Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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Pílulas de reflexão libertária na América Latina (2) – a defesa de uma comunicação popular, sob controle direto e em contra a forma mercadoria


Quem amarra os fragmentos do povo e das classes subalternas é justamente a capacidade de comunicar e aglutinar, estando de portas abertas as mídias massivas sob o controle popular.

22 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

O debate comunicacional é um problema permanente e passa por um período crítico na América Latina. Crítico porque de forma correta os donos de meios são caracterizados como bastião ideológico tanto da direita como dos capitais transnacionais. Para comprovar a tese, basta observar o papel da SIP (Sociedade Interamericana de Impresa), do GDA (Grupo Diários América) e ver a atuação dos maiores conglomerados de comunicação social e entretenimento midiático em cada um de nossos países.


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Pílulas de reflexão libertária na América Latina (1), a defesa de uma produção primária em base a uma economia não monetária


A defesa dos territórios também inclui a capacidade produtiva onde, supostamente, seria viável desenvolver em pequena escala outros modos de produção desde que aliados com uma ampla luta reivindicativa.

20 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Escrevendo de modo mais solto, vou aportar alguns conceitos e categorias por aqui e na sequência, vamos formatando nesta série iniciada de artigos para aumento da difusão. Estamos em período de Fórum Social Mundial – Fórum Social Temático – e o presumido – suposto – contraponto do Fórum Econômico Mundial de Davos. Logo, as energias apontadas para este tipo de evento se desgastam junto do equivocado entusiasmo – já em fase de franco declínio – com governos de turno, cabendo debater a ideia de longo prazo.


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Duplo discurso do PT e a hipocrisia no Fórum Social Mundial de 2016


Nesta altura do momento político, restam poucas alternativas para quem ainda se posiciona à esquerda do partido de governo e de seus aliados stalinistas e trabalhistas.

19 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Tem horas que mesmo para pessoas experientes – ou pretensamente com experiência política como este analista aqui escrevendo – o cinismo político surpreende. Dizem na Espanha, e entendo ser o dito válido aqui também, é que há uma diferença fundamental entre o Partido Progressistas (PP, a direita política pós-franquista) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no que tange a ações repressivas e medidas anti-populares. O primeiro, bate e retira direitos sorrindo, com júbilo de prazer recordando o período do generalíssimo Francisco Franco. Já o segundo, de um dos ídolos de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o ex-premiê Felipe González, bate e arrebenta assim como retira direitos e pactua com o demônio na forma de capital industrial ou financeiro, mas na frente das câmaras derrama “lágrimas de crocodilo”. No Brasil do lulismo, o PSOE daqui é o Partido dos “Trabalhadores” (PT). O exemplo que trago abaixo, já deveras repercutido em redes sociais da província, materializa a analogia.


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Revelador diálogo a respeito da suposta política repressiva do governo de São Paulo e uma reflexão subsequente


“Aliás tem a orientação de bater muito, mas evitar sangue, braço quebrado, coisa que a mídia possa escandalizar. Claro que é duro calibrar isso numa tropa com sangue nos olhos. Também tem a orientação de “respeitar” apenas jornalistas da grande mídia. Blogs, independentes, etc são considerados ativistas e receberão o tratamento de militantes.”

17 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Na metade de janeiro de 2016 tive uma conversa através de rede social – no privado – com um amigo de longa data, morador do estado de São Paulo, e profundo conhecedor da política local. Este conhecimento inclui importantes municípios como Santos, Campinas, Guarulhos, a região do ABCD, assim como do poder municipal em São Paulo capital, e óbvio, o Palácio dos Bandeirantes. Além de acadêmico, este militante com muita experiência notou o avanço da repressão policial contra as marchas organizadas pelo Movimento Passe Livre (MPL) e entidades aliadas. As palavras a seguir são de fonte segura, e podem ser lidas como uma suposição – já que não tenho a prova material – ou como uma hipótese bastante provável, que é como eu as encaro. Eis a fala deste amigo:


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Que esquerda é essa? Ou porque a posição da CAB está correta – 2


14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Como construir um partido político de esquerda sem projeto político? Como falar em socialismo sem uma projeção de sociedade? Como caracterizar uma etapa se não há objetivo finalista, sem uma via estratégica, sem a dimensão tática correspondente? O maximalismo só atende ao nível da filosofia política, mas fazer política de forma séria, consequente e por esquerda prevê um – ou alguns – projetos de acumulação de forças que vão se encontrar ou desencontrar ao longo da via. Desde que o muro caiu a maior parte da esquerda restante, da ex-esquerda, no caso da América Latina do campo classista e nacional-popular, perdera esta dimensão de metas de médio e longo prazo na política e acabam jogando o jogo do liberalismo, mesmo que por tabela.


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Debate televisivo – 3º turno no Brasil e a nova-velha direita – Parte 2


O Professor Bruno Lima Rocha comenta nesta entrevista o perfil dos nossos representantes no governo federal e da oposição, a principal bandeira levantada nas últimas manifestações populares, pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e alternativas para atravessarmos esse mar de instabilidades.

