Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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Entrevista realizada para o Portal Eptic – Rede de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura - 27 de janeiro de 2015

geocities.ws

Pendurado no céu ou na brocha como diz a gíria do meio, as hipotecas subprimes formaram a base da farsa com nome de crise

Vitória do Syriza na Grécia, com “Mercado” temendo pelo não cumprimento dos acordos e pagamentos frente à “crise” instalada na Europa; e medidas econômicas em prol deste mesmo “Mercado” no Brasil. 2015 começou com a economia marcando espaço importante nas pautas jornalísticas. Mas até que ponto sabemos quem é quem em meio a matérias sobre aumento de taxas de juros, superávit primário, dívida externa, austeridade, etc.?

 

Para nos ajudar a decifrar um pouco do porquê somos tão desinformados pela grande mídia e da participação da informação na fase financeiro do sistema capitalista, o Portal EPTIC entrevistou o coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Globalização Transnacional e da Cultura do Capitalismo (NIEG-CEPOS), Bruno Lima Rocha.

 


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Joaquim Levy e o mito do governo em disputa

estacaonoticia

O protesto de metalúrgicos do ABC (em 12 de janeiro) contra as demissões na Volkswagen (cerca de 800) juntou trabalhadores também da Mercedes e da Ford, totalizando mais de 20.000 trabalhadores; o movimento ainda não implica em uma ofensiva contra a nova política econômica de restauração neoliberal advinda do governo de centro-direita

19 de janeiro de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Parece que finalmente caiu a máscara e o poder central no 3º turno negociado expôs a sua verdadeira face – ou ao menos a face hegemônica. Na reportagem de CartaCapital de 18 de janeiro de 2015 (de Carlos Drummond) o ajuste fiscal aplicado pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy foi caracterizado como "punhalada fiscal". O bom repórter da publicação que apoia o governo de centro-direita marcado pelo lulismo, ao ouvir fontes como dirigentes de centrais sindicais mais que acostumados a "dialogar" com o governo, as medidas implicam em tentativa de redução de déficit estrutural de 1,2% do PIB. A intenção de Levy e sua equipe (ou a equipe econômica indicada por Dilma, pós-graduada em economia pela Unicamp) como se sabe, intenta "sinalizar ao mercado" e outras balelas indicando que o Estado precisa diminuir seu papel e reforçar seu caráter de classe. Embora a sociedade brasileira seja bastante complexa para um país ocidental e o aparelho de Estado do governo central esteja recheada de interesses diretos e insulamentos tecnocráticos, no fundo o que está em jogo é a definição do caráter de classe do Estado e a diminuição do poder do voto individual na democracia indireta apresentada como melhor saída. 

 


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A matança no jornal Charlie Hebdo e as contradições do Sistema Internacional diante da Revolução de Rojava

Kurdish Resistance & Liberation

Stéphanne Charbonnier, conhecido como Charb, publicara uma coluna afirmando que os curdos representam a todos nós contra o integrismo e os regimes totalitários – aliados do ocidente ou não – na região mais conturbada do planeta.

07 de janeiro de 2015, Bruno Lima Rocha

 

A barbárie cometida em 06 de janeiro de 2015 contra os jornalistas-chargistas da publicação francesa Charlie Hebdo demonstra o quanto à presença do Daesh (Estado Islâmico, IS ou ISIL) é danosa para ser tolerada como peça de negociação dentro da crueldade do jogo do Sistema Internacional. Neste breve artigo apresento algumas contradições dos membros da OTAN no cenário do mundo em conflito. Estendo as críticas para a cobertura de mídia internacional, focando-me na difusão da CNN, infelizmente a TV que melhor distribui no planeta. Ao desinformar sobre Rojava, o PYD e o TEV-Dem, a mídia corporativa opera como porta-voz oficiosa do governo de Barack Obama e sua política de duplo discurso na região. 


