consciente, neoliberais e extrema-direita organizam os protestos contra o resultado eleitoral, o mecanismo de governabilidade do lulismo tendo como pano de fundo a corrupção endêmica. Diante da CPI da Petrobrás, a direita pode realmente capitalizar sobre o governo que nada em seu próprio lamaçal.

Bruno Lima Rocha, 19 de novembro de 2014 

 

O debate a respeito do cenário pós-eleitoral, ao contrário do que muitos esperavam, não se atenuou. Aumenta a intensidade dos protestos por direita, e, ao mesmo tempo, abre-se todo um leque de possibilidades para colocar o governo reeleito contra a parede, diminuindo ainda mais sua estreita margem de manobra. Podemos identificar quatro possibilidades dentro do cenário complexo onde se realizam arenas simultâneas de embate.


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
As relações comerciais entre Estados Unidos e Cuba

Em entrevista ao programa Contraponto (18.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as relações comerciais entre Estados Unidos e Cuba.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/nAEy0



A entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade

Em entrevista ao programa Contraponto (11.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/nrC68



A economia política dos banqueiros

Em entrevista ao programa Contraponto (04.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a economia política dos banqueiros.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/nkWwH



O debate sobre o terceiro turno

Em entrevista ao programa Contraponto (27.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha dá sequência ao debate sobre o terceiro turno.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/n970i



A operação lava jato

Em entrevista ao programa Contraponto (20.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta sobre a operação lava jato.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O atual mapa político do Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (06.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o atual mapa político do Brasil.

O comentário também rende homenagem póstuma para Miguel Guaglianone, Róbson Achiamé e Leandro Konder.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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Manifestações contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a “venezuelização” do Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (06.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as manifestações contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a “venezuelização” do Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita

Em entrevista ao programa Contraponto (30.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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Prévia do panorama eleitoral no segundo turno

Em entrevista ao programa Contraponto (23.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha faz uma prévia do panorama eleitoral no segundo turno.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais

Em entrevista ao programa Contraponto (16.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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As eleições para além do voto e da urna

Em entrevista ao programa Contraponto (09.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as eleições para além do voto e da urna.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (25.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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Descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (04.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A desinformação dos brasileiros a respeito do processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (28.08.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a desinformação dos brasileiros a respeito do processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A prisão de 21 pessoas realizada por policiais civis no Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a prisão de 21 pessoas, sem justificativas, realizada por policiais civis no Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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As manifestações populares durante a Copa do Mundo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A pesar de la pasión futbolera los brasileros rechazan a la FIFA

Una apretada agenda de protestas se superpone en Brasil con los partidos de la copa mundial de fútbol. Este mes, organizan marchas en las ciudades donde se juegan los partidos, para que los medios internacionales repliquen su crítica por cómo la FIFA desembarcó en Brasil.

Bruno Lima Rocha, periodista y politólogo brasilero ligado a los organizadores de las protestas, aseguró que la FIFA cosechó un gran desprecio en la población de su país. "Se protesta contra las imposiciones de la FIFA y con la convicción de que en Brasil la organización está dominada por un grupo de corruptos ligados a los principales poderes económicos de Brasil”, indicó Lima Rocha.

Para escuchar la entrevista completa, haga clic en el link: migre.me/jZzfl

Fuente: Futura FM 90.5, La Plata.



Análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha faz uma análise crítica do futebol brasileiro como produção cultural. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A Proposta de Emenda Constitucional de número 215

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha, comenta sobre a Proposta de Emenda Constitucional de número 215 (PEC 215). O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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