12 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

A postagem que segue foi uma participação que tive no Programa da TV Unisinos Conexão em Pauta, gravado em setembro de 2015 e que agora recupero. Este debate foi a sequência conceitual de uma participação anterior na Rádio Unisinos e pode ser considerado a continuidade da palestra-debate de fechamento de 2014 no IHU (já  postada). Repito: trata-se de uma impressão de momento, ao calor da hora, mas que em grande parte segue bastante atual.

Segue o link e fico no aguardo das críticas:

http://migre.me/sHZoD


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As capas da revista The Economist e os sistemas de pressão internacional: os piratas ingleses atacam permanentemente


Os fatores de “queda” do segundo mandato Dilma para a revista são justamente o que é relativamente destacável.

14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

A publicação inglesa The Economist traz em suas capas um modelo de operação de pressões internacionais e ajudam a derrubar políticas econômicas. Suas capas operam como chantagem orquestrada pelo elo forte do capital financeiro transnacional operando a partir do eixo NYC-Londres. Entendo que – de fato e de uma vez por todas – essa bandidagem de Armani e Dior tem de ser desmascarada e perder seu poder de influência em nossos países (da América Latina). O problema é de fundo e já vem sendo por demais debatido nas várias gerações das ciências humanas e sociais do Brasil e dos países hermanos.


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Que “esquerda” é esta? Ou porque a posição da FAG está correta. – 1


A aparente democracia interna é linha baixada do “grupo de estudo” ou outro círculo de confiança. Na medida em que as decepções se acumulam, mais gente não sai de casa e o recrutamento e a mobilização ficam em cima da necessidade material urgente e da inflexível hierarquia interna.

11 de janeiro de 2015, Bruno Lima Rocha

Existe um mito contemporâneo afirmando que tanto a direção do MST como do MTST estariam mais à esquerda e forçariam o governo a tomar atitudes mais compensatórias, assim como redistribuir o poder interno no pacto de classes do lulismo. Desde 2003, ano após ano este mito foi retomado, com a ajuda da direita midiática.


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Teoria •
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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
Análise política sobre a reunião do Conselho de Política Monetária

Em entrevista ao programa Contraponto (22.01.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a reunião do Conselho de Política Monetária. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/sNx4C

Ouça no SoundCloud: migre.me/sNxPx



Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castellano

Esta es la columna semanal de radio (22.01.2016), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan el ataque de los especuladores en enero de 2016.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/sLW1p

Escuchar en SoundCloud: migre.me/sLW9w



A dívida pública interna

Em entrevista ao programa Contraponto (15.01.2016), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a dívida pública interna. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

 

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/sHZUn 

Ouça no SoundCloud: migre.me/sHZP0

 



Análise da economia brasileira com a saída do Joaquim Levy

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 22 de dezembro de 2015.

Faça o download neste link: migre.me/sxRYU



A formação das comissões para o Colégio de Líderes e o rito do impeachment analisado pelo STF

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 20 de dezembro de 2015.

Faça o download neste link: migre.me/swMK9



A queda das teses de Eduardo Cunha na sessão plenária do Supremo Tribunal Federal

Em entrevista ao programa Contraponto (18.12.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as fragilidades do governo Dilma. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/ssWjb



Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castellano

Esta es la columna semanal de radio (18.12.2015), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan la disputa entre oligarcas y contratistas del PMDB por derrumbar o afianzar la permanencia del gobierno Dilma Rousseff.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/srP8D



Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castellano

Esta es la columna semanal de radio (18.12.2015), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan las decisiones de la Suprema Corte de Brasil a respecto de las reglas y normas del proceso de juicio político a la presidente Dilma Rousseff.

Para descargar este audio, haga clic en este enlace: migre.me/srMbK



A repercussão da carta de Michel Temer

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 12 de dezembro de 2015.

Faça o download neste link: migre.me/snIjN



As fragilidades do governo Dilma

Em entrevista ao programa Contraponto (11.12.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as fragilidades do governo Dilma. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O processo de impeachment e a manobra regimental

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 11 de dezembro de 2015.

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Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castellano

Esta es la columna semanal de radio (05.12.2015), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan el Brasil se encaminha hacia um golpe blanco de estilo paraguayo.

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O aceite do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff

Em entrevista ao programa Contraponto (04.12.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o aceite do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A prisão do pecuarista José Carlos Bumlai

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 30 de novembro de 2015.

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A criminalização da política brasileira

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 29 de novembro de 2015.

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A prisão do senador Delcídio do Amaral

Em entrevista ao programa Contraponto (27.11.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a prisão do senador Delcídio do Amaral. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A criminalização da política e as prisões do senador Delcídio do Amaral e do banqueiro André Esteves

Análise de Conjuntura Política Nacional para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço - SC – 26 de novembro de 2015.

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Columna de radio - análisis político de la realidad brasileña en castellano

Esta es la columna semanal de radio (25.11.2015), en castellano, del politólogo y docente de ciencia política y relaciones internacionales, Bruno Lima Rocha. Esta semana se comentan la criminalización de la política del gobierno nacional y la crisis del pacto de clases del lulismo.

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A PEC do genocídio e a CPI da Funai e do Incra

Em entrevista ao programa Contraponto (20.11.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a PEC do genocídio e a CPI da Funai e do Incra. O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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