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Pensamento Libertário •
as bases do pensamento, doutrina e teoria política da democracia radical com a igualdade social •
Análise preditiva para o cenário político nacional em 2015

sindpetroalse

Nesta charge a síntese de uma urgente necessidade política para além da farsa do “jogo de posições” e muito além das urnas da democracia indireta

05 de janeiro de 2015, Bruno Lima Rocha

 

Ao contrário da maior parte das postagens deste portal e os respectivos compartilhamentos, desta vez este analista se dá ao direito de ser 100% normativo. Proponho uma análise de tipo normativa (dever ser), partindo do ponto de vista de quem se posiciona pelo avanço da democracia em todos os níveis, estando a maioria organizada como agente coletivo com poder de veto diante das decisões verticais típicas de uma sociedade onde não há justiça social embora exista igualdade formal de direitos. O momento realmente é grave diante da crise do modelo do tímido keynesianismo tardio, do retrocesso localizado nas posturas neoliberais, defensoras dos astronômicos lucros do rentismo (alocando mais de 40% do orçamento da União apenas com a rolagem de juros da dívida odiosa) e partindo diretamente para o corte de direitos sociais e, por tabela, do volume de crédito e condições de vida.  


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Uma breve reflexão a respeito do final da Secretaria de Políticas para Mulheres no RS

pmdb-rs

O governador eleito José Ivo Sartori e a primeira dama - a deputada estadual não reeleita em 2014 - Maria Helena Sartori são responsáveis diretos pela extinção da Secretaria de Políticas para Mulheres no Rio Grande do Sul.

25 de dezembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

O presente artigo aborda a extinção da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), criada no governo Tarso Genro (PT) e extinta pelo novo administrador do estado mais ao sul do país que está chegando ao Palácio Piratini (sede do Poder Executivo da província). O texto não é de política gaúcha, mas entende ser o caso exemplar para debater o tema da valorização ou não das políticas de gênero, os limites das políticas públicas para o tema e, o que é pior, a total ausência destas quando não há como implementar nada. Espero que o debate desperte nas fileiras mais à esquerda assim como nos movimentos de mulheres e de defesa dos direitos e especificidades de gênero uma saudável polêmica. Vamos ao caso. 


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EUA, Cuba e a projeção geoestratégica

revista iq Mexico

Barack Obama e Raúl Castro localizam interesses confluentes na reaproximação diplomática e distensão comercial; tal ação pode gerar ganhos econômicos binacionais e o consequente enfraquecimento de posições ideológicas acirradas, por direita e por esquerda.

20 de dezembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

A reaproximação progressiva entre Estados Unidos e Cuba foi anunciada na tarde de 4ª, 17 de dezembro, com a solenidade devida. Simultaneamente, o presidente dos EUA Barack Obama e o comandante em chefe (com status de general) Raúl Castro, informaram ao mundo e em especial para a América Latina que as relações entre os dois países passarão por uma distensão progressiva. Vários são os eixos de análise possíveis para discutir o caso. Neste breve texto damos ênfase para a dimensão geopolítica, dentro da projeção dos EUA e suas esferas de influência diretas e indiretas para a América Latina e no Caribe. Também observo, sob um ângulo geoestratégico, a preocupação dos EUA com o aumento da presença de capitais chineses em Cuba e a franca adesão do chefe de Estado cubano a uma linha chinesa pós-Deng Xiao Ping. Reconheço que para a sociedade cubana e a percepção da ilha como espaço de resistência anti-imperialista em nosso continente, o ambiente doméstico dentro da terra de José Martí e a contraparte dos gusanos na interna da direita cubana-estadunidense é mais relevante. Deixo esta análise para outra ocasião, concentrando-me agora no aspecto estratégico para os Estados e não para as forças político-sociais correspondentes.  

 


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“Contabilidade criativa” e a incrível capacidade do governo em piorar a relação política a cada oportunidade – análise de conjuntura com ênfase nas relações empresariais-criminais-estatais ocorridas entre 07 e 14 de dezembro de 2014

quantocustaobrasil

A sonegação fiscal é parte da agenda oculta do novo ministro banqueiro; o mesmo se dá com qualquer outro tema relacionado ao rentismo e a dívida odiosa

17 de dezembro de 2014, Bruno Lima Rocha  

 

No Brasil, a estimativa de perdas (ou gastos) com a corrupção é da ordem de R$ 69 bilhões de reais ao ano. Já a sonegação (sem contar a injustiça fiscal) chega a R$ 415 bilhões de reais. E, por fim, se da sonegação (e o sonegômetro quase ninguém fala), a gastança com a rolagem da dívida odiosa é ainda mais ocultada. Este gasto é da ordem de R$ 718 bilhões de reais ao ano! Esconder estes números e inverter as prioridades é o conluio da mídia hegemônica com os operadores do mercado financeiro e seus representantes, dentro e fora do governo de turno.


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Bolsonaro, a excrescência da política e a urgente revisão da Lei da Anistia

Globalvoicesonline

Na charge ímpar de Latuff, constata-se que não há tolerância possível para um país que tolera a tortura e anistia crimes de lesa humanidade

14 de dezembro de 2014, Bruno Lima Rocha

 

A partir do momento que e o relatório final da Comissão da Verdade, ao ser entregue, termina por indicar a Revisão da Lei de Anistia, as atenções passaram a girar ao redor do embate público entre os deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Maria do Rosário (PT-RS). Bolsonaro novamente passara do limite do que pode ser falado e ultrapassa a linha da liberdade de expressão para chegar à pregação do ódio e do chauvinismo. Como a direita ideológica já não tem não tem mais medo de mostrar o próprio rosto, refletindo o pior do país e sua herança pós-colonial, o fato pontual se transforma em motivação coletiva para a ação.


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Teoria •
texto no formato acadêmico •

Comunicação, conferência e pauta de democratização

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Coluna do Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
Nova alta na Taxa Selic e o austericídio a caminho no governo do Copom

Em entrevista ao programa Contraponto (23.01.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a nova alta na Taxa Selic e o autericídio a caminho no governo do Copom.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A islamofobia na Europa

Em entrevista ao programa Contraponto (15.01.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a islamofobia na Europa

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O atentado contra o jornal Charlie Hebdo

Em entrevista ao programa Contraponto (08.01.2015), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o atentado contra o jornal Charlie Hebdo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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As relações comerciais entre Estados Unidos e Cuba

Em entrevista ao programa Contraponto (18.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as relações comerciais entre Estados Unidos e Cuba.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade

Em entrevista ao programa Contraponto (11.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a entrega do relatório final da Comissão Nacional da Verdade

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

Para fazer download da entrevista clique neste link: migre.me/nrC68



A economia política dos banqueiros

Em entrevista ao programa Contraponto (04.12.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a economia política dos banqueiros.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O debate sobre o terceiro turno

Em entrevista ao programa Contraponto (27.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha dá sequência ao debate sobre o terceiro turno.

 O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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A operação lava jato

Em entrevista ao programa Contraponto (20.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta sobre a operação lava jato.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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O atual mapa político do Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (06.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta o atual mapa político do Brasil.

O comentário também rende homenagem póstuma para Miguel Guaglianone, Róbson Achiamé e Leandro Konder.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido – ao vivo – pelo www.radiocom.org.br

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Manifestações contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a “venezuelização” do Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (06.11.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta as manifestações contra a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a “venezuelização” do Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita

Em entrevista ao programa Contraponto (30.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha comenta a reeleição de Dilma Rousseff e a estratégia de governo para a direita.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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Prévia do panorama eleitoral no segundo turno

Em entrevista ao programa Contraponto (23.10.2014), o cientista político Bruno Lima Rocha faz uma prévia do panorama eleitoral no segundo turno.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais

Em entrevista ao programa Contraponto (16.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a polarização dos eleitores no segundo turno das eleições presidenciais.

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As eleições para além do voto e da urna

Em entrevista ao programa Contraponto (09.10.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as eleições para além do voto e da urna.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil

Em entrevista ao programa Contraponto (25.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a falta de debate eleitoral sobre a reforma agrária no Brasil.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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Descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (04.09.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a descolamento do processo eleitoral em relação ao processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A desinformação dos brasileiros a respeito do processo político

Em entrevista ao programa Contraponto (28.08.2014), o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a desinformação dos brasileiros a respeito do processo político.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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A prisão de 21 pessoas realizada por policiais civis no Rio de Janeiro

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta a prisão de 21 pessoas, sem justificativas, realizada por policiais civis no Rio de Janeiro.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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As manifestações populares durante a Copa do Mundo

Em entrevista ao programa Contraponto, o Cientista Político, Bruno Lima Rocha comenta as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

O programa Contraponto vai ao ar de segunda à sexta, às 8h30min, podendo ser ouvido - ao vivo - pelo www.radiocom.org.br